A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci) abriu prazo de inscrições para a IV Mostra Estadual das Escolas Técnicas (MEET). A iniciativa visa estimular a criatividade e inovação dos alunos, capacitando-os a desenvolver soluções para desafios contemporâneos.
As inscrições foram abertas nesta segunda-feira (2.6) e seguem até 12 de junho. Nesta quarta edição, o tema será “Energias Renováveis, Meio Ambiente e Sustentabilidade” como forma de inspirar projetos e práticas profissionais que contribuam para a mitigação de impactos socioambientais.
Podem inscrever projetos de estudantes matriculados nas Escolas Técnicas Estaduais (ETECs) e alunos egressos de cursos técnicos intercomplementares, concomitantes e subsequentes.
Cada equipe pode ter até cinco alunos e um professor orientador, este pode ser tanto um membro do corpo docente da Seciteci quanto da Seduc, contanto que os alunos participantes estejam regularmente matriculados nos cursos técnicos das ETECs ou sejam egressos desses cursos.
A presidente da Comissão organizadora da MEET, Elinez Rocha, ressalta que essa é uma oportunidade de expor à sociedade o que vem sendo desenvolvido pelos estudantes dentro das Escolas Técnicas. “E a comunidade também vai ter a oportunidade de prestigiar esses trabalhos que, muitas vezes, podem ser soluções que contribuirão com a sociedade de alguma forma”, completa.
Segundo a professora Elinez, a organização observou que a MEET tem sido um ponto inicial para ideias inovadoras. “A partir dela, muitos desses projetos viajam para serem apresentados em outras feiras em nível nacional e internacional. De um modo geral, estamos tendo uma conquista nesse sentido com vários trabalhos premiados”, afirmou.
Os trabalhos inscritos na MEET devem se adequar a três áreas: Ciências Ambientais e Agrárias (Área I); Engenharias e Design (Área II); e Saúde e Bem-estar (Área III). Para mais detalhes, como o formato dos trabalhos e categorias, confira o edital completo clicando aqui.
As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas pelos professores através do formulário eletrônico (Acesse Aqui).
Premiação
As equipes dos projetos vencedores da MEET serão divididas, para fins de premiação, em dois segmentos: aluno e professor orientador. Serão premiados 1ª, 2º e 3º colocações de cada categoria.
No segmento aluno, a premiação consistirá em: Um smartphone (1º lugar), um tablet (2º lugar) e um Smart Speaker Amazon Echo Dot (3º lugar). Para os professores orientadores a premiação será: Kit Professor Tech, composto por um tablet, uma mochila; um projetor 4K HD (150 polegadas) e um controle apresentador de slides (1º lugar); um Smartphone (2º lugar) e um tablet (3º local).
Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.
O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.
A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025. Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.
Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?
A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.
Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.
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