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Produtores de quiabo apostam em variedades precoces para garantir oferta constante ao mercado

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Quiabo ganha importância estratégica no abastecimento de hortaliças

O quiabo tem se consolidado como uma das culturas mais relevantes no abastecimento de hortaliças no Brasil, especialmente nas regiões que compõem o Cinturão Verde, onde o cultivo se adapta bem às condições climáticas e garante oferta regular ao varejo.

Por ser uma cultura de resposta rápida e de fácil escalonamento de plantio, o quiabo permite ao agricultor manter entregas contínuas ao longo do ano, atendendo à demanda do mercado com maior previsibilidade e constância.

TSV Sementes apresenta variedade precoce e produtiva

Com foco nesse perfil de produtor, a TSV Sementes vem ampliando o uso do quiabo Hulk, uma variedade desenvolvida para oferecer precocidade, produtividade e vigor de planta desde o início do ciclo.

De acordo com o especialista em Cinturão Verde, Roberto Araújo, a precocidade é um dos fatores mais valorizados pelos agricultores. “O Hulk inicia a produção entre 50 e 60 dias após o plantio, possibilitando ao produtor antecipar o retorno financeiro sem comprometer o padrão dos frutos”, explica.

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Arquitetura de planta favorece colheita volumosa e uniforme

Outro ponto de destaque do quiabo Hulk é o hábito de crescimento com brotação lateral, característica que favorece a produtividade e garante maior uniformidade na colheita.

Araújo destaca que a estrutura vigorosa e estável da planta foi pensada para atender produtores que dependem de fornecimento regular. “O crescimento equilibrado proporciona maior volume de colheita ao longo do ciclo, mantendo o desempenho da lavoura mesmo em condições variáveis de clima e manejo”, afirma o especialista.

Colheita longa assegura regularidade no fornecimento

A longevidade da colheita é outro diferencial do material. Conforme experiências de campo relatadas por produtores, a duração pode variar entre cinco e seis meses, chegando a até dez meses em lavouras com condições ideais de clima, manejo e mercado.

Segundo Araújo, essa durabilidade é estratégica para garantir regularidade no calendário de entregas, reduzindo o risco de desabastecimento e permitindo ao agricultor maior controle sobre o fluxo de produção.

Variedade Hulk reforça competitividade e previsibilidade no campo

Reunindo ciclo rápido, arquitetura produtiva eficiente e boa durabilidade de colheita, o quiabo Hulk se apresenta como uma alternativa robusta e rentável para agricultores que buscam previsibilidade e constância no atendimento ao mercado brasileiro de hortaliças.

“O conjunto de atributos da variedade atende às principais necessidades do produtor moderno — eficiência, estabilidade e segurança comercial”, conclui Roberto Araújo, da TSV Sementes.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Goiás intensifica combate ao Greening com novo programa estadual de controle do HLB nos citros

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A citricultura goiana entrou em alerta máximo contra o avanço do Huanglongbing (HLB), também conhecido como Greening. A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) publicou a Instrução Normativa nº 1/2026, criando o Programa Estadual de Prevenção e Controle Complementar ao HLB (PECHLB), com uma série de medidas fitossanitárias voltadas à proteção da produção de citros em Goiás.

A nova regulamentação estabelece ações obrigatórias de prevenção, monitoramento, controle e erradicação da doença, considerada atualmente a mais severa e destrutiva para os citros em nível mundial.

Programa busca proteger produção, empregos e cadeia citrícola em Goiás

Segundo a Agrodefesa, a implementação do programa é estratégica para preservar a sanidade vegetal e evitar impactos econômicos sobre o setor citrícola goiano.

O presidente da agência, José Ricardo Caixeta Ramos, destacou que a citricultura possui relevância econômica crescente no estado, contribuindo para geração de renda e empregos no campo.

De acordo com a Agrodefesa, o programa cria protocolos específicos para diferentes cenários fitossanitários, incluindo:

  • áreas com ocorrência confirmada da doença;
  • municípios limítrofes;
  • regiões sem registros de HLB.

A medida busca aumentar a eficiência da vigilância sanitária e acelerar as respostas em caso de detecção da doença.

Erradicação de plantas contaminadas será obrigatória

Entre as principais determinações do novo programa está a obrigatoriedade da eliminação imediata de plantas contaminadas pelo HLB.

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O gerente de Sanidade Vegetal da Agrodefesa, Leonardo Macedo, explicou que os produtores deverão realizar o arranquio ou corte das plantas infectadas, além de adotar manejo para impedir novas brotações.

A normativa estabelece que não haverá indenização pelas plantas eliminadas.

Além disso, a Agrodefesa realizará levantamentos fitossanitários anuais para monitoramento da doença em todo o território goiano.

HLB é doença sem cura e ameaça produção de citros

O Huanglongbing é causado pela bactéria Candidatus Liberibacter spp., que compromete o sistema vascular da planta e provoca perdas severas de produtividade.

A disseminação ocorre principalmente por meio do psilídeo Diaphorina citri, inseto vetor que se hospeda em plantas cítricas e também na murta (Murraya paniculata).

Entre os principais sintomas do Greening estão:

  • folhas amareladas e mosqueadas;
  • frutos deformados;
  • sementes escurecidas e malformadas;
  • queda prematura dos frutos;
  • redução drástica da produtividade.

A coordenadora do Programa de Citros da Agrodefesa, Mariza Mendanha, reforçou que o HLB não possui cura e exige monitoramento constante por parte dos produtores.

Segundo ela, o controle eficiente depende da rápida eliminação das plantas contaminadas e da conscientização do setor produtivo sobre os riscos da doença.

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Goiás endurece regras para cultivo e comércio de murta

A Instrução Normativa nº 1/2026 também endureceu as regras relacionadas à murta, planta considerada hospedeira do inseto transmissor do HLB.

Com a nova regulamentação:

  • fica proibida a manutenção de murta em municípios com ocorrência da doença;
  • será obrigatória a eliminação das plantas existentes;
  • também fica proibida a presença de murta com ocorrência do psilídeo em raio de até quatro quilômetros de áreas comerciais de citros.

Além disso, o estado proibiu:

  • produção de mudas de murta;
  • comercialização da planta;
  • transporte interestadual e intraestadual;
  • entrada da espécie em Goiás.

Viveiros, floriculturas, revendedores e estabelecimentos comerciais que possuírem mudas ou plantas da espécie deverão realizar a destruição imediata dos exemplares.

Doença já está presente em importantes estados produtores

No Brasil, o HLB já possui registros em importantes polos citrícolas, incluindo:

  • São Paulo;
  • Minas Gerais;
  • Paraná;
  • Mato Grosso do Sul;
  • Santa Catarina;
  • Goiás.

Atualmente, não existem variedades comerciais de citros resistentes à doença, o que torna as medidas preventivas fundamentais para evitar perdas econômicas e produtivas no setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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