Saúde

Representante do Ministério da Saúde vistoria ambulâncias do SAMU 192 em Goiás

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O secretário-executivo adjunto Nilton Pereira Junior esteve em Goiânia nesta sexta-feira (4) para vistoriar ambulâncias do SAMU 192 em Goiás. A visita ocorreu no Câmpus Samambaia da Universidade Federal de Goiás (UFG).

As 20 ambulâncias vistoriadas atendem cerca de 3,73 milhões de habitantes em Goiânia e municípios do interior, fortalecendo a rede de atendimento de urgência e emergência regional. Os veículos integram o conjunto de investimentos federais de R$ 5,85 milhões por meio do Novo PAC Saúde e ajudaram a renovar a frota do estado.

Entre os municípios que contam com o atendimento dos veículos estão Goiânia, Aparecida de Goiânia, Anápolis, Águas Lindas de Goiás, Caldas Novas, Formosa, Catalão, Goianésia, Valparaíso de Goiás, Alto Paraíso de Goiás, Alexânia, Anicuns, Barro Alto, Cristalina, Edealina, Itaberaí, Itumbiara, Goiás, Ipameri e Itaguaru.

“Com novos veículos, os municípios têm menos custos com manutenção, além de melhorar o atendimento para a população e as condições de trabalho para os trabalhadores do SAMU, uma vez que são ambulâncias mais modernas e com equipamentos de última geração”, explicou Nilton Pereira Junior.

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Em Goiás, o Novo PAC Saúde teve cerca de 1,2 mil obras, novos equipamentos e veículos selecionados, um investimento direto de mais de R$ 1,15 bilhão.

Centro de Radioterapia do HC/UFG é referência

Durante a agenda na capital goiana, Nilton Pereira Junior também realizou uma visita técnica às instalações do novo Centro de Radioterapia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás (HC/UFG), que é referência no tratamento de câncer no Centro-Oeste.

A unidade recebeu um novo acelerador linear no valor de R$ 15 milhões por meio do Programa de Expansão da Radioterapia no SUS (PERSUS), no âmbito do Novo PAC. O equipamento, que está em operação desde novembro de 2025, permite expandir e qualificar o tratamento de pacientes oncológicos atendidos pela rede pública de saúde na região. A vistoria permitiu acompanhar in loco a execução dos serviços e atestar o pleno funcionamento da estrutura.

Atendimentos pelo crédito financeiro no Hospital Santa Marta

Ainda em Goiânia, o diretor acompanhou o início dos atendimentos no Hospital Santa Marta, gerido pelo Instituto de Gestão e Humanização (IGH). A unidade aderiu à modalidade de crédito financeiro do Programa Agora Tem Especialistas, do Ministério da Saúde.

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Pelo modelo adotado, a instituição privada realiza procedimentos inteiramente gratuitos para pacientes do SUS em troca de créditos financeiros, que podem ser utilizados para abater tributos com a União. Em Goiás, a proposta contratada com o IGH soma R$ 29,4 milhões e prevê a realização anual de mais de 6,5 mil procedimentos médicos.

A oferta contratada contempla procedimentos em cardiologia, ortopedia, ginecologia e outras especialidades. Nacionalmente, o programa já formalizou R$ 1 bilhão em créditos financeiros com 259 instituições para a realização de mais de 600 mil consultas, exames e cirurgias pelo SUS.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Saúde

Ministério da Saúde debate avaliação de tecnologias em saúde para doenças ultrarraras em evento internacional

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O Ministério da Saúde participou, nos dias 16 e 17 de setembro, do II Workshop Internacional de Avaliação de Tecnologias em Saúde para Doenças Ultrarraras, no Rio de Janeiro.  Com o tema “Evidências que conectam ciência, avaliação e decisão em saúde”, o encontro reuniu especialistas nacionais e internacionais para discutir desafios metodológicos e novas perspectivas em Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS) aplicadas às doenças ultrarraras. 

A pasta foi representada pela diretora do Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde, da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE/MS), Luciene Bonan. “Nas doenças ultrarraras, os desafios para produzir e interpretar evidências são ainda maiores, e isso exige que a avaliação de tecnologias em saúde avance também do ponto de vista metodológico”, destacou a diretora. 

O evento foi promovido pelo Instituto Nacional de Cardiologia (INC) e pela Fundação Pró-Coração (Fundacor), com cooperação do Ministério, da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e da Universidade de York. 

Um dos destaques do evento foi a participação do professor Michael Drummond, referência internacional em Economia da Saúde e ATS da Universidade de York, no Reino Unido. 

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Transmitida ao vivo com tradução simultânea, a programação contou com um curso introdutório de estimativa de custos em relatórios de ATS para o Sistema Único de Saúde (SUS), painéis internacionais e mesas-redondas de temas como equidade e acessibilidade financeira. 

Também foram apresentados trabalhos do Projeto York, programa de cooperação científica e metodológica firmado a partir de um memorando de entendimento entre o Ministério da Saúde e a Universidade de York. 

Além de ampliar o intercâmbio entre os centros de pesquisa brasileiros e a universidade britânica, a parceria tem o objetivo de fortalecer a cooperação científica no desenvolvimento de pesquisas nas áreas de avaliação de tecnologias em saúde, considerando limiares de custo-efetividade alternativos, fatores de equidade e métodos para a avaliação de impacto de políticas de saúde. 

Como explicou Luciene Bonan, a iniciativa também visa otimizar o processo de incorporação de tecnologias em saúde ao SUS, discutindo parâmetros econômicos e metodologias específicas para a avaliação de evidências no contexto das doenças ultrarraras. 

“O trabalho desenvolvido em parceria com a Universidade de York contribui justamente para qualificar esse debate e oferecer ao Ministério da Saúde instrumentos mais adequados para apoiar decisões baseadas em evidências, considerando as particularidades dessas tecnologias e o contexto do SUS” pontuou. 

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As pesquisas deverão subsidiar a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) durante as etapas de deliberação dos medicamentos e procedimentos que serão oferecidos pela rede pública de saúde. 

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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