Mato Grosso

Procon-MT orienta consumidores a redobrar cuidados ao escolher o presente dos pequenos

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Quem ainda não comprou o presente para o Dia das Crianças, que este ano será comemorado no próximo domingo (12.10), deve ficar atento e redobrar o cuidado na hora de adquirir brinquedos e produtos destinados a crianças para não colocar em risco a saúde e segurança dos pequenos, alerta a secretaria adjunta de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon-MT).

A principal dica do Procon Estadual para a compra de brinquedos é sempre observar se o produto possui o selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia ( Selo Inmetro), que garante que a mercadoria foi testada e é segura. O selo do Inmetro pode estar impresso na embalagem ou em etiqueta fixada no brinquedo.

Também é essencial observar a faixa etária indicada, pois alguns brinquedos contêm peças pequenas ou soltas que podem ser engolidas, especialmente por crianças menores, se a faixa etária não estiver adequada.

“Outro cuidado importante é ficar atento à procedência e evitar comprar produtos falsificados, contrabandeados ou de links suspeitos. De preferência, adquira o produto no mercado formal, em lojas e em sites confiáveis, que garantem a procedência da mercadoria e que poderão ser acionados em caso de defeito. E não se esqueça de exigir e guardar a nota fiscal e os comprovantes de compra, documentos que são essenciais para exigir o cumprimento de garantias”, alerta a secretária adjunta do Procon-MT, Cristiane Vaz.

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Veja outras dicas do Procon-MT, órgão vinculado à Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Setasc):

Compras online: observe no site e printe informações como o CNPJ da empresa, endereço, canais de atendimento ao cliente e trocas. Confira se há cobrança de frete e qual é o prazo para a entrega.

Golpes: desconfie de ofertas com preços muito abaixo do mercado. Não clique em links suspeitos, como os recebidos por redes sociais, aplicativos de mensagens e e-mail. Para efetivar a compra, digite o endereço do site na barra de busca e desconfie de sites que aceitam apenas pagamento por Pix ou boleto, pois pode ser indício de golpe.

Vestuário: Leia atentamente as informações da etiqueta. Lembre-se que as lojas só são obrigadas a trocar mercadorias em caso de defeito. Se precisar do benefício, verifique antes da compra se o estabelecimento permite troca e fique atento aos prazos e condições estabelecidas.

Direito de arrependimento: para compras realizadas fora do estabelecimento comercial (internet, telefone e catálogos em domicílio), o consumidor tem até sete dias após a compra ou o recebimento da mercadoria para solicitar o cancelamento e devolver o produto, desde que não tenha sido usado, sem precisar justificar. O cancelamento deve ser solicitado por escrito.

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Reclamações: caso ocorra algum problema na compra de produtos/serviços e não consiga resolver diretamente com o lojista, o consumidor pode procurar o Procon mais próximo de sua residência para buscar orientação e/ou registrar sua reclamação. Também é possível utilizar o PROCON+, que está disponível pelo aplicativo MT Cidadão.

Outra opção é registrar uma reclamação pela plataforma Consumidor.gov.br, que está disponível 24 horas por dia, todos os dias da semana.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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