Mato Grosso

Quinta-feira (16) é o último dia para se inscrever no Vestibular Unemat 2026

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Nesta quinta-feira (16.10) serão encerradas as inscrições para o Concurso Vestibular 2026/1 da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat). Esta edição oferta 2.350 vagas em 59 cursos, distribuídos em 11 municípios do Estado. As inscrições custam R$ 180 para o seletivo por prova e R$ 60 para o seletivo por histórico escolar.

O candidato que ainda estiver cursando o 3º ano do Ensino Médio poderá participar. Para isso, deverá enviar o histórico escolar provisório, do 1º e 2º ano do Ensino Médio, que pode ser retirado na secretaria da escola onde estuda.

Este vestibular contará com dois processos seletivos, dependendo do curso de interesse do candidato: um por prova e outro por análise de histórico escolar do Ensino Médio. O edital completo e a página de inscrições podem ser acessadas clicando aqui.

As provas serão realizadas nas cidades de Alta Floresta, Alto Araguaia, Barra do Bugres, Cáceres, Cuiabá, Diamantino, Juara, Nova Mutum, Nova Xavantina, Pontes e Lacerda, Rondonópolis, Sinop e Tangará da Serra.

O Vestibular 2026/1 compreende duas fases: a primeira consta de quatro provas objetivas com questões sobre Ciências da Natureza e suas tecnologias, Matemática e suas tecnologias, Ciências Humanas e suas tecnologias, e Linguagens, Códigos e suas tecnologias; já a segunda etapa constitui-se de prova de redação. As duas fases da prova serão realizadas em etapa única no dia 30 de novembro, das 13 às 18 horas.

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O resultado final será divulgado a partir do dia 30 de janeiro. O período letivo terá início no dia 23 de fevereiro. Todas as informações sobre as etapas do Vestibular e seus editais podem ser acessadas em vestibular.unemat.br.

Em caso de dúvidas, o candidato pode entrar em contato com a Assessoria de Gestão de Concurso e Vestibulares (Covest) pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (65) 98120-0095.

Cursos com ingresso por histórico escolar:

Administração (Noturno): Diamantino, Juara, Nova Mutum, Sinop e Tangará da Serra

Arquitetura e Urbanismo (Integral): Barra do Bugres

Ciência da Computação: Alto Araguaia (Noturno), Barra do Bugres (Noturno) e Cáceres (Matutino)

Ciências Biológicas (Noturno): Alta Floresta, Cáceres, Nova Xavantina e Tangará da Serra

Ciências Econômicas (Noturno): Sinop

Educação Física: Cáceres (Matutino) e Diamantino (Noturno)

Engenharia Civil (Integral): Nova Xavantina, Sinop e Tangará da Serra

Engenharia de Produção Agroindustrial (Noturno): Barra do Bugres

Engenharia Elétrica (Integral): Sinop

Engenharia Florestal (Noturno): Alta Floresta

Geografia (Noturno): Cáceres e Sinop

Gestão e Inovação em Agronegócios (Noturno): Tangará da Serra

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História (Noturno): Cáceres

Jornalismo (Noturno): Tangará da Serra

Letras (Noturno): Alto Araguaia, Cáceres, Pontes e Lacerda, Sinop e Tangará da Serra

Matemática (Noturno): Barra do Bugres, Cáceres e Sinop

Pedagogia (Noturno): Cáceres, Juara e Sinop

Sistemas de Informação (Noturno): Sinop

Tecnologia em Alimentos (Noturno): Barra do Bugres

Zootecnia (Matutino): Pontes e Lacerda

Cursos com ingresso por prova:

Agronomia (Integral): Alta Floresta, Cáceres, Nova Mutum, Nova Xavantina e Tangará da Serra

Ciências Contábeis (Noturno): Cáceres, Nova Mutum, Sinop e Tangará da Serra

Direito: Alta Floresta (Noturno), Barra do Bugres (Noturno), Cáceres (Matutino), Diamantino (Noturno) e Pontes e Lacerda (Noturno)

Enfermagem (Integral): Cáceres, Diamantino e Tangará da Serra

Medicina (Integral): Cáceres

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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