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Produção de celulose em Minas Gerais registra crescimento de 10,1% em 2025

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A indústria de celulose, papel e produtos de papel em Minas Gerais apresentou crescimento de 10,1% em 2025, segundo levantamento da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O desempenho representa o segundo maior avanço entre os setores pesquisados, atrás apenas da produção de veículos automotores, que subiu 12,1%.

Grandes empresas impulsionam o crescimento do setor

O vice-presidente do Sindicato das Indústrias de Celulose, Papel e Papelão de Minas Gerais, Antônio Baggio, destacou que o aumento da produção está fortemente ligado à expansão das exportações de grandes fabricantes, como a Cenibra e a LD Celulose.

A Cenibra atua em Belo Oriente, no Vale do Rio Doce, produzindo celulose branqueada de fibra curta de eucalipto, enquanto a LD Celulose opera em Indianópolis, no Triângulo Mineiro, com produção de celulose solúvel.

Crescimento também atinge médias e pequenas empresas

Além das grandes empresas, empresas de porte intermediário registraram aumento de 3% na produção, enquanto as pequenas indústrias do setor cresceram 2% em 2025.

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O resultado evidencia uma expansão consistente em diferentes segmentos da cadeia produtiva, consolidando Minas Gerais como um polo relevante na indústria de celulose e papel no Brasil.

Setor se beneficia de demanda internacional

O avanço da produção reflete não apenas a capacidade industrial do estado, mas também a alta demanda internacional, principalmente para exportações. O desempenho das grandes fabricantes sugere que Minas Gerais continua a se posicionar como fornecedor estratégico de celulose para mercados globais.

A expectativa para os próximos anos é que investimentos em tecnologia e ampliação da capacidade produtiva mantenham o crescimento do setor, contribuindo para geração de empregos e fortalecimento da economia regional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil reforça compromisso com pesca e aquicultura sustentáveis e segurança alimentar na FAO

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O Brasil reforçou o compromisso com a pesca sustentável, a aquicultura responsável e a segurança alimentar durante a 37ª Sessão do Comitê de Pesca da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, na Itália. A participação ministerial marca o retorno do Brasil ao principal fórum internacional de discussão sobre pesca e aquicultura após 14 anos.


Em seu discurso inaugural, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou a recriação do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), em 2023, e a importância do setor para a segurança alimentar e nutricional. O ministro também ressaltou que o Brasil deixou o Mapa da Fome da FAO em 2025.

 

“Temos a convicção de que a pesca e a aquicultura são fundamentais para sistemas alimentares mais sustentáveis, resilientes e diversificados”, afirmou.


Ciência e sustentabilidade

 

Entre os avanços apresentados está a reconstrução da série histórica da pesca marinha brasileira, de 1950 a 2025, e o desenvolvimento de uma plataforma para ampliar o acesso e a transparência dos dados pesqueiros. O Brasil também restabeleceu o Grupo Técnico Interministerial para prevenção e combate à pesca ilegal, não declarada e não regulamentada (INDNR) e vem preparando suas equipes para a implementação do Acordo sobre Medidas do Estado do Porto. Com cerca de 1,7 milhão de pescadores e pescadoras, o país defende uma gestão pesqueira baseada em ciência e evidências, aliada à conservação dos ecossistemas aquáticos.

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Aquicultura e mudanças climáticas

 

Na aquicultura, o Brasil está construindo o Plano Nacional da Aquicultura, com diretrizes para os próximos dez anos e foco em investimentos, inovação, sustentabilidade e agregação de valor. O país também trabalha para ampliar a resiliência das comunidades pesqueiras e aquícolas diante das mudanças climáticas, por meio do Plano Clima, além de fortalecer a assistência técnica, a extensão e o acesso ao crédito. Outra prioridade é ampliar o consumo de pescado e sua presença nos programas de alimentação escolar, contribuindo para a segurança alimentar e fortalecendo a cadeia produtiva.

Valorização da pesca artesanal

O ministro destacou ainda a realização da Cúpula da Pesca de Pequena Escala, realizada em Roma, e reforçou a importância da participação dos pescadores na construção das políticas públicas. No Brasil, esse compromisso está refletido na construção do Plano Nacional da Pesca Artesanal, voltado ao fortalecimento do setor e ao reconhecimento de sua importância para a segurança alimentar, a geração de renda e as economias locais. No cenário internacional, o Brasil também destacou a presença dos alimentos aquáticos nas discussões do G20, dos BRICS e da COP30 e COP15 da CMS.

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Ao concluir, o ministro reafirmou que pesca sustentável, aquicultura responsável, segurança alimentar, geração de renda e conservação dos recursos aquáticos são agendas inseparáveis.“O Brasil reafirma seu compromisso com a cooperação internacional e com uma gestão pesqueira baseada na ciência, em dados de qualidade e na participação dos pescadores.”

ASCOM

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected] 

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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