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Programação de Embarques de Açúcar nos Portos Brasileiros Mantém Volume Acima de 3 Milhões de Toneladas

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Porto de Santos Lidera Carregamentos de Açúcar

O total de navios aguardando embarque de açúcar nos portos brasileiros chegou a 76 na semana encerrada em 13 de agosto, uma leve redução em relação aos 80 registrados na semana anterior, segundo levantamento da agência marítima Williams Brasil.

O relatório aponta que foram programadas 3,317 milhões de toneladas de açúcar para embarque, contra 3,577 milhões na semana anterior.

O Porto de Santos (SP) concentra a maior parte da carga, com 2,205 milhões de toneladas, seguido por Paranaguá (PR) com 773,2 mil toneladas, São Sebastião (SP) com 166,9 mil toneladas, Imbituba (SC) com 141,6 mil toneladas, Itajaí (SC) com 20 mil toneladas e Santana (AP) com 6 mil toneladas.

Variedades de Açúcar Programadas para Exportação

O açúcar a ser exportado é composto pelas seguintes variedades:

  • VHP: 3,123 milhões de toneladas
  • TBC: 114,7 mil toneladas
  • Cristal B150: 79,5 mil toneladas

O levantamento considera embarcações já ancoradas, aquelas em largo aguardando atracação e as com previsão de chegada até 2 de outubro.

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Exportações de Açúcar em Agosto Ultrapassam 1 Milhão de Toneladas

Segundo dados parciais da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), a receita diária média obtida com exportações de açúcar e melaços brasileiros atinge US$ 76,502 milhões em agosto, considerando seis dias úteis, enquanto o volume médio diário chega a 182,345 mil toneladas.

Até o momento, foram exportadas 1.094.070 toneladas de açúcar, gerando uma receita de US$ 459,015 milhões e preço médio de US$ 419,50 por tonelada.

Na comparação com agosto de 2024, quando a média diária foi de US$ 81,372 milhões, houve queda de 6% na receita diária. Já em volume, há aumento de 2,3% em relação às 178,220 mil toneladas diárias embarcadas em julho de 2024. O preço médio, por sua vez, apresentou queda de 8,1% frente aos US$ 456,60 por tonelada registrados em agosto de 2024.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União no Amazonas

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Um marco histórico para a aquicultura no Amazonas foi registrado nesta sexta-feira (25), no município de Iranduba, com a entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União para produção de pescado no estado. O documento permitirá ao usuário produzir tambaqui e representa uma nova etapa para o desenvolvimento da atividade aquícola na região, fomentando a geração de emprego e renda.

Durante a agenda em Manaus, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou o caráter inédito da iniciativa e a importância de ampliar o acesso às águas públicas para fortalecer a produção de pescado no país. “É de forma histórica que acontece a primeira entrega aqui no Amazonas. Estamos entregando para um usuário do município de Iranduba, que irá produzir em torno de 120 toneladas de tambaqui ao ano, gerando emprego, gerando oportunidade e gerando renda”, afirmou o ministro.

A iniciativa reforça o potencial do Amazonas para a produção de pescado e a importância de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento da cadeia produtiva da pesca e da aquicultura. Segundo o ministro, o estado reúne uma forte vocação para a atividade, com cerca de 151 mil pescadores e pescadoras e uma produção estimada em 80 mil toneladas de pescado por ano.

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Ciência e inovação para fortalecer a aquicultura

Na segunda parte da agenda em Manaus, o ministro Edipo Araujo visitou o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), onde conheceu as obras de reforma do laboratório voltado à aquicultura. A visita reforçou a importância da ciência e da pesquisa para o desenvolvimento de novas tecnologias, formação de profissionais e avanço da produção aquícola na Amazônia.

O espaço é considerado estratégico para a geração de conhecimento e para a formação de novos pesquisadores na área. Para o ministro, o fortalecimento da pesquisa é fundamental para ampliar a capacidade produtiva do setor e aumentar a competitividade do pescado brasileiro. “E só para lembrar que a aquicultura não é futuro, a aquicultura já é presente. Já é a cadeia produtiva do pescado que mais coloca alimento para a nossa mesa advindo das nossas águas. E por isso nós precisamos cada vez mais incentivar a pesquisa na aquicultura, crescer em inovação, crescer em tecnicismo, para que a gente possa despontar e concorrer com o mundo”, afirmou.

A visita ao INPA integra a agenda do Ministério da Pesca e Aquicultura voltada à aproximação com instituições de pesquisa e ao fortalecimento da ciência como instrumento para impulsionar a cadeia produtiva do pescado. A iniciativa também reforça a atuação na Amazônia, região estratégica para o desenvolvimento da pesca e da aquicultura brasileira.

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Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicutura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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