Várzea Grande

Prefeitura de Várzea Grande estrutura políticas públicas para autistas e neurodivergentes

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“Estamos virando a página da ausência de atendimento a essas demandas”, comemora a prefeita

A Prefeitura de Várzea Grande realizou uma reunião para discutir pontos para implantação de políticas públicas para o atendimento de pessoas autistas e neurodivergentes, nesta manhã (24). A reunião ocorreu no Paço Municipal Couto Magalhães.

Conforme a prefeita Flávia Moretti (PL), a inclusão social foi uma das principais propostas feitas durante a campanha eleitoral. “O tema inclusão foi uma das principais bandeiras que defendi em nossa campanha eleitoral e, com toda certeza, buscaremos implantar um atendimento mais especializado e, de forma eficaz, para atender essas pessoas de forma humana e responsável. Estamos virando a página da ausência de atendimento a essas demandas”, disse Moretti.

Segundo a Assessora Especial de Políticas de Inclusão, Priscila Lima, Várzea Grande será referência em inclusão. “A prefeita Flávia e o vice Tião da Zaeli nos deram a missão de transformar Várzea Grande em uma cidade mais inclusiva, oferecendo dignidade e segurança às famílias que hoje enfrentam longas esperas por diagnóstico e acompanhamento especializado. Um espaço jamais pensado antes e que será uma realidade, Várzea Grande desponta para ser referência nacional”, afirmou.

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O secretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SMECEL), Igor Cunha, disse que apoia a ação e parabeniza a prefeita pela iniciativa. “A gestão municipal está propondo atendimento digno, preciso e qualificado para essas pessoas. Isso é muito inédito e fará toda diferença a milhares de famílias várzea-grandenses”, conta.

Participaram da reunião: a secretária de Assuntos Estratégicos, Ina de Maria; secretária de Administração, Jaqueline Favetti; coordenadora da pessoa com deficiência, Geovanna Amorim Chaves; técnicos da Secretaria de Saúde, da secretaria de Assistência Social, da Procuradoria-Geral e da Secretaria de Planejamento.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

“Nenhum gestor teve a coragem de resolver o problema de água de Várzea Grande”, afirma Flávia Moretti na abertura de audiência pública”

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Prefeita defendeu legado para o abastecimento de água no município, convocou moradores e órgãos de controle a fiscalizarem a construção novo PMSB que precisa se tornar lei para embasar o novo modelo de gestão dos serviços de água e esgoto

Durante a abertura da audiência pública que discutiu o Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB), a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, declarou que o enfrentamento dos problemas históricos de abastecimento de água e esgotamento sanitário é o compromisso central de sua gestão. Em tom combativo, a gestora afirmou que administrações anteriores evitaram aplicar a legislação do setor.

“Vocês vão conhecer tudo o que foi estudado em um ano e quatro meses. Nenhum gestor teve a coragem de fazer isso que pede a Lei do Saneamento Básico. Daqui em diante, fazendo a parte técnica, estamos enfrentando o desafio que outros não tiveram coragem de encarar”, disse.

Ao discursar diante de moradores, a prefeita destacou a pressão dos órgãos de fiscalização e reafirmou a responsabilidade assumida com a cidade. “A água é vida e dignidade. Quando assinei o termo de posse, me comprometi com a população a resolver esse problema. Eu sei o problema de cada bairro”, pontuou.

A secretária de Assuntos Estratégicos, Ina de Maria, reforçou a centralidade dos moradores no debate. “Essa noite é um marco porque sabemos que o maior problema de Várzea Grande é a falta de água. A pessoa mais importante nesta audiência é a população, que sente na pele essa falta”, disse.

Flávia Moretti defendeu o PMSB como um legado permanente. “Não sei se vou estar aqui amanhã, mas nossa equipe quer deixar o legado de ter levado água na torneira das pessoas”, disse.

A prefeita ainda destacou a legalidade de todas as etapas do Plano Municipal de Saneamento Básico e convocou a população e órgãos de controle a atuar diretamente na fiscalização das metas do plano.

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“Após essa audiência e de levantarmos todas as demandas apresentadas aqui vamos encaminhar para Câmara de Vereadores para que ser torne lei”, destacou.

A audiência reuniu autoridades que reforçaram a gravidade do cenário e os próximos passos para o município. O vereador Raul Curvo, presidente da Comissão de Água e Esgoto da Câmara e servidor do DAE, declarou apoio à concessão do departamento. “Sei da importância do resultado desse processo para 300 mil habitantes. A Câmara precisa ajudar a aprovar esse plano, pois vamos entregar um recurso natural importante nas mãos da iniciativa privada para resolver o problema”, pontuou.

O presidente do Tribunal de Contas do Estado, Sérgio Ricardo, citou os dados do estudo feito pela FIPE para a cidade, classificando a situação como reflexo de décadas de abandono. “O estudo aponta um cenário de caos. Várzea Grande ficou abandonada por séculos sem planejamento, e isso não é culpa da atual gestão. Precisamos tratar de investimentos na casa dos bilhões e buscar ações emergenciais”, declarou.

Luciane Vilela, promotora representante do Ministério Público, defendeu que a cidade precisa de planejamento contínuo. “Não podemos fazer do município uma colcha de retalhos. Precisamos de metas claras e recursos previstos para que os órgãos de controle possam cobrar a execução”, destacou.

Rogério Nascimento, representante da Agência Reguladora, enfatizou o caráter inédito da fiscalização no estado. “Várzea Grande é o único município acompanhado de perto pela Ager atualmente neste processo de novos serviços de água e esgoto”.

SERVIÇOS JÁ EXECUTADOS – Flávia Moretti também informou que sua gestão foi atrás de recursos, de recuperar estruturas, fizer obras, consertar vazamentos, ampliar redes e construir novos reservatórios.

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“Já investimos R$ 7,99 milhões em equipamentos, concluímos a adutora entre a Estação Pari e o Morro do Urubu, com R$ 11,98 milhões, e estamos construindo cinco novos reservatórios, com investimento de R$ 16,39 milhões”, disse

Também citou avanços no esgoto, instalação de hidrômetros, regularização de ligações, e conserto de mais de 2.200 vazamentos.

E citou o TAC Aliança pela Água, com previsão de R$ 60 milhões para ações emergenciais e investimentos na recuperação do sistema que já estão sendo executados, lembrando que esse valor é executado pelo próprio Governo do Estado.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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