Cuiabá

Saúde de Cuiabá destaca avanços em balanço do 1º quadrimestre

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A Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá (SMS) apresentou, nesta semana, o relatório do 1º quadrimestre de 2025 durante audiência pública realizada na Câmara de Vereadores. O balanço marca o primeiro grande diagnóstico da nova gestão municipal, que assumiu o comando da capital mato-grossense em meio a um cenário de calamidade administrativa e financeira, especialmente na pasta da Saúde.

Com a participação de todos os secretários adjuntos da SMS e dos vereadores Michelle Alencar, que presidiu a audiência e integra a Comissão de Saúde do Legislativo, Mário Nadaf e Wilson Kero Kero, a apresentação do relatório foi conduzida pela secretária municipal de Saúde, Dra. Lúcia Helena Barboza Sampaio.

O documento trouxe um panorama da produção geral dos serviços de saúde próprios, contratados e conveniados ao Sistema Único de Saúde (SUS), além da execução orçamentária e financeira do período.

Durante a apresentação, Dra. Lúcia destacou os desafios enfrentados pela gestão desde janeiro, ressaltando os avanços já obtidos em meio às dificuldades. “Apesar de tudo ainda estar sendo bastante desafiador, estou muito contente com os resultados. Está sendo um grande esforço ‘ajeitar’ a casa após o caos que foi instalado na saúde de Cuiabá pela antiga gestão. A SMS está conseguindo sair do buraco rumo à luz. E eu acredito que a tendência é só melhorar daqui para frente”, afirmou a secretária.

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A vereadora Michelle Alencar também avaliou positivamente os primeiros passos dados pela nova administração da saúde municipal, reconhecendo a complexidade do cenário herdado. “Nós pegamos uma saúde completamente desestruturada. Vivemos um desmonte. O desafio a gente sabia que era grande, então, para esse início, esse primeiro quadrimestre, já sabíamos que não teríamos os resultados ideais. Mas, dentro de todo esse cenário, o balanço final é que nós estamos muito bem, caminhando para que a saúde de Cuiabá seja uma referência no estado, que é o que nós estamos buscando”, disse.

Michelle destacou ainda pontos cruciais para o avanço dos serviços, como os investimentos em medicamentos e o aumento no número de atendimentos nas unidades básicas de saúde. “Nosso maior desafio hoje está na Atenção Primária, mas também enfrentamos dificuldades na Atenção Secundária, especialmente com a necessidade de retomar as atividades das policlínicas. A regulação ainda está sob responsabilidade do Estado, o que gera obstáculos. Mesmo assim, temos avanços concretos. A perspectiva, depois desse primeiro balanço, é que dias melhores, com certeza, virão”, completou.

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O relatório evidencia que, mesmo diante de um cenário adverso e de profundas dificuldades herdadas, a atual gestão da saúde municipal tem conseguido estruturar ações e implementar melhorias que já começam a refletir na ponta, no atendimento aos cidadãos cuiabanos. A expectativa da SMS e dos parlamentares é de que os próximos quadrimestres consolidem ainda mais os avanços e pavimentem o caminho para uma saúde pública de qualidade e referência em todo o estado.

#PraCegoVer

A imagem mostra a secretária de Saúde de Cuiabá durante seu discurso realizado no plenário da Câmara de Vereadores. Ela veste uma blusa azul-escuro e um terno em tom verde-claro.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Secretário esclarece aplicação de 26% na Educação e explica diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal

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O secretário de economia da Prefeitura de Cuiabá, Marcelo Bussiki, esclareceu que cumpriu e superou o percentual mínimo constitucional de investimentos em Educação no exercício de 2025, alcançando aplicação de 26,1% da receita vinculada ao setor, índice acima dos 25% exigidos pela Constituição Federal. Só em 2026, já foram pagos R$ 36,5 milhões de restos à pagar.

Os dados já haviam sido apresentados oficialmente à Comissão de Educação da Câmara Municipal pelo secretário de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo contador-geral do Município, Éder Galiciani, durante reunião realizada neste ano, quando foram detalhados os números da execução orçamentária da Educação.

A manifestação ocorre após declarações do ex-secretário municipal de Educação, Amauri Monge, que voltou a questionar os resultados apresentados pela atual gestão e sugeriu a existência de irregularidades relacionadas aos investimentos da pasta.

A Prefeitura esclarece que os valores citados pelo ex-secretário referem-se a restos a pagar, instrumento legal previsto na administração pública e regulamentado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Os restos a pagar correspondem a despesas que foram empenhadas e registradas dentro do exercício financeiro, mas cujo pagamento pode ocorrer no ano seguinte.

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A administração municipal destaca que essa situação é comum na gestão pública e não configura qualquer irregularidade. Todas as despesas da Educação foram devidamente registradas nos sistemas contábeis do município e constam dos demonstrativos oficiais encaminhados aos órgãos de controle.

A Prefeitura também esclarece a diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal. Pedalada fiscal ocorre quando despesas ou obrigações financeiras deixam de ser registradas oficialmente na contabilidade pública, ocultando a real situação das contas do ente público. Já os restos a pagar são despesas reconhecidas, empenhadas e contabilizadas regularmente, permanecendo registradas até sua quitação.

Dessa forma, não houve qualquer ocultação de despesas na Educação. Os valores pendentes estavam devidamente lançados na contabilidade municipal, em conformidade com a legislação vigente.

A própria aplicação dos recursos da Educação foi defendida pelo então secretário Amauri Monge quando ainda comandava a pasta. Em prestação de contas realizada na Câmara Municipal, ele afirmou que o município havia investido 26,1% em Educação durante 2025, acima do percentual mínimo exigido pela Constituição Federal.

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Na ocasião, Monge declarou que os valores empenhados estavam corretamente registrados e que os restos a pagar encontravam-se dentro da legalidade, afastando qualquer irregularidade na execução orçamentária da pasta.

Além do cumprimento do índice constitucional, a Prefeitura ressalta que despesas importantes para o funcionamento da rede municipal, como parte da alimentação escolar, são custeadas com recursos próprios e não integram o cálculo do percentual mínimo exigido pela Constituição.

A administração municipal reforça que todos os dados permanecem à disposição dos órgãos de controle, da Câmara Municipal e da sociedade, reafirmando o compromisso com a transparência, a responsabilidade fiscal e a correta aplicação dos recursos destinados à Educação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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