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Reforma Tributária e inovação são destaques na segunda edição do Conexão Castrolanda

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Evento fortalece relacionamento e gestão estratégica no campo

A Castrolanda realizou, entre os dias 28 e 30 de outubro, a segunda edição do Conexão Castrolanda, com encontros em Castro (PR) e Itaberá (SP). A iniciativa reuniu cooperados e equipes técnicas com o objetivo de fortalecer o relacionamento, ampliar o acesso à informação e oferecer conteúdos estratégicos voltados à gestão das propriedades rurais.

Durante a programação, foram abordados temas essenciais para o setor agropecuário, como Reforma Tributária, Nota Fiscal Eletrônica, cenários de mercado, soluções financeiras e as novas funcionalidades do aplicativo Ágil Castrolanda. Os debates reforçaram a importância da inovação, da capacitação contínua e da gestão moderna no dia a dia do produtor rural.

Capacitação e transparência como pilares da cooperativa

De acordo com Tiago Frank Saldanha, supervisor de Cooperativismo da Castrolanda, o Conexão Castrolanda faz parte do mapa estratégico da cooperativa, que busca fortalecer a comunicação com os cooperados e incentivar a profissionalização da gestão rural.

“O Conexão mostrou-se um verdadeiro espaço de integração e troca de conhecimento, reforçando o compromisso da cooperativa em atuar de forma colaborativa e transparente, sempre com foco no sucesso e na sustentabilidade dos cooperados”, destacou Saldanha.

Segundo o supervisor, a proposta vai além da atualização técnica, consolidando-se como um canal de conexão entre produtores, técnicos e especialistas.

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Reforma Tributária: o principal tema em debate

Um dos principais pontos da programação foi a Reforma Tributária, considerada a maior mudança do sistema fiscal brasileiro nas últimas décadas.

Para Vanessa Pereira da Silva, supervisora Tributária da Castrolanda, o evento foi essencial para aproximar os cooperados das transformações que irão impactar diretamente o setor.

“A criação do IBS e da CBS inaugura uma nova era para a tributação do consumo. O grande desafio para 2026 será a adequação às novas obrigações e à emissão de notas fiscais em um modelo unificado. Informação e conformidade serão os pilares do sucesso nessa nova realidade”, afirmou Vanessa.

Integração e tecnologia impulsionam o futuro do agronegócio

Com uma abordagem prática e multidisciplinar, o Conexão Castrolanda reforçou a importância da gestão eficiente, da capacitação contínua e do uso de ferramentas tecnológicas como aliadas do desenvolvimento sustentável do produtor rural.

A iniciativa consolidou-se como um ambiente de aprendizado e inovação, reafirmando o papel da cooperativa em apoiar a competitividade do agronegócio brasileiro e preparar seus cooperados para os novos desafios tributários e tecnológicos do setor.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de milho oscila no Brasil com pressão da colheita e baixa liquidez nas negociações

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Mercado de milho registra oscilações e baixa liquidez no Brasil

O mercado de milho no Brasil tem apresentado comportamento misto nos últimos dias, marcado por oscilações nos preços e baixo volume de negociações. De acordo com análise da TF Agroeconômica, o cenário reflete uma combinação de fatores sazonais, climáticos e movimentos do mercado internacional.

Na B3, os contratos mais curtos registraram pressão negativa, enquanto os vencimentos mais longos apresentaram leve recuperação, sustentados principalmente pela demanda externa.

Avanço da colheita de verão pressiona preços no curto prazo

A principal pressão sobre os preços imediatos está relacionada ao avanço da colheita da safra de verão. O aumento da oferta disponível no mercado interno, somado às expectativas positivas para a segunda safra (safrinha), mantém os compradores em posição confortável.

Além disso, revisões recentes indicando aumento na produção reforçam o viés de baixa no curto prazo, limitando movimentos de valorização.

Demanda internacional sustenta contratos mais longos

Apesar da pressão no mercado físico, os contratos mais longos encontram suporte na atuação do comprador internacional. A demanda externa contribui para equilibrar parcialmente o mercado, evitando quedas mais acentuadas nas cotações futuras.

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Outro fator de pressão vem do cenário global, com expectativa de uma safra maior na Argentina, o que amplia a oferta mundial e influencia diretamente os preços.

Mercado regional: preços e ritmo de negócios variam entre estados

O comportamento do mercado também varia entre as principais regiões produtoras do país:

  • Rio Grande do Sul: No estado, o mercado segue com baixa liquidez, com preços variando entre R$ 56,00 e R$ 62,00 por saca. A colheita avança de forma irregular devido às chuvas frequentes, embora a produtividade média seja considerada positiva.
  • Santa Catarina: O mercado permanece travado, com pouca movimentação. O descompasso entre os preços pedidos pelos vendedores e as ofertas dos compradores limita o fechamento de negócios.
  • Paraná: A colheita da primeira safra está praticamente concluída, enquanto a segunda safra apresenta boas condições, favorecida por melhora recente no clima. Ainda assim, o ritmo de negociações segue lento, com compradores focados no curto prazo.
  • Mato Grosso do Sul: Os preços mostram reação após quedas anteriores, impulsionados principalmente pela demanda do setor de bioenergia. Apesar disso, a liquidez ainda é considerada limitada.
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Câmbio e demanda seletiva influenciam ritmo do mercado

O cenário macroeconômico também influencia o comportamento do mercado. O câmbio abaixo de R$ 5,00 reduz a competitividade das exportações, enquanto a demanda interna atua de forma seletiva.

Esse conjunto de fatores mantém o mercado brasileiro em compasso de espera, com negociações pontuais e maior cautela por parte dos agentes.

Perspectiva para o milho indica mercado cauteloso no curto prazo

De forma geral, o mercado de milho segue marcado por cautela. O avanço da colheita, a expectativa de uma safrinha robusta e o cenário internacional pressionam os preços no curto prazo.

Ao mesmo tempo, a demanda externa e fatores climáticos continuam no radar, podendo influenciar os próximos movimentos. Até lá, a tendência é de manutenção da baixa liquidez e de negociações mais estratégicas por parte de produtores e compradores.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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