Mato Grosso

Secel publica resultado preliminar da habilitação documental do edital Bolsa Técnico

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A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) publicou nessa quinta-feira (10.4) o resultado de habilitação preliminar do edital Bolsa Técnico. A seleção pública, que integra o programa OlimpusMT, conta com orçamento de R$ 1,2 milhão para ofertar mais de 70 bolsas de auxílio mensal a treinadores esportivos de Mato Grosso.

Com a publicação do resultado da fase documental, os interessados têm até segunda-feira (14.4) para interposição de recursos.

Conforme cronograma do edital, o resultado final de habilitação será publicado na próxima quarta-feira (16.4). Para o resultado preliminar de análise técnica, o prazo é o dia 22 de abril. O resultado final com relação de treinadores classificados está previsto para o dia 28 de abril.

Concorreram no edital treinadores que atuam com, no mínimo, 10 atletas federados em sua respectiva entidade estadual de administração do desporto, no caso de modalidades olímpicas, ou com pelo menos três esportistas de modalidades paralímpicas e surdolímpicas.

Entre outros requisitos estavam ainda o registro no Conselho Regional de Educação Física do Estado de Mato Grosso (CREF-17), e residência e domicílio comprovados no Estado há pelo menos 2 anos.

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Durante 12 meses, os profissionais classificados irão receber mensalmente R$ 1 mil na categoria Técnico Base, R$ 1,5 mil na categoria Nacional, e R$ 2 mil na categoria Internacional.

Serviço | Edital Bolsa Técnico

Resultado de habilitação preliminar: link aqui

Prazo para interposição de recurso: até segunda (14.4)

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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