Mato Grosso

Proposta de imersão literária e distribuição de livros fomenta economia criativa

Publicado

Com a proposta de promover um dia inteiro de imersão literária, apoio ao pequeno empreendedor e acesso ao conhecimento, a terceira edição da Livraiada, Feira de Livretos e Escritores, retorna ao cenário cultural de Mato Grosso neste sábado (13/12), na loja Tchá Por Discos, na avenida Edgar Vieira, 640, bairro Boa Esperança, em Cuiabá. O intuito é impulsionar a literatura e a economia criativa regional, com uma programação diversificada.

O projeto é viabilizado com recursos do edital MT Criativo – edição Lei Paulo Gustavo, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel). “O Livraiada é um dos poucos projetos de feira que oportunizou o protagonismo da literatura. Nesse sarau, o projeto vai fazer a aquisição de algumas obras de autores mato-grossenses, fomentando o mercado editorial”, destaca a superintendente de Desenvolvimento da Economia Criativa da Secel, Keiko Okamura.

Pela manhã, entre 10h e 12h, vai ser ministrada a oficina “Filosofia, Arte e Conhecimento”, pelo professor Júlio Custódio, que convida o público à reflexão, pensamento crítico e à apreciação artística.

Leia mais:  Unemat obtém aprovação de dois novos cursos de doutorado junto ao Capes

A organização da feira promove também um “Sarau Livre” com microfone disponível, que convida o público a declamar poesias e textos autorais ou favoritos. Um dos participantes confirmados é o jornalista, escritor e membro da Academia Mato-grossense de Letras, Lorenzo Falcão, com vasta experiência e contribuições para a cultura.

O evento prevê a distribuição gratuita de livros de autores regionais, o que permite à população contato direto com a produção literária de Mato Grosso. A Livraiada mantém o foco no incentivo à produção local. “A iniciativa surge no sentido de fomento à literatura e incentivo ao leitor. Quando falamos em economia criativa, incluímos a distribuição do produto, produzido aqui no Estado, e na divulgação dessa literatura, feita também em Mato Grosso, e na formação”, frisa Keiko.

Escritores independentes que desejarem vender livros durante a feira estão convidados para apresentar as obras diretamente ao público leitor e fortalecer a comunidade literária.

Pela tarde, está prevista uma apresentação de DJ, com música para a celebração cultural, entre 17h e 20h.

O evento é uma produção do Coletivo Livraiada, com o apoio da Tchá Por Discos. O Sarau Literário Livraiada foi contemplado no edital MT Criativo – Feira de Economia Criativa/Solidária, promovido pela Secel com recursos da Lei Paulo Gustavo. Também conta com apoio do Ministério da Cultura e Governo Federal.

Leia mais:  Bombeiros combatem incêndio em vegetação em Santo Antônio do Leverger

Fonte: Governo MT – MT

Comentários Facebook
publicidade

Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

Publicado

Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

Leia mais:  Corpo de Bombeiros alerta para estiagem severa e pede apoio da população na prevenção de incêndios florestais

A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana