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São Paulo vence o Libertad e assume a liderança do Grupo D da Libertadores

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O São Paulo conquistou uma importante vitória fora de casa ao derrotar o Libertad por 2 a 0, nesta quarta-feira, no estádio La Huerta, em Assunção. Com gols de Lucas Ferreira e André Silva, o Tricolor Paulista assumiu a liderança do Grupo D da Copa Libertadores da América.

O Jogo

O São Paulo demonstrou superioridade desde o início da partida, mesmo atuando como visitante. A equipe comandada por Luis Zubeldía controlou a posse de bola e o ritmo do jogo, criando boas oportunidades de gol.

Na primeira etapa, o Tricolor quase abriu o placar com André Silva, que, livre na área, chutou por cima do travessão. O Libertad assustou em um lance de Oscar Cardozo, que tentou encobrir o goleiro Rafael, mas a bola passou perto da trave.

Segundo tempo 

Para a segunda etapa, o técnico Luis Zubeldía promoveu a entrada de Lucas Ferreira, que mudou a dinâmica do ataque são-paulino. Aos 17 minutos, Lucas Ferreira recebeu um passe em profundidade de André Silva e, com categoria, bateu na saída do goleiro, marcando seu primeiro gol como profissional e abrindo o placar para o São Paulo.

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Pouco depois, o São Paulo sofreu um pênalti, mas Melgarejo desperdiçou a cobrança, carimbando o travessão. O Libertad ainda teve outra chance com Melgarejo, mas o goleiro Rafael fez uma grande defesa, garantindo a vantagem para o Tricolor.

Na reta final da partida, André Silva aproveitou um cruzamento de Ferraresi para cabecear no contrapé do goleiro, ampliando a vantagem para 2 a 0 e selando a vitória do São Paulo. Luciano ainda chegou a marcar, mas o gol foi anulado por impedimento.

Com a vitória, o São Paulo demonstra força na Libertadores e se consolida como um dos favoritos do Grupo D.

Próximos desafios

São Paulo: Visita o Ceará no próximo sábado, às 18h30 (de Brasília), pela Série A do Campeonato Brasileiro, na Arena Castelão, em Fortaleza.
Libertad: Enfrenta o Sportivo Ameliano, fora de casa, no domingo, às 20h15 (de Brasília), pelo Campeonato Paraguaio.

FICHA TÉCNICA

LIBERTAD (PAR) 0 X 2 SÃO PAULO

Local: estádio La Huerta, em Assunção (PAR)
Data: 23/04/2025
Horário: 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Cristian Garay (CHI)
Assistentes: José Retamal (CHI) e Ala Sandoval (CHI)
VAR: Rodrigo Carvajal (CHI)
Gol: Lucas Ferreira, aos 17 do 2ºT, e André Silva, aos 38 do 2ºT (São Paulo)
Cartões amarelos:
Melgarejo, Caballero (Libertad); Marcos Antônio, André Silva (São Paulo)

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LIBERTAD: Rodrigo Morinigo; Martin Cáceres, Diego Viera, Néstor Giménez e Matias Espinoza; Álvaro Campuzano, Caballero, Iván Franco (Fretes) e Melgarejo; Marcelo Fernández (Alcaraz) e Oscar Cardozo (Aguilar). Técnico: Sergio Aquino.

SÃO PAULO: Rafael; Ferraresi, Ruan e Alan Franco; Cédric Soares (Lucas Ferreira), Alisson, Marcos Antônio (Bobadilla), Alves (Luciano) e Wendell (Enzo Díaz); Ferreirinha (Sabino) e André Silva. Técnico: Luis Zubeldía.

Fonte: Esportes

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Espanha conquista bicampeonato mundial e frustra sonho argentino

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Após 16 anos de espera, a Espanha voltou a erguer a taça de campeã do mundo. Neste domingo, a Fúria derrotou a Argentina por 1 a 0, na grande final da Copa do Mundo de 2026, disputada no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. O gol do título saiu dos pés de Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação, coroando uma partida em que os europeus dominaram de ponta a ponta.

Screenshot

O triunfo espanhol guardou semelhanças impressionantes com a primeira conquista mundial do país, em 2010. Assim como naquela ocasião, quando Andrés Iniesta, então jogador do Barcelona, decidiu a final contra a Holanda na prorrogação, desta vez foi um atleta do mesmo clube — Ferrán Torres — quem apareceu no momento decisivo para balançar as redes e garantir o bicampeonato.

A Argentina, por sua vez, perdeu a oportunidade de levantar a taça pela quarta vez e de se juntar a Itália e Brasil como as únicas seleções bicampeãs consecutivas do torneio. Os sul-americanos, que haviam vencido em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram repetir o feito.

O jogo

O início da partida foi movimentado. Aos quatro minutos, Lamine Yamal trocou passes com Dani Olmo na entrada da área e arriscou com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martinez reagiu bem e evitou o gol. A Argentina respondeu imediatamente, com Julián Álvarez roubando a bola no meio e servindo Messi nas costas da zaga. O goleiro Unai Simón, no entanto, saiu rápido e cortou o lance.

A partir desse momento, o jogo perdeu intensidade. A Espanha controlou a posse de bola e só voltou a ameaçar aos 37 minutos, quando Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, parando em Dibu Martinez. Cinco minutos depois, Cucurella tentou de longe e também levou perigo. A Argentina, por sua vez, encerrou o primeiro tempo sem nenhuma finalização a gol, demonstrando dificuldade para escapar da marcação espanhola.

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Na segunda etapa, a Fúria manteve a postura ofensiva. Com menos de um minuto, Baena avançou pela esquerda e bateu colocado, mas o goleiro argentino agarrou. Aos 18 e aos 21, Dani Olmo e Ferrán Torres obrigaram Dibu Martinez a trabalhar novamente. Aos 31, Pedri carregou a bola e finalizou em cima do arqueiro. Na sequência, Cubarsí arriscou de fora da área e parou em mais uma defesa.

O cenário se complicou ainda mais para a Argentina aos 47 minutos, quando Enzo Fernández cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo amarelo e foi expulso. Com um jogador a mais, a Espanha quase definiu o jogo aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martinez espalmou e enviou a partida para a prorrogação.

No primeiro tempo da prorrogação, o domínio espanhol continuou. Aos dois minutos, Pedri cruzou para Nico Williams, que cabeceou para grande defesa de Dibu Martinez. Aos cinco, Williams chegou a balançar as redes, mas o gol foi anulado por falta de Merino em Otamendi. Aos 12, o próprio Merino cabeceou para o chão e viu a bola raspar na trave.

O gol tantas vezes buscado finalmente saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro avançou pela direita e cruzou na segunda trave. Nico Williams desviou de cabeça para o meio da área, e Ferrán Torres chegou chutando forte com a perna esquerda, sem chances para o goleiro argentino. O atacante ainda fez o segundo aos sete minutos, mas o lance foi invalidado por impedimento.

A Argentina tentou reagir nos minutos finais. Aos 14, Messi tocou para Simeone, que cruzou rasteiro pela direita. Tagliafico chegou para empurrar, mas a zaga espanhola afastou. Na sequência, Messi cobrou escanteio, a bola sobrou com Simeone, que finalizou por cima do gol.

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Para Lionel Messi, a que pode ter sido sua última Copa do Mundo terminou de forma amarga. Marcado de perto pela defesa espanhola, o camisa 10 teve atuação discreta e não conseguiu ultrapassar Kylian Mbappé como maior artilheiro da história da competição. O argentino encerrou o torneio com 21 gols, um a menos que os 22 do francês.

Com 19 finalizações ao longo da partida, a Espanha construiu um desempenho que refletiu a superioridade demonstrada desde o apito inicial. A expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar acabou sendo o detalhe que abriu caminho para o gol decisivo, mas o controle espanhol já era evidente muito antes.

FICHA TÉCNICA
Placar

Espanha 1 X 0 Argentina

Competição Copa do Mundo — final
Data 19 de julho de 2026, domingo
Horário 16h, de Brasília
Local MetLife Stadium, Nova Jersey, Estados Unidos
Público 80.663 torcedores
GOL E CARTÕES
Gol Ferrán Torres, aos 1 minuto do segundo tempo da prorrogação
Cartões amarelos Nenhum Lisandro Martínez, Paredes, Enzo Fernández, Lionel Scaloni e Mac Allister
Cartão vermelho Nenhum Enzo Fernández
ARBITRAGEM
Árbitro Slavko Vincic (ESL)
Assistentes Tomaz Klancnik (ESL) e Andraz Kovacic (ESL)
VAR Bastian Dankert (ALE)
ESCALAÇÕES

ESPANHA

ARGENTINA

SELEÇÕES Unai Simón; Pedro Porro, Cubarsí, Laporte (Eric García) e Cucurella; Rodri (Zubimendi), Fabián Ruiz (Pedri) e Dani Olmo (Merino); Lamine Yamal, Álex Baena (Nico Williams) e Oyarzabal (Ferrán Torres). Dibu Martínez; Montiel (Molina), Cuti Romero (Medina), Lisandro Martínez (Otamendi) e Tagliafico; Enzo Fernández, Mac Allister, De Paul (Simeone) e Messi; Nico González (Paredes) e Julián Álvarez (Senesi).
Técnicos Luis de la Fuente Lionel Scaloni

Fonte: Esportes

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