Mato Grosso

Restaurante Prato Popular serve 170 mil refeições à população em situação de vulnerabilidade em um ano

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O Restaurante Prato Popular, em funcionamento desde 2006 em Cuiabá, serviu aproximadamente 102 mil refeições para a população em vulnerabilidade social em 2024, com refeições no valor de R$ 1. O restaurante também serviu quase 68 mil marmitas para a população em situação de rua durante o ano, totalizando 170 refeições oferecidas no decorrer do ano passado.

Com o investimento do Governo de Mato Grosso superior a R$ 1,4 milhão, o restaurante é gerenciado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), e sob o olhar da primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, atende em horário de almoço, de segunda a sexta-feira.

“O Restaurante Prato Popular é muito mais do que um espaço para refeições: é um gesto concreto de solidariedade e humanidade. Nele, oferecemos refeições de qualidade para nossa população mais vulnerável, além de marmitas para aqueles que estão em situação de rua, garantindo dignidade a quem mais precisa. Esse é um exemplo claro do compromisso do nosso Governo com as pessoas, trabalhando incansavelmente para proporcionar um futuro melhor e mais justo para todos”, declarou a primeira-dama do Estado, Virginia Mendes.

A secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania, cel. Grasi Bugalho, destacou o compromisso do Governo de Mato Grosso com a segurança alimentar da população.

“Esse compromisso é evidente em programas como o SER Família, que realiza a transferência de renda, e o SER Família Solidário, que distribui cestas de produtos alimentícios para as famílias mais vulneráveis. O Restaurante Prato Popular segue a mesma lógica, garantindo refeições de qualidade por um valor simbólico de R$ 1. Todo o cardápio é elaborado sob supervisão nutricional, assegurando tanto a qualidade quanto a quantidade ideal para promover a segurança alimentar de quem opta pelo Prato Popular”, afirmou a secretária.

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Tereza Maria da Silva, moradora do bairro Chácara dos Pinheiros, é frequentadora do Restaurante Prato Popular há mais de quatro anos e recomenda o local para todos os conhecidos.

“Eu venho fazer as minhas refeições de segunda a sexta e recomendo para os meus vizinhos e amigos. Já cansei de trazer gente para almoçar aqui. A comida é deliciosa, de qualidade e o atendimento dos servidores é maravilhosa. Todos eles nos tratam muito bem. É uma segunda família pra muitos de nós que frequentamos aqui”, disse.

Além da refeição servida no Restaurante Prato Popular no horário de almoço, de segunda a sexta-feira, o Governo de Mato Grosso, por meio do SER Família Solidário, também entrega marmitas aos moradores de Cuiabá em situação de rua, no período noturno, todos os dias da semana. Ao todo, 67.993 mil marmitas foram distribuídas.

Investimentos

Para garantir a segurança alimentar e nutricional da população na Capital, o Governo de Mato Grosso, entre 2019 a 2024, investiu mais de R$ 8,4 milhões para o fornecimento de alimentação no Restaurante Prato Popular e marmitas à população em situação de rua, totalizando em mais de 1 milhão de refeições distribuídas. Mesmo durante a pandemia, foram servidas refeições até mesmo nos fins de semana para a população de rua.

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Em 2023, a gestão estadual publicou o decreto do Plano Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional do Estado de Mato Grosso (Plesan) para o quadriênio 2023/2027, que é executado pela Setasc.

De acordo com os dados levantados pela Setasc, por meio da Superintendência de Segurança Alimentar e Nutricional, o número de famílias em situação de vulnerabilidade alimentar foi fortemente agravado pelo impacto causado pela Covid-19.

O Plesan tornou-se o principal instrumento de planejamento, gestão e execução da Política Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional (Pesan), visando a promoção e garantia da segurança alimentar e nutricional das famílias em extrema vulnerabilidade social. Além disso, o PLESAN pode subsidiar não apenas o governo estadual na elaboração do Plano Plurianual (PPA), mas também pelas Gestões Municipais, Conselhos Públicos Setoriais, Legislativo Estadual e Municipais na elaboração e revisão de outras políticas públicas voltadas ao fortalecimento da Segurança Alimentar e Nutricional.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Delegada-geral destaca fortalecimento da Polícia Civil e avanço no combate às facções criminosas em MT

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A Polícia Civil de Mato Grosso recebeu investimentos expressivos ao longo dos últimos sete anos, garantindo melhores estruturas, mais valorização dos servidores, reforço no efetivo e o aprimoramento das ações de inteligência, resultando no fortalecimento da instituição e na melhoria de indicadores criminais.

À frente da instituição desde 2023, a delegada-geral, Daniela Silveira Maidel, ressalta as principais ações desenvolvidas pela instituição, os resultados alcançados no combate à criminalidade e os desafios enfrentados na área da segurança pública.

Confira a entrevista abaixo:

Quais foram os desafios encontrados quando a senhora assumiu a gestão da Polícia Civil?

Assumimos a gestão em 2023 com o desafio de fortalecer a estrutura da Polícia Civil, valorizar os servidores e ampliar a capacidade de resposta da instituição em um estado de dimensão continental como Mato Grosso – um trabalho exigiu planejamento, diálogo e decisões firmes desde o início.

Na época, os principais desafios foram recompor e fortalecer o efetivo, e conseguimos o reforço de 46 delegados, 384 investigadores e 290 escrivães, além de continuar a modernização da investigação, ampliar a presença da Polícia Civil no interior e promover um intenso combate às facções, aos crimes violentos e a violência contra grupos vulneráveis.

Agora, o grande desafio é acompanhar a evolução da criminalidade com uma polícia cada vez mais técnica, moderna e eficiente. Para isso, temos investido em inteligência, tecnologia, capacitação, integração entre unidades e fortalecimento das delegacias no interior.

Quais foram os avanços da Polícia Civil ao longo dos últimos anos?

A Polícia Civil conquistou muitos avanços nos últimos sete anos, mas, especialmente nesses três anos e 6 meses de gestão, avançamos muito na valorização profissional, na melhoria das condições de trabalho, na capacitação de servidores e na modernização das ferramentas utilizadas na atividade policial. Também buscamos uma gestão mais próxima, ouvindo as demandas das unidades e dos profissionais. Despertamos o sentimento de pertencimento.

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A população também passou a contar com uma Polícia Civil mais estruturada, mais integrada e mais presente. Houve avanço no atendimento digital, na qualificação das investigações, na ampliação de operações e no atendimento mais humanizado, especialmente às vítimas de violência doméstica.

Vejo esses avanços como resultado de planejamento e compromisso institucional. Os investimentos em tecnologia, estrutura, viaturas, equipamentos, especialmente na capacitação e inteligência trouxeram mais eficiência à investigação e melhores respostas à sociedade.

O que a senhora considera que deixará como legado à Polícia Civil desse período em que está na gestão?

Acredito que o principal legado é uma instituição mais estruturada, mais valorizada e mais consciente do seu papel estratégico na segurança pública. Uma Polícia Civil que investiga com técnica, atua com firmeza e mantém o compromisso com a sociedade.

Ao longo dos anos a Polícia Civil vem aumentando gradativamente o número de operações e o volume de prisões, apreensões e outras medidas cautelares. Qual foi a metodologia adotada pela Polícia Civil para garantir mais eficiência em todo o Estado de Mato Grosso?

Adotamos uma metodologia baseada em planejamento, inteligência policial, análise de dados e integração entre as unidades. As operações passaram a ser construídas com foco em alvos prioritários, repressão qualificada e enfraquecimento das estruturas criminosas, promovendo especialmente na asfixia financeira. Tudo isso fortalece a investigação e permite uma resposta mais rápida e precisa.

E como a senhora avalia a atuação da Polícia Civil no enfrentamento às facções criminosas?

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A Polícia Civil tem atuado de forma firme, técnica e estratégica. O enfrentamento à criminalidade não se limita às prisões; também buscamos descapitalizar as facções, bloquear valores, apreender bens e enfraquecer financeiramente essas organizações.

Como quanto ao combate aos crimes informáticos praticados por meio eletrônico?

Temos ampliado a atuação nessa área com capacitação, ferramentas tecnológicas e unidades preparadas para investigar crimes praticados no ambiente virtual. É uma criminalidade dinâmica, que exige atualização constante e resposta técnica.

A Polícia Civil está preparada para dar uma resposta à sociedade no combate à criminalidade?

Sim. A Polícia Civil está cada vez mais preparada, com servidores capacitados, investimento em tecnologia, atuação integrada e foco na investigação qualificada. Evidentemente, os desafios são permanentes, mas a instituição tem demonstrado capacidade de resposta.

Há um anseio geral da sociedade no combate aos crimes de violência praticada em razão do gênero, especialmente dos feminicídios. Como a Polícia Civil tem contribuído nesse combate?

Esse é um tema tratado como prioridade. A Polícia Civil atua na repressão, na investigação qualificada, no atendimento humanizado às vítimas e na integração com a rede de proteção.

Qual o planejamento da Polícia Civil para os próximos meses deste ano?

Nosso planejamento é continuar fortalecendo a presença da Polícia Civil em todo o Estado, com foco na investigação qualificada, no combate às organizações criminosas, na redução dos crimes violentos e na melhoria do atendimento à população. Também seguimos investindo em tecnologia, capacitação e integração entre as unidades.

Fonte: Governo MT – MT

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