Mato Grosso

Secretaria de Educação reforça continuidade das matrículas presenciais na rede estadual de ensino

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) informa que, embora o período de matrícula online tenha sido encerrado na segunda-feira (10.11), as solicitações para o ano letivo de 2026 continuam sendo realizadas presencialmente nas escolas estaduais. De um total de 45.500 vagas definidas pela Seduc para a Matricula Web, 15.773 (34,67%) foram solicitadas. Ainda restam 29.727 vagas em escolas das 13 diretorias regionais de educação.

Pais, responsáveis ou estudantes maiores de idade que não conseguiram efetuar o cadastro pela internet podem procurar diretamente a unidade escolar mais próxima de sua residência, conforme orienta a portaria vigente.

Nos casos em que não houver vaga disponível na escola desejada, os interessados devem entrar em contato com a Diretoria Regional de Educação (DRE) ou com a Diretoria Metropolitana de Educação (DME) da região para verificar outras unidades com vagas imediatas.

“O processo de matrícula transcorreu de forma tranquila, sem intercorrências técnicas e com grande adesão das famílias. A equipe da Seduc acompanhou todas as etapas para garantir que o sistema funcionasse de forma ágil e segura”, avaliou o secretário de Estado de Educação, Alan Porto.

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O secretário destacou ainda que há vagas para todos os estudantes, e que nenhuma criança ou jovem ficará fora da escola.

“Nosso compromisso é assegurar que cada aluno tenha acesso à educação pública de qualidade. As equipes das escolas e das DREs estão de portas abertas para atender quem ainda não realizou a matrícula e orientar sobre as opções disponíveis”, afirmou Alan Porto.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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