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Rio de Janeiro: 12 bares na Zona Sul, dos hypados aos clássicos de uma vida

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Rio de Janeiro: 12 bares na Zona Sul, dos hypados aos clássicos de uma vida
Maurício Brum

Rio de Janeiro: 12 bares na Zona Sul, dos hypados aos clássicos de uma vida

Não é novidade que a Zona Sul seja um dos lugares mais frequentados por turistas que visitam o Rio de Janeiro. O combo é imbatível: praias, paisagens, gente. Muito do imaginário que se criou sobre o Rio é fruto desse pedaço tão vibrante e cheio de bossa. E os endereços interessantes se multiplicam por Copacabana, Ipanema, Leblon, Botafogo e além. Bares, botequins, portinhas, tem tudo um pouco. Confira abaixo 12 opções – novas ou tradicionais – da Zona Sul do Rio para curtir um happy hour, beliscar ou ir noite adentro nos pedaços mais famosos da cidade.

1. Boteco Belmonte (Ipanema)

Inaugurado em 2021 na avenida Vieira Souto esquina com a Farme de Amoedo, a oitava unidade do Belmonte é um acontecimento da zona sul. O lugar é lindo, o pé-direito é alto e os janelões enquadram a praia de Ipanema de ângulos perfeitos. E ainda tem o terraço que vira um camarote fabuloso no fim de tarde.

Há mesas internas e externas, farta opção de drinques e chope gelado e, entre as inúmeras possibilidades de petisco, o carro-chefe são as empadas abertas servidas pelos garçons que circulam equilibrando os diferentes sabores em bandejas. Não deixe de provar a de camarão e a de carne seca com catupiry, duas das mais elogiadas da casa.

Endereço: Av. Vieira Souto, 236 – Ipanema.

2. Qui Qui (São Conrado)

Com uma bela vista da Pedra da Gávea em pleno calçadão São Conrado, o Qui Qui é muito mais do que um quiosque. A ousadia na cozinha já rendeu ao local o Prêmio Sabores da Orla , com destaque para o prato Fogo e Paixão – um risoto de arroz negro com barriga de porco, camarão flambado, polvo e requeijão de queijo.

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O cardápio une o melhor desses dois mundos, tentando mesclar a comida de quiosque com toques mais requintados. Uma amostra disso é a porção de mini coxinhas de costela e aioli de ervas ou o camarão da casa com musseline de abacate e geleia de pimenta. No fim tarde costuma rolar sambinha ou DJ. Partiu Sanca?

Endereço: Av. Prefeito Mendes de Moraes, s/n (QS 5A e 5B, em frente ao nº 900) – São Conrado.

3. Baixela (Copacabana)

Opção acolhedora em Copacabana, o Baixela faz sucesso por sua simplicidade e por servir comida de botequim a preços justos. A ironia começa pelo próprio nome – “baixela” é como se chama o conjunto de utensílios, geralmente luxuosos, para servir à mesa em um banquete, como travessas, talheres e copos.

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As porções bem servidas fazem sucesso e a chance de comer um PF bem servido por menos de R$ 35 em uma região bombada transformou o lugar em um hit instantâneo desde a inauguração, no começo de 2023. Não deixe de conferir a degustação de batidas, com cinco doses servidas na mesa e a possibilidade de combiná-las em variações praticamente infinitas.

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Endereço: Av. Rainha Elisabeth, 85 – Copacabana.

4. Bar de Sto. Antônio (Leblon)

Aportou no Leblon no mês de agosto um bamba de Niterói. O chef Alexandre Henriques atravessou a Baía de Guanabara para levar a culinária portuguesa do Gruta de Sto. Antônio para um charmoso endereço no Leblon. O Bar de Sto. Antônio investe bem na ideia de boteco português, da decoração à comida.

Com uma carta de vinhos e pratos tipicamente lusitanos, como o bacalhau com queijo da Serra da Estrela ou Arroz Pescador que vem com camarão, polvo e lula, o local comporta 80 pessoas em mesas distribuídas no salão e na calçada. Tudo isso, claro, sem perder o clássico charme do bar carioca.

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Endereço: Rua Humberto de Campos, 827-B – Leblon.

5. Xodózin (Copacabana)

Se o mar não chega a Minas Gerais, um pedacinho de Minas vai até o mar. Em Copacabana, praticamente com o pé na areia, o Xodózin se destaca pela ampla variedade de pratos mineiros com um toque gourmet, além de vasta opção de drinques – com muita música ao vivo até o fim da noite.

Vale provar o carro-chefe da casa, o torresmo de rolo acompanhado de farofa crocante e molho de cebola roxa caramelizada. Ou então o Boi na Cerca, que leva iscas de contrafilé ao molho madeira e vem com queijo e mandioca frita.

Endereço: Av. Atlântica, s/n (QC14 Posto 3) – Copacabana.

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6. Canoa Sushi Bar (Leblon)

O chef Marcelo Malta, um craque das carnes e também pescador nas horas vagas, serve no Canoa Sushi Bar , em plena Dias Ferreira, um legítimo omakase japônes – a preparação do que há de mais fresco no dia acontece na frente do freguês.

A opção mais pedida tem sido o percurso nipônico (partindo de R$ 250), servido em 12 etapas. Aproveite para pedir um bom saquê.

Endereço: Rua Dias Ferreira, 605-C – Leblon.

7. Nosso (Ipanema)

Descolado, divertido, coloridérrimo e muito badalado. São três andares, sendo um terraço com vista para a Praça Nossa Senhora da Paz, no fervo de Ipanema. O Nosso bar – que não é meu nem seu, mas gerenciado pelo chef Bruno Katz, que faz de tudo para clientela se sentir em casa – busca referências gastronômicas de todo país, seja nas comidas ou bebidas.

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Um bom exemplo da explosão de sabores está na pancetta curada em sal e cachaça, servida com picles de cebola roxa e sementes de mostarda, gochujang, supreme de limão e cebolinha.

O menu das bebidas fica por conta do premiado bartender Daniel Estevan, consagrado pelo drink Negroni Cunhã Puca. A versão amazônica do clássico leva gin infusionado com jambu, Campari infusionado com cogumelo yanomami, caxiri – bebida feita com mandioca-brava, conhecida como cerveja da Amazônia – e um blend de vermute italiano.

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Endereço: Rua Maria Quitéria, 91 – Ipanema.

8. Chanchada (Botafogo)

Uma parceria de empreendedores da gastronomia carioca, que inclui a turma do Nosso, fez nascer o Chanchada – uma das boas novas para quem busca alternativas em outra parte da Zona Sul, pelos lados de Botafogo.

Com estética retrô, parede ripada e até uma velha TV de tubo, a pedida são as porções, os PFs, bolinho de bochecha de boi desfiada, torresmo de barriga de porco, além de várias opções de batidas. As cadeiras dobráveis de metal são bem disputadas.

Endereço: Rua General Polidoro, 164-B – Botafogo.

9. Bunda de Fora (Copacabana e Ipanema)

Uma referência entre os bares cariocas, o Bunda de Fora conta com unidades em Copacabana e Ipanema . Com buffet no almoço, o local ficou famoso pelas porções de frutos do mar e porções, como a de frango a passarinho e a de batata frita.

Os drinques descem redondo, assim como o chope gelado, a caipirinha e as batidas.

Endereço: Rua Vinícius de Moraes, 178-B – Ipanema ou Rua Barata Ribeiro, 354 – Copacabana.

10. Os Imortais (Copacabana)

Chope bem gelado, pratos bem servidos ou petiscos de boteco, e futebol na TV sempre que possível. Os Imortais é uma opção clássica de Copacabana que reúne tanto locais quanto visitantes, com pratos que ornam bem a qualquer hora do dia.

Vale a pena se aventurar em alguns clássicos como o sanduíche Jorge Aragão – carne assada desfiada ao molho de cerveja preta, finalizada com cogumelo e tomates cereja.

Endereço: Rua Ronald de Carvalho, 147 e 154 – Copacabana.

11. Pavão Azul

Com bolinhos imperdíveis, como os de bacalhau e feijoada, o Pavão Azul é uma opção raiz para quem só quer sentar numa mesa de calçada e beber um chope no final da tarde.

Vale provar a patanisca de caranguejo que cai muito bem com uma pimentinha.

Endereço: Rua Hilário de Gouveia, 71 – Copacabana.

12. Restaurante Café Lamas (Flamengo)

Clássico é clássico e o Lamas merece estar em qualquer lista que se preze. Boa opção para beber um chope cremoso viajar pela história de um dos points gastronômicos mais emblemáticos daquela que era a capital do país quando o estabelecimento abriu as portas.

Fundado em 1874, o Lamas está celebrando seu 150º aniversário. Como o nome sugere, a pegada é mais de restaurante mesmo, o que também transparece no cardápio: a pedida clássica é o filé mignon, mas há variedade grande de lanches e petiscos.

Endereço: Rua Marquês de Abrantes, 18-A – Flamengo.

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Fonte: Turismo

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Turismo

Nova Ficha Digital de Hóspedes agiliza o check-in em mais 3.700 meios de hospedagem de todo o Brasil

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A nova Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNRH) em formato 100% digital já é uma realidade para os clientes de 3.773 meios de hospedagem de todo o Brasil, que passaram a ter de adotar integralmente o sistema a partir dessa segunda-feira (20/4).

Muito similar ao sistema usado no check-in de voos no país, a FNRH Digital, desenvolvida pelo Ministério do Turismo em parceria com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), permite o preenchimento antecipado e online de dados via Gov.Br.

Todo o processo em hotéis, pousadas, resorts e outros meios de hospedagem – que vem sendo implementado gradativamente desde novembro de 2025 – pode ser rapidamente concluído a partir da leitura de um QR Code, link compartilhado ou dispositivo oferecido pelo estabelecimento.

O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, reforça benefícios da utilização do sistema eletrônico.

“A nova Ficha Digital de Hóspedes foca especialmente o hóspede, evitando filas desnecessárias no check-in e garantindo mais conforto e segurança. Além do grande avanço tecnológico e sim, isso significa eliminar o uso de papel, o que reforça ações do governo Lula voltadas à sustentabilidade. É mais um avanço para aumentar a contribuição do turismo ao desenvolvimento econômico e social do país, onde, com uma hotelaria mais moderna, mais pessoas vão ter chance de emprego e renda por meio do crescimento do setor”, apontou o ministro.

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“Com a migração definitiva do setor, que está sendo amplamente orientada pelo Ministério do Turismo, estamos transformando a experiência tanto para o viajante quanto para o hoteleiro, que pode reduzir custos e aprimorar a gestão do seu negócio. Menos papel, mais agilidade e um turismo muito mais profissional”, acrescentou Gustavo Feliciano.

A adaptação do segmento à ferramenta avança principalmente nos estados de São Paulo (744), Minas Gerais (351), Rio de Janeiro (351), Santa Catarina (332) e Rio Grande do Sul (281).

Na região Nordeste, destaque para Bahia (242) e Ceará (212). Já no Centro-Oeste, Goiás já atinge 111 meios de hospedagem adequados, número que chega a 104 no Mato Grosso.

No Norte do país, por sua vez, a liderança é do Pará, com 70 adesões, e o Amazonas (60) ocupar em segundo lugar de empresas do ramo já enviam fichas em formato digital.

A transição para a FNRH Digital – que, no caso de hóspedes estrangeiros, não exigirá a necessidade de uma conta Gov.Br – é prevista na nova Lei Geral do Turismo, sancionada em 2024 pelo presidente Lula, e cumpre rigorosamente a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), assegurando que o tratamento de informações seja feito em ambiente criptografado e controlado.

ACOMPANHAMENTO – O Ministério do Turismo reitera que a modernização exige adaptações por parte dos 19.231 meios de hospedagem de todo o país regularmente inscritos no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur), independentemente de usarem sistemas de gestão próprios.

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A pasta acompanha a adoção do modelo pelo setor, tendo inclusive ampliado o prazo de adesão de 19 de fevereiro último para esta segunda-feira.

Empreendimentos não adequados ainda poderão fazê-lo. Caso contrário, estarão sujeitos a processo administrativo, com direito à ampla defesa, e a penalidades legais previstas, como advertência e multa, conforme a gravidade da infração.

A fiscalização é exercida pelo Ministério do Turismo e também pode ser delegada a estados e municípios. O processo inicia-se com sensibilização e notificação.

A regularidade no envio da FNRH Digital está ligada à manutenção do Cadastur (Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos); se o cadastro vencer, o envio é bloqueado, gerando inconformidade imediata e possíveis autos de infração.

ORIENTAÇÕES – O Ministério do Turismo vem orientando o setor quanto à transição para o novo sistema. O órgão tem organizado várias ações educativas, como um vídeo com as etapas do processo. Acesse clicando aqui.

O Ministério também criou uma página eletrônica de perguntas e respostas frequentes, onde é possível tirar dúvidas. Acesse clicando aqui.

Por André Martins

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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