Várzea Grande

Projeto Dança e Inclusão inicia aulas nesta sexta-feira no CRAS São Mateus

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O projeto terá duração de cinco meses e, ao final desse período, será realizada uma mostra de dança para que as alunas apresentem tudo o que aprenderam ao longo das aulas

Nesta sexta-feira (27), os sonhos de pelo menos 50 crianças se tornam realidade. Serão iniciadas as aulas do Projeto Dança e Inclusão, no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do bairro São Mateus, em Várzea Grande.

Promovido pela Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, o projeto oferece aulas gratuitas de dança de Ballet e Jazz, como instrumento de inclusão social, incentivando a expressão corporal, a disciplina, a convivência e o fortalecimento dos vínculos comunitários.

Ao todo, foram disponibilizadas 50 vagas distribuídas entre as modalidades Baby Class (Ballet), Ballet Infantil e Jazz Iniciante.

O projeto terá duração de cinco meses e, ao final desse período, será realizada uma mostra de dança para que as alunas apresentem tudo o que aprenderam ao longo das aulas. O figurino da apresentação será cedido pelo projeto, sem custo para as famílias, sendo necessário apenas providenciar meia-calça e sapatilha.

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A organização orienta que as alunas cheguem com pelo menos 10 minutos de antecedência para garantir o bom andamento das atividades.

Para o Ballet, quem já possuir pode usar collant, meia-calça, saia e sapatilha. Quem ainda não tiver o traje pode comparecer de legging e meia. O cabelo deve estar preso, preferencialmente em coque.

Para o Jazz, a recomendação é utilizar roupa confortável para movimentos, como legging, camiseta e meia, com o cabelo preso em rabo de cavalo.

A Secretaria reforça que as vagas devem ser ocupadas apenas por quem realmente tenha disponibilidade para participar das aulas às sextas-feiras pela manhã, assegurando o melhor aproveitamento do projeto.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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