Cuiabá

Prefeitura de Cuiabá doa 200 kg de ração para Ongs e protetores

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Bem-Estar Animal (BEA), contribuiu com algumas ONGs e protetores independentes por meio da doação de ração. A iniciativa vem sendo tratada com seriedade pela nova gestão, que tem se empenhado na busca de parceiros para ampliar as ações junto àqueles que já atuam acolhendo animais resgatados por abandono ou maus-tratos.

Em pouco mais de um mês, vários protetores receberam apoio com ração. Mantendo o foco do trabalho, na sexta-feira (8) foram entregues 100 kg de ração canina para a ONG Aliança com 4 Patas, que abriga 75 cães, e 100 kg de ração para gatos para o Orfanato Gataria da Lu e do Edu, que cuida de 148 felinos. Em ambas as instituições, o amor aos animais é o que faz a diferença: todos eles têm nome e história.

A despesa mensal da Aliança com 4 Patas é de R$ 15 mil, valor fixo que não inclui emergências com medicamentos ou atendimentos clínicos. Já no Orfanato Gataria, o custo médio mensal é de R$ 4 mil, também sem contabilizar situações inesperadas de saúde dos gatos.

Mesmo estando lindos, bem cuidados e a maioria castrados, conseguir um lar adotivo para eles é muito difícil, devido a preconceitos.

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“Nessa vida de protetora só entra mesmo quem gosta. Apoio da Bem-Estar Animal assim a gente nunca teve. É a primeira vez que recebemos ração e vai fazer muita diferença. É o quantitativo para cinco dias de refeição do canil”, disse a presidente da ONG, Sandra da Silva Barbosa.

Ela também ressaltou o trabalho da nova diretoria da BEA: “Estou gostando muito do trabalho da Morgana (diretora da Bem-Estar Animal) e confiante desta vez. Ela, de fato, está fazendo pela causa animal. O apoio que estamos tendo é visível, é outra vida para os animais”.

Luciana Bergara e Eduardo Amato, do Orfanato Gataria, também destacaram o apoio da BEA pela condução das ações em favor dos animais. “Nossa, muito feliz pela contribuição da BEA e mais ainda pela possibilidade de ajudar na castração dos animais que ainda não foram castrados e que tanto precisam. Só agradecer e que continue lutando, a causa é de todos”, disse Luciana.

Para ser beneficiado, o processo é simples. “É só se cadastrar e preencher o formulário, que está sendo aplicado pela primeira vez e está funcionando, graças a Deus. A Bem-Estar Animal estará ajudando quem já faz um trabalho incrível para os animais. Conforme as parcerias aumentarem, mais poderemos atender”, afirmou Morgana Thereza Ens.

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Além disso, mantém o mutirão de castração em parceria com o Hospital Veterinário da UFMT para atender ONGs e protetores independentes. Para os munícipes, a castração é liberada diariamente, sendo duas por dia.

ATENDIMENTO

O canal de atendimento da Bem-Estar Animal é pelo WhatsApp (apenas mensagens) no número (65) 99207-4318, que passou a operar de forma mais sistematizada para agilizar o serviço, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h.

Ao acionar o contato, é enviada uma mensagem com opções numeradas de 1 a 8. Basta digitar o número do serviço desejado para que a demanda seja direcionada:

1 – Denúncia de maus-tratos
2 – Resgate (emergência/urgência)
3 – Projeto Castração 2025 (para munícipes)
4 – Mutirão de Castração 2025 (ONGs/protetores)
5 – Banco de doação (para doar ou receber)
6 – Quero adotar um animal
7 – Cadastro como protetor/ONG
8 – Atendimento clínico veterinário – não emergencial

#PraCegoVer:

A foto que acompanha o texto mostra o canil com vários cães recebendo atenção da diretora da Bem-Estar Animal e da presidente da ONG.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Estudantes indígenas conhecem história de Cuiabá em visita ao Complexo Biocultural do Porto

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Quarenta e dois estudantes da Escola Indígena Umutina, de Barra do Bugres, visitaram nesta sexta-feira (29) o Complexo Biocultural do Porto, em Cuiabá, conhecendo o Museu do Rio Cuiabá, o Aquário Municipal e a Orla do Porto. A atividade integrou uma programação educativa voltada à valorização do patrimônio cultural mato-grossense e ao fortalecimento da identidade dos povos originários.

Com idades entre 11 e 17 anos, os alunos participaram da visita acompanhados pelas professoras Eliane Boroponepa Monzilar, da Aldeia Boropó, e Ana Lúcia Calomezoré, da Aldeia Balotipone. O objetivo pedagógico foi conscientizar os estudantes sobre a importância da preservação do patrimônio cultural do Estado e promover reflexões sobre a história e as culturas indígenas.

A visita foi viabilizada pelo projeto Caminhos da Cultura, iniciativa criada em 2019 pelo artista plástico e produtor cultural Vicente Paulo. O projeto tem como proposta ampliar o acesso de estudantes da rede pública, além de comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas, a museus, galerias e outros espaços de formação cultural. Desde sua criação, a iniciativa já aproximou mais de 11 mil alunos de equipamentos culturais em Mato Grosso.

“O projeto nasceu para proporcionar esse acesso aos estudantes da rede pública e também às comunidades tradicionais. Hoje estamos contemplando os Umutina, vindos de diferentes comunidades dessa grande nação indígena”, explicou Vicente Paulo.

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No Complexo Biocultural do Porto, os estudantes participaram de um roteiro guiado que apresentou aspectos históricos de Cuiabá por meio do acervo do Museu do Rio e das atrações do Aquário Municipal. A coordenadora pedagógica do Museu do Rio, Luana da Cruz Borema, explicou que o complexo está implantando um novo formato de recepção aos visitantes, com uma apresentação guiada que contextualiza a história da cidade antes da visita aos espaços expositivos.

Segundo ela, a proposta busca tornar a experiência mais educativa e aproximar os visitantes do patrimônio histórico e cultural de Cuiabá.

Para a professora Eliane Boroponepa Monzilar, a atividade representa uma oportunidade de intercâmbio de conhecimentos e de ampliação do repertório cultural dos estudantes.

“Esse projeto proporciona às crianças e aos jovens indígenas a oportunidade de conhecer outros saberes. Muitos deles nunca haviam visitado um museu. É uma troca importante entre o conhecimento do nosso povo e outros conhecimentos culturais, permitindo que compreendam melhor esses espaços e sua importância”, afirmou.

A fala da educadora reforça uma realidade observada em outras ações do Caminhos da Cultura. Em atividades recentes promovidas pelo projeto, estudantes da zona rural e de comunidades tradicionais também tiveram contato pela primeira vez com museus e espaços históricos da capital, vivenciando experiências que ampliam o aprendizado para além da sala de aula.

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A turismóloga Silvana Maria de Morais Abdala destacou o interesse demonstrado pelo grupo durante toda a visita. Segundo ela, as fotografias históricas e a maquete expostas no museu despertaram grande curiosidade entre as crianças e os adolescentes.

“Foi gratificante perceber o interesse deles em conhecer a história de Cuiabá e compreender melhor o espaço. As crianças, principalmente, demonstraram muita atenção e curiosidade durante toda a visita”, relatou a servidora, que atua há 18 anos na área do turismo.

Além do Complexo Biocultural do Porto, o roteiro dos estudantes incluiu visitas ao Museu da Imagem e do Som de Cuiabá (MISC), à Galeria Lava Pés e ao Museu de História Natural de Mato Grosso, consolidando um dia de atividades voltadas ao conhecimento, à cultura e à formação cidadã.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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