Mato Grosso

Seciteci prorroga prazo para inscrição de representantes para Conselho Estadual de Economia Solidária

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A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci-MT) prorrogou o período de inscrições para o chamamento público, para a composição do Conselho Estadual de Economia Solidária de Mato Grosso (Cesol/MT). Com a alteração, o prazo para submeter representantes é até quinta-feira (18.12).

O cronograma para a seleção dos representantes também mudou. O período de análise dos documentos apresentados será de 19 a 23 de dezembro; a publicação da lista de habilitados e inabilitados está prevista para o dia 29; o prazo para interposição de recursos será somente no dia 05/01/2026; o resultado final será publicado no dia 12 de janeiro.

A escolha dos Representantes pelo Fórum de Economia Solidária acontecerá entre 14 e 16.01 e a divulgação dos selecionados pelo Fórum de Economia Solidária será no dia 19.01. No dia 21 de janeiro os indicados terão seus nomes encaminhados para publicação Oficial.

Em relação às manifestações de interesse e a documentação exigidos, deverão ser protocoladas por meio eletrônico, no e-mail [email protected] com o título “Manifestação de Interesse – Composição Cesol” ou pelo formulário online (acesse aqui) anexando os documentos necessários.

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Outro ponto de atenção é que cada instituição deve indicar dois representantes, sendo um membro titular e outro para o cargo de suplente, que substituirá o titular em seus impedimentos ou ausências.

Conselho Estadual de Economia Solidária

O Conselho, instituído pelo Decreto Estadual nº 598, de 15 de agosto de 2011, tem a competência de propor instrumentos para a implementação da Política Estadual de Fomento à Economia Solidária (Lei Estadual nº 8.936, de 17 de julho de 2008). Em Mato Grosso existem várias atividades realizadas por organizações solidárias, como cooperativas, associações, grupos solidários informais, redes de cooperação em cadeias produtivas e arranjos econômicos locais, bancos comunitários e fundos rotativos solidários.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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