Mato Grosso

Seciteci promove encontro formativo sobre o Programa Rede Certifica

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A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci-MT) realizou, nos dias 23 e 24 de junho, um Encontro Formativo voltado aos profissionais das Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) de Mato Grosso. A programação aconteceu na Escola Técnica Estadual de Cuiabá e reuniu diretores, coordenadores de desenvolvimento, coordenadores de integração, pedagogos, técnicos administrativos educacionais, técnicos de apoio educacionais e professores da rede.

O objetivo da formação foi alinhar procedimentos, fortalecer a gestão das unidades e ampliar o conhecimento sobre normativas e políticas públicas relacionadas à educação profissional e tecnológica no Estado.

A abertura da programação aconteceu no dia 23, com a apresentação da Resolução Normativa do Conselho Estadual de Educação de Mato Grosso (CEE-MT), que regulamenta o Processo de Certificação de Reconhecimento de Saberes e Competências no âmbito do Sistema de Ensino do Estado. A atividade foi conduzida pela facilitadora Vânia da Silva, representante do CEE-MT.

Ainda no primeiro dia, os participantes receberam orientações sobre a Portaria nº 110/2026/SECITECI/MT, que delega competência aos diretores das Etecs para a celebração de Termos de Parceria destinados à realização de visitas técnicas, aulas práticas e programas de qualificação profissional. A palestra foi ministrada por Francisvaldo Pereira de Anunciação.

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Na quarta-feira (24) a programação foi dedicada à Rede Nacional de Certificação Profissional (Rede Certifica), iniciativa do Ministério da Educação voltada ao reconhecimento formal de conhecimentos e competências adquiridos ao longo da trajetória profissional dos trabalhadores.

O tema foi apresentado por Sandra Grützmacher, diretora de Políticas e Avaliação da Educação Profissional e Tecnológica da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação (Setec/MEC), e por Alessandra Paulon, coordenadora-geral de Políticas da Educação Profissional e Tecnológica da SETEC/MEC.

Rede Certifica

A Rede Certifica tem o objetivo de ofertar gratuitamente processos de certificação profissional para atender aos jovens, adultos e idosos trabalhadores que buscam o reconhecimento formal de conhecimentos e de competências profissionais adquiridos ao longo de sua trajetória de vida e do trabalho.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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