O projeto arquitetônico da nova sede do Laboratório Central de Saúde Pública de Mato Grosso (Lacen-MT) foi cedido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) para o Estado da Paraíba, com o objetivo de subsidiar a construção de um novo laboratório. O novo prédio do Lacen-MT, projetado e construído pela SES em Cuiabá, já está em fase de finalização.
De acordo com o secretário de Estado da Saúde da Paraíba, Ari Reis, as cooperações bilaterais e as parcerias com outros estados são de grande importância porque não só agilizam os processos, mas também reduzem os custos da gestão pública.
“Os projetos dos Lacens são muito específicos e poucas empresas executam essas obras, o que acaba gerando um custo maior para a contratação. Com essa parceria, economizaremos tempo e dinheiro público, uma vez que já podemos aplicar aspectos da experiência exitosa de Mato Grosso”, destacou.
A nova estrutura do Lacen de Mato Grosso recebeu um aporte financeiro de cerca de R$ 16,3 milhões em obras e está sendo construída ao lado do Hospital Central, no Centro Político Administrativo, em Cuiabá.
Esta nova sede será equipada com um parque tecnológico de última geração, incluindo equipamentos exclusivos na América Latina.
“A construção da nova sede do Lacen de Mato Grosso é resultado de um grande trabalho das equipes da SES. Além da melhoria estrutural, nós estamos investindo em novos equipamentos tecnológicos. O objetivo é ter em solo mato-grossense um dos Laboratórios Centrais mais modernos e eficientes do país”, disse o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo.
Obra está na fase de montagem dos móveis e instalação dos equipamentos
Já a secretária adjunta de Obras da SES, Mayara Galvão, avaliou que a cessão dos projetos fortalece o Sistema Único de Saúde (SUS).
“A construção do novo Lacen de Mato Grosso poderá contribuir com a construção do Lacen da Paraíba, por meio da doação dos nossos projetos, que servirão de base para a edificação em outro estado. Esse apoio irá fortalecer o SUS, com instalações dignas e capazes de atender a demanda com grande êxito”, declarou.
A diretora do Lacen de Mato Grosso, Elaine Cristina de Oliveira, destacou que os Lacens não possuem um modelo padrão estabelecido pelos órgãos de controle, o que faz com que cada unidade busque soluções próprias para elaboração de seus projetos.
“Atualmente, não há um formato padrão estabelecido por um órgão de controle para os Lacens. Muitas vezes, começamos a construção do zero, com base nas necessidades específicas do estado e nas práticas predominantes adotadas por outros laboratórios. A partir disso, seguimos adaptando e desenvolvendo o espaço, moldando-o conforme as demandas surgem e com base nas experiências anteriores”, explicou.
A gestora ainda esclareceu que o interesse do Governo da Paraíba pelo projeto realizado em Mato Grosso se deu após apresentações em reuniões nacionais, tendo em vista a similaridade dos terrenos.
“O interesse surgiu porque a Paraíba possui um terreno similar ao nosso e eles estavam começando do zero. Eles já haviam enfrentado alguns problemas e questões estruturais. Decidiram vir até nós para conhecer o trabalho e solicitar a cessão das plantas do projeto. Estamos compartilhando essas plantas com eles, que farão alguns ajustes. A ideia é que esse modelo se torne um exemplo a ser seguido”, concluiu.
Os estudantes dos 7º, 8º e 9º anos e Ensino Médio da Rede Estadual de Ensino podem se inscrever para a 18º Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB) até o dia 24 de abril. O evento é uma competição que busca promover o desenvolvimento do pensamento histórico, crítico e investigativo dos estudantes.
A ONHB se destaca por adotar uma abordagem inovadora no ensino de História, sendo baseada na análise e interpretação de diferentes tipos de fontes históricas, como documentos escritos, imagens, mapas, charges e outros registros culturais.
Com o objetivo de ser uma ação formativa que estimula os competidores a refletirem sobre a História do Brasil, a olimpíada contribui diretamente para a formação de estudantes mais conscientes, analíticos e preparados para compreenderem a sociedade contemporânea.
O evento é estruturado em fases, que são realizadas majoritariamente de forma online, onde os participantes são desafiados a resolver questões que exigem interpretação, argumentação e articulação de conhecimentos históricos.
Inscrições
As inscrições são realizadas de forma online no site da olimpíada. Os alunos de escolas públicas estão isentos de pagamento de taxa de inscrição.
A participação ocorre por meio de equipes compostas por três estudantes e um professor orientador, que é o responsável por acompanhar e mediar o processo de aprendizagem.
Premiação
A divulgação dos estudantes, professores e equipes premiadas será feita pela Comissão Organizadora da Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB), de acordo com o calendário oficial do evento. O resultado sairá no site oficial da olimpíada.
A premiação consiste na concessão de medalhas de ouro, prata e bronze, distribuídas conforme o desempenho das equipes e proporcionalmente ao número de participantes por nível de ensino.
As escolas das equipes medalhistas também recebem troféus correspondentes às medalhas conquistadas. As demais equipes finalistas, bem como seus estudantes e professores, recebem medalha de participação, denominada “medalha de cristal”, além de certificados.
18º Olimpíada Nacional em História do Brasil
A Olimpíada Nacional em História do Brasil é um projeto de extensão desenvolvido pelo Departamento de História da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O projeto conta com participação de docentes, alunos de pós-graduação e de graduação.
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