Educação

Proec em Movimento conclui ciclo nacional de encontros

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O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), realizou, nos dias 22 e 23 de junho, a edição do Proec em Movimento – Encontro de Articuladores do Programa Escola e Comunidade (Proec), em Belo Horizonte (MG). O evento, que concluiu o ciclo de encontros presenciais nas cinco regiões do Brasil, reuniu representantes das redes estaduais e municipais de educação, articuladores do programa, gestores, especialistas e instituições parceiras. O objetivo foi fortalecer as ações voltadas à participação das famílias e das comunidades no ambiente escolar. 

Ao dar as boas-vindas aos participantes, a diretora de Formação Docente e Valorização dos Profissionais da Educação da Secretaria de Educação Básica do MEC, Rita Esther Luna, destacou que os encontros regionais têm sido fundamentais para aproximar o Ministério da Educação das realidades locais e fortalecer a construção coletiva das políticas educacionais. Segundo ela, escutar ativamente os diferentes territórios é uma ação essencial para o fortalecimento do Programa Escola e Comunidade e para a promoção de uma educação integral que dialogue com as necessidades de cada comunidade escolar.  

“É no diálogo com os territórios que conseguimos compreender os desafios reais e construir soluções mais efetivas. Nenhuma política pública se fortalece sem escuta, sem participação e sem compromisso coletivo”, afirmou a diretora.  

Durante o encontro, foram apresentadas orientações sobre a implementação do Programa Escola e Comunidade, estratégias para o fortalecimento da gestão democrática, o papel dos articuladores na mobilização dos territórios e experiências exitosas desenvolvidas por redes de ensino e instituições parceiras. O evento também promoveu momentos de diálogo e troca de experiências entre os participantes, contribuindo para o aperfeiçoamento das ações desenvolvidas nos municípios mineiros.  

Participantes – A cerimônia de abertura do evento também contou com a presença da coordenadora de Temáticas Especiais e Transversalidade Curricular da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais, Mara Letícia Martins; da subsecretária de Gestão Pedagógica e subsecretária Interina de Inclusão, Equidade e Clima Escolar da Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte, Arminda Aparecida de Oliveira; do articulador Estadual da Rede Nacional de Assistência Técnica e Formação do Novo PAR (RenaPAR-MG) e representante da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação de Minas Gerais (Undime-MG), José Fernandes dos Santos; da representante do Proedu Vales, Mara Ramalho; e da coordenadora-geral do Proditec da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), Letícia Pádua. 

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Ciclo de encontros presenciais – O Proec em Movimento teve início no Pará, representando a Região Norte; passou por Goiás, no Centro-Oeste; Paraná, na Região Sul; e Ceará, na Região Nordeste; chegando agora ao Sudeste, em Minas Gerais. A estratégia permitiu ampliar o diálogo federativo, fortalecer a articulação entre os diferentes entes da federação e compartilhar experiências que contribuem para a consolidação da educação integral em todo o território nacional.  

Ao longo da programação, os participantes discutiram caminhos para ampliar a participação social na educação, fortalecer a relação entre escola, família e comunidade e promover ações que contribuam para a melhoria das aprendizagens e para o desenvolvimento integral dos estudantes.  

O coordenador do Programa Escola e Comunidade, Yan Lima, destacou o simbolismo de concluir o ciclo de formações do Proec em Minas Gerais, estado que concentra as escolas do Grupo B do programa, localizadas nos Vales do Jequitinhonha e Mucuri. Segundo ele, a trajetória percorrida pelo MEC ao longo dos encontros regionais evidencia o compromisso da política pública com territórios prioritários para o fortalecimento da educação integral. 

“Começamos essa maratona de formações no estado do Pará, onde estão as escolas do Grupo A, localizadas na mesorregião do Marajó, e concluímos as ações do programa no ciclo 2026 em Minas Gerais, estado que reúne as escolas do Grupo B, nos Vales do Jequitinhonha e Mucuri. Esse percurso demonstra o compromisso do MEC em apoiar os territórios que mais precisam do fortalecimento das políticas de participação social e educação integral”, afirmou.  

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Durante a programação, o coordenador-geral de Formação de Gestores e Técnicos da Educação Básica do MEC, Roberto Júnior, apresentou funcionalidades do aplicativo Clique Escola, um dos eixos estruturantes do Programa Escola e Comunidade. Entre os destaques, ressaltou o potencial da ferramenta para dar visibilidade às ações desenvolvidas pelas escolas e promover a troca de experiências entre diferentes redes de ensino.  

Como exemplo, Roberto citou o projeto “Liberte um Texto”, desenvolvido inicialmente em São João del-Rei (MG), cuja experiência inspirou iniciativas semelhantes em municípios da Paraíba, como o “Liberte um Cordel” e o “Liberte uma Lenda”. Para ele, casos como esse demonstram a capacidade do aplicativo de disseminar boas práticas, inspirar novas iniciativas e estimular a inovação pedagógica em diferentes contextos educacionais.  

O evento contou ainda com a oficina “Escolas Resilientes no Mundo Digital”, conduzida pela professora Magali do Nascimento, consultora internacional sênior credenciada pelo British Council e autora da atividade. A proposta, que em breve passará a integrar o catálogo de oficinas sugeridas pelo MEC no âmbito do Proec, abordou estratégias para o fortalecimento das práticas pedagógicas em contextos digitais e o desenvolvimento da resiliência das escolas frente aos desafios contemporâneos.  

O Proec em Movimento integra o conjunto de ações desenvolvidas pelo Ministério da Educação para apoiar as redes de ensino na implementação do Programa Escola e Comunidade, reforçando o compromisso com a gestão democrática, a educação integral e a construção de ambientes escolares mais participativos, acolhedores e conectados aos territórios. 

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

MEC destina R$ 6,9 milhões a instituições federais do RS

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O Ministério da Educação (MEC) destina R$ 6,9 milhões, em caráter emergencial, a instituições federais de ensino do Rio Grande do Sul afetadas pelos eventos climáticos que atingem o estado. Os recursos contemplam a Universidade Federal do Rio Grande (Furg), a Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e os institutos federais do Rio Grande do Sul (IFRS), Sul-Rio-Grandense (IFSul) e Farroupilha (IFFar). 

A destinação reúne recursos da Secretaria de Educação Superior (Sesu) e da Subsecretaria de Planejamento e Orçamento (SPO) do MEC e considera as demandas apresentadas pelas instituições diante dos impactos provocados pelas chuvas. 

Para a Furg, serão destinados R$ 2,2 milhões. Desse total, R$ 1,7 milhão será destinado pela Sesu e R$ 500 mil são alocados diretamente na Lei Orçamentária Anual (LOA) da universidade, por meio da SPO. A UFPel recebe a destinação de R$ 2,5 milhões, também por meio da Sesu. 

Institutos Federais – Na Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, o MEC destina R$ 400 mil ao IFRS, R$ 1,3 milhão ao IF Farroupilha e R$ 500 mil ao IFSul. 

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As instituições foram afetadas por diferentes ocorrências climáticas, com danos registrados em coberturas, estruturas prediais, esquadrias, instalações elétricas, equipamentos, áreas externas, ambientes acadêmicos, passarelas e moradias estudantis, entre outros espaços necessários ao funcionamento das unidades. No IFSul, os impactos alcançaram diversos campi e afetaram estudantes em situação de vulnerabilidade social. 

No IFRS, o Campus Rio Grande foi atingido por um temporal ocorrido em 21 de setembro. Entre as necessidades identificadas, estão a recuperação das instalações atingidas pelo evento climático e a recomposição do orçamento da instituição para o funcionamento da unidade. 

No IFFar, os impactos incluíram danos provocados por temporal com granizo no Campus Alegrete. Também foram identificadas necessidades de recuperação da infraestrutura nos campi Júlio de Castilhos, Santiago e Santo Ângelo. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) e da Secretaria de Educação Superior (Sesu) 

Fonte: Ministério da Educação

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