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Rotunda de 1882 atrai turistas apaixonados por trens em MG

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A Rotunda foi construída em 1882
Divulgação VLI

A Rotunda foi construída em 1882


A histórica São João del-Rei (MG), no Campo das Vertentes, preserva uma Rotunda construída em 1882. Com uma arquitetura em forma circular e 25 linhas em seu interior, o dispositivo é formado por um girador manual de locomotivas e vagões localizado no centro do prédio.

A Rotunda é um dos atrativos do Museu Ferroviário que funciona na estação de São João del-Rei. É deste local que começa o passeio da Maria Fumaça, a mais antiga em operação no Brasil que foi inaugurada por Dom Pedro II em 28 de agosto de 1881.

A Maria Fumaça, o Museu Ferroviário e a Rotunda são gerencidos pela VLI,  controladora da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA).

Passeio até Tiradentes

A Maria Fumaça percorre 12 km até Tiradentes (MG). Turistas do Brasil e do mundo visitam a cidade para conhecer esses atrativos e realizar o passeio. Um vagão fúnebre e outro para transporte de animais fazem parte do acervo do museu. O local foi fechado em 2019 durante a pandemia de Covi-19. A reabertura ocorreu em abril de 2022.

A Maria Fumaça percorre 12 km
Divulgação VLI

A Maria Fumaça percorre 12 km



Preservação da história ferroviária

O museu é o maior centro de preservação da história ferroviária do Brasil. Ele foi inaugurado em 28 de agosto de 1981 nas comemorações do centenário da antiga Estrada de Ferro Oeste de Minas (EFOM). A visitação é gratuita e pode ser feita de quarta a sábado, das 8h às 17h, exceto aos domingos, dia em que as visitas ocorrerão das 8h às 12h.

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O ingresso para visitar a Rotunda custa R$ 20 por visitante e a meia-entrada custa R$ 10, mediante apresentação de documento de identidade com foto ou certidão de nascimento para as crianças. O ingresso pode ser comprado nas bilheterias de São João del-Rei e Tiradentes.

A Rotunda de São João del-Rei pode ser visitada pelo público
Divulgação VLI

A Rotunda de São João del-Rei pode ser visitada pelo público




Confira detalhes do museu de São João del-Rey

Sete locomotivas a vapor originais da Estrada de Ferro Oeste de Minas (EFOM) de bitola de 76 centímetros

Três locomotivas a vapor de bitola de 1 metro, sendo uma delas cortada ao meio mostrando seu funcionamento

Uma locomotiva elétrica de fabricação inglesa de 1951
Um vagão fúnebre

Um carro correio e chefe de trem que era utilizado para transportar cargas e pequenas encomendas

Um vagão tipo gaiola para transporte de animais; além de outros veículos ferroviários como gôndolas, vagão box e pranchas.


Fonte: Turismo

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Conheça o Sítio Burle Marx, primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco

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Ícone do paisagismo brasileiro, Roberto Burle Marx marcou história além das fronteiras nacionais. Reconhecido mundialmente, o artista foi pioneiro ao harmonizar formas geométricas, cores e movimentos com plantas nativas da Mata Atlântica e biomas associados. É na Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que turistas do Brasil e do mundo podem conhecer o Sítio Roberto Burle Marx.

Inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultural (Unesco) em 2021, a propriedade abriga 3.500 espécies florais cultivadas em uma concepção ecológica que une vegetação, arquitetura e as chamadas plantas vivas. A obra, inclusive, é o primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco, além de ter sido o 23° bem brasileiro a receber a chancela.

Em nível nacional, a área de 405 mil metros quadrados está sob gestão e proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), associada a ele como Unidade Especial desde 1985, e tombada como Patrimônio Cultural nos mais diversos níveis.

Jardins aquáticos, coleções de arte, viveiros e edificações convivem no espaço e convidam pessoas a preservar, pesquisar e disseminar a obra de Burle Marx. Lá, o paisagista viveu por 20 anos, estabelecendo conexões entre cultura e natureza, que dão conta do legado da vida do artista.

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Plantas vivas

De dimensão única, o local reúne experimentos botânicos e revelam outra história pioneira: Roberto Burle Marx também se destacou por promover a conservação de biomas brasileiros mundo afora. Além de ter descoberto novas espécies por meio de expedições, mais de 30 plantas levam seu nome.

Ao longo da carreira, o artista também é conhecido por ter unido vãos livres e concreto aparente a paisagens tropicais, integrando estruturas vazadas à vegetação nativa e às plantas vivas.

Também são de autoria do artista, especialmente entre as décadas de 1930 e de 1990, obras como o Parque do Flamengo, no Museu de Arte Moderna, também no Rio de Janeiro; e os Jardins do Palácio do Planalto, em Brasília; entre outras.

Como e quando ir

Desde 2019, a chamada Casa de Roberto, onde o artista viveu, está aberta para visitação no Sítio Burle Marx. Sob curadoria do Iphan, o espaço abriga memórias, elementos e emoções que contam a história e as relações culturais do paisagista.

Com duração de 1h30, a visita é aberta ao público e inclui trajeto de 1.800 metros, contemplando jardins, a Casa de Roberto e espaços em que o paisagista criou suas obras.

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Com recursos de acessibilidade, o espaço também recebe visitas escolares, de grupos e ensaios fotográficos mediante agendamento. Sempre de terças-feiras aos sábados, das 9h30 às 13h30, a visitação acontece de forma mediada e deve ser agendada por meio do e-mail [email protected].

Mais informações podem ser acessadas clicando aqui.

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Rafael Daher
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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