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Safra de laranja 2025/26 se aproxima do fim com poucas indústrias ainda em operação

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A safra de laranja 2025/26 no cinturão citrícola de São Paulo e no Triângulo Mineiro entra na reta final, com a maior parte da colheita já concluída. Segundo pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o volume disponível para processamento está cada vez menor, concentrado nas variedades tardias.

Atividades no campo estão em fase final

De acordo com agentes consultados pelo Cepea, a colheita segue em ritmo reduzido, focada principalmente nas variedades de maturação mais tardia. O último levantamento do Fundecitrus, realizado no final de janeiro, indicava que apenas 13% do volume estimado da safra 2025/26 ainda estava por ser colhido. A expectativa é que, até o final de fevereiro, esse percentual caia para menos de 5%.

Indústrias operam de forma gradual

Muitas indústrias citrícolas já reduziram suas operações em fevereiro. Entre as unidades ainda ativas, algumas processam apenas os últimos contratos e o volume próprio de frutas restantes. Com isso, a moagem deve se encerrar nas próximas semanas, marcando o fim da temporada 2025/26.

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Próxima safra deve começar entre abril e maio

A retomada do processamento para a safra 2026/27 está prevista entre abril e maio. O início será marcado pela entrada de algumas variedades temporãs, seguido pelo processamento das frutas precoces, dando início oficialmente à nova temporada citrícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Açúcar fecha maio em forte queda no mercado internacional diante de ampla oferta global

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Mercado internacional de açúcar registra forte desvalorização em maio

O mercado internacional de açúcar encerrou maio com forte pressão negativa nos preços, refletindo o cenário de ampla oferta global e o aumento da produção em importantes países produtores.

Na Bolsa de Nova York (ICE Futures US), os contratos do açúcar bruto com vencimento em julho fecharam o pregão de 28 de maio cotados a 13,93 centavos de dólar por libra-peso, contra 14,61 centavos registrados em 28 de abril, acumulando desvalorização de 4,65% no período.

Produção elevada no Brasil amplia pressão sobre os preços

O avanço da safra brasileira foi um dos principais fatores baixistas para o mercado internacional.

Segundo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia, a produção de açúcar na região Centro-Sul do Brasil cresceu 109,48% na segunda quinzena de abril, alcançando 1,8 milhão de toneladas na comparação anual.

Além do Brasil, o mercado também reagiu ao encerramento de safras acima das expectativas na Tailândia e na China, ampliando a percepção de excesso de oferta global.

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Organização Internacional do Açúcar aumenta projeção de excedente global

A Organização Internacional do Açúcar estimou que o mercado mundial deverá apresentar déficit de 262 mil toneladas na temporada 2026/27.

No entanto, em sua atualização trimestral, a entidade elevou significativamente a projeção de excedente para a safra 2025/26, passando de 1,22 milhão para 2,244 milhões de toneladas.

A revisão reforçou o sentimento baixista entre investidores e operadores do mercado futuro.

Petróleo influencia mercado de açúcar e etanol

Outro fator que contribuiu para a queda das cotações foi o movimento de baixa do petróleo no mercado internacional.

As recentes expectativas de avanço em negociações envolvendo Estados Unidos e Irã aumentaram a possibilidade de normalização do fluxo no Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa cerca de 20% da oferta global de petróleo.

Com a queda do petróleo, o etanol perde competitividade frente à gasolina, o que pode levar usinas brasileiras a direcionarem maior volume de cana para a produção de açúcar, ampliando ainda mais a oferta global do adoçante.

Mercado acompanha decisões das usinas brasileiras

A relação entre petróleo, etanol e açúcar segue no centro das atenções do mercado global.

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Com preços internacionais mais baixos e perspectiva de elevada produção no Centro-Sul brasileiro, investidores monitoram os próximos movimentos das usinas em relação ao mix de produção entre açúcar e biocombustível.

O cenário atual reforça a expectativa de continuidade da volatilidade nas bolsas internacionais, especialmente diante do avanço da safra brasileira e das oscilações no mercado energético global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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