Agro News

Produção de arroz deve alcançar maior volume em oito safras, aponta Conab

Publicado

Segundo levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção de arroz no Brasil nesta safra deve superar 12,3 milhões de toneladas, registrando o maior volume dos últimos oito anos.

A alta produtividade é atribuída a boas condições climáticas durante o ciclo produtivo, ao plantio dentro da janela ideal e à aplicação de tecnologias avançadas nas lavouras, segundo a Conab.

Expansão da área cultivada impulsiona crescimento da safra

O aumento da área destinada ao cultivo também contribuiu para o crescimento da produção. Atualmente, o arroz irrigado ocupa 1.353,1 mil hectares, um aumento de 5,6% em relação à safra anterior. Já o arroz de sequeiro cresceu 21,5%, totalizando 394,6 mil hectares.

O crescimento da área foi impulsionado pelas boas cotações do produto no momento do plantio e pelo estímulo à produção promovido por políticas de fomento.

Região Sul mantém produtividade elevada mesmo com chuvas irregulares

Na Região Sul, apesar de períodos de chuva irregular e grande amplitude térmica, o sol intenso favoreceu o desenvolvimento vegetativo das lavouras. Alguns plantios, porém, apresentaram redução parcial na qualidade devido às condições climáticas.

Leia mais:  Agropalma retoma produção de biodiesel no Pará com tecnologia pioneira e foco em sustentabilidade

No Centro-Oeste, deficiências hídricas pontuais no final do verão prejudicaram lavouras menos tecnificadas. Precipitações subsequentes beneficiaram algumas áreas, mas ainda limitaram a qualidade de plantios tardios.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook
publicidade

Agro News

Zarc do milho é atualizado com nova classificação de solos e séries climáticas

Publicado

O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura do milho grão foi atualizado. As portarias com os novos zoneamentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (10).

A atualização contempla revisão da classificação dos solos por capacidade de água disponível e atualização das séries históricas do clima. As alterações refletem, sobretudo, a crescente variabilidade climática e o aumento da frequência de ocorrência de eventos extremos nos últimos anos, como secas e excesso de chuvas. 

Para o cálculo do risco são utilizadas séries de 30 anos de dados meteorológicos, incluindo temperaturas máxima, mínima e média, precipitação e evapotranspiração de referência. Também são considerados parâmetros relacionados à cultura e às características dos solos.

Classes de águas disponíveis 

O estudo passa a utilizar seis classes de água disponível no solo, que variam de AD1 (baixa retenção) a AD6 (alta retenção de água), substituindo a classificação anteriormente baseada em três grupos de solos.

Segundo pesquisadores da Embrapa responsáveis pelos estudos do Zarc, a classificação por água disponível permite caracterizar de forma mais detalhada as condições dos diferentes ambientes de produção. A capacidade de armazenamento de água depende das características físicas do solo e não apenas de sua textura.

Leia mais:  Soja 2026: safra recorde no Brasil enfrenta gargalos logísticos enquanto mercado internacional reage a incertezas sobre compras chinesas

Base climática

A atualização também incorpora novos dados meteorológicos às séries históricas utilizadas nos estudos, incluindo informações de chuva e temperatura provenientes de um número ampliado de estações meteorológicas.

As informações são utilizadas na definição das épocas de semeadura com menor risco climático para a cultura, considerando as condições observadas nas diferentes regiões produtoras do país.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana