Mato Grosso

Secel altera datas das etapas regionais Centro Norte e Nordeste dos Jogos Escolares e Jogos Estudantis Mato-grossenses

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A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) alterou as datas de realização das etapas regionais Centro-Norte e Nordeste dos Jogos Escolares e Jogos Estudantis Mato-grossenses. Sediadas nos municípios de Nova Mutum e Vila Rica, as disputas destas duas regionais agora ocorrerão de 14 a 20 de junho deste ano.

Antes previsto para os dias 20 a 26 de junho, o período de realização dos Jogos foi alterado para não coincidir com o concurso público da Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT), que terá aplicação da prova objetiva no dia 22 de junho, conforme o cronograma oficial do edital.

De acordo com o superintendente de Eventos Esportivos da Secel, Marcelo Cruz, a adequação no calendário atende a solicitações para garantir a ampla participação dos envolvidos em ambas as atividades.

“A coincidência de datas poderá impactar diretamente a participação de professores, técnicos e demais profissionais da educação envolvidos tanto no processo seletivo quanto nos Jogos escolares e Estudantis”, explica Marcelo.

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Sobre as competições

Os Jogos Escolares e Jogos Estudantis de Seleções Mato-grossenses envolvem estudantes de 12 a 17 anos, dos gêneros masculino e feminino, de todas as regiões de Mato Grosso.

Em suas fases regionais, as duas competições ocorrem simultaneamente com disputas nas modalidades coletivas de basquetebol, futsal, handebol e voleibol.

Distribuídas em dez regiões esportivas, as etapas regionais terão início no dia 25 de abril em Campo Verde, e prosseguem até junho em outros nove municípios-sedes, que são: Tangará da Serra, Juína, Comodoro, Jaciara, Araputanga, Nova Mutum, Alta Floresta, Vila Rica e Barra do Garças.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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