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Produtividade da cana-de-açúcar varia conforme volume de chuvas no Noroeste do RS

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Clima irregular influencia rendimento da cana-de-açúcar

A produtividade das lavouras de cana-de-açúcar na região administrativa de Santa Rosa (RS) tem apresentado variações significativas em 2026, conforme as condições climáticas locais. Segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar, a área cultivada com a cultura soma 2.179 hectares, com produtividade média de 54 toneladas por hectare.

O boletim destaca que o comportamento irregular das chuvas, somado às altas temperaturas registradas nas últimas semanas, tem impactado o desenvolvimento das plantações em diversas localidades.

Estresse hídrico afeta lavouras em áreas com pouca chuva

De acordo com o levantamento, em regiões que enfrentaram períodos prolongados de calor intenso e baixos volumes de precipitação, foram observados sinais de estresse hídrico nas lavouras, comprometendo o crescimento e o vigor das plantas.

Por outro lado, áreas que receberam chuvas mais regulares apresentaram melhor desempenho vegetativo, refletindo o papel essencial da umidade no ciclo produtivo da cana-de-açúcar.

Preço ao produtor mantém estabilidade

O informativo também aponta que o preço médio pago ao produtor pela cana-de-açúcar na região está em torno de R$ 136,60 por tonelada, valor que indica estabilidade nas negociações nos últimos meses, mesmo diante da variação climática e dos impactos sobre a produtividade.

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Perspectivas para o setor

Com o avanço do ciclo produtivo e a previsão de novas frentes de instabilidade climática no estado, a expectativa da Emater/RS-Ascar é de que as lavouras possam recuperar parte do potencial produtivo nas regiões onde as chuvas se normalizarem.

No entanto, o órgão reforça a importância de monitoramento constante e manejo adequado do solo e da irrigação para reduzir os impactos das oscilações climáticas sobre a cultura da cana.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Zarc do milho é atualizado com nova classificação de solos e séries climáticas

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O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura do milho grão foi atualizado. As portarias com os novos zoneamentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (10).

A atualização contempla revisão da classificação dos solos por capacidade de água disponível e atualização das séries históricas do clima. As alterações refletem, sobretudo, a crescente variabilidade climática e o aumento da frequência de ocorrência de eventos extremos nos últimos anos, como secas e excesso de chuvas. 

Para o cálculo do risco são utilizadas séries de 30 anos de dados meteorológicos, incluindo temperaturas máxima, mínima e média, precipitação e evapotranspiração de referência. Também são considerados parâmetros relacionados à cultura e às características dos solos.

Classes de águas disponíveis 

O estudo passa a utilizar seis classes de água disponível no solo, que variam de AD1 (baixa retenção) a AD6 (alta retenção de água), substituindo a classificação anteriormente baseada em três grupos de solos.

Segundo pesquisadores da Embrapa responsáveis pelos estudos do Zarc, a classificação por água disponível permite caracterizar de forma mais detalhada as condições dos diferentes ambientes de produção. A capacidade de armazenamento de água depende das características físicas do solo e não apenas de sua textura.

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Base climática

A atualização também incorpora novos dados meteorológicos às séries históricas utilizadas nos estudos, incluindo informações de chuva e temperatura provenientes de um número ampliado de estações meteorológicas.

As informações são utilizadas na definição das épocas de semeadura com menor risco climático para a cultura, considerando as condições observadas nas diferentes regiões produtoras do país.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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