Mato Grosso

Secretaria Judiciária do TRE-MT promove reunião de alinhamento com unidades internas

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A Secretaria Judiciária do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) iniciou, nesta quinta-feira (9), o cronograma de reuniões de alinhamento interno com suas unidades. Até o fim deste mês, serão realizadas três reuniões. A primeira etapa contou com a participação da Coordenadoria de Processamento (CPRO), representada pela titular Ângela Aparecida Gabana de Queiroz, que apresentou os projetos estratégicos vinculados ao Plano de Gestão 2025-2027 e as ações previstas no Plano Integrado das Eleições 2026.

O objetivo do encontro foi promover o alinhamento institucional, fortalecer a comunicação entre as equipes e assegurar que as iniciativas estejam em conformidade com as diretrizes da nova gestão. Foram debatidos metas, prazos e responsabilidades, com foco na eficiência dos processos e na melhoria contínua dos serviços prestados à sociedade.

O secretário Judiciário Carlos Luanga Ribeiro Lima destacou a importância da iniciativa. “Esse tipo de reunião é essencial para que todos estejam em sinergia e possam contribuir de forma mais integrada. Com a aprovação do Plano de Gestão 2025-2027 pela alta administração e a consolidação do Plano Integrado das Eleições 2026, é importante que cada unidade compreenda seu papel nesse processo. O objetivo é trabalhar com mais clareza, colaboração e foco nos resultados que a sociedade espera de nós”, avaliou.

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A coordenadora da CPR0 Ângela Queiroz ressaltou a relevância do alinhamento e afirmou que as reuniões de equipe realizadas de forma contínua pelo secretário Judiciário, junto às unidades vinculadas, são de extrema importância para a gestão administrativa do Tribunal, pois buscam o alinhamento dos projetos e a execução tempestiva das demandas inerentes à atuação da atual gestão (2025-2027).

“Hoje também discutimos algumas das atividades prévias relacionadas ao planejamento das próximas eleições, como instrução de normativos, formalização de acordos de cooperação e requisição de força-tarefa, medidas essenciais para a execução dos trabalhos internos. Vemos que o acompanhamento dos planejamentos é o que garante a execução eficiente das ações, visando ao bom resultado institucional nas eleições”, pontuou.

Participaram da reunião os assessores do Gabinete da Secretaria Judiciária, Thiago Malheiros Ribeiro e Nicolle Nagle S. Wayhs Miguez.

As próximas reuniões estão agendadas para o dia 14 de outubro, com o coordenador de Apoio ao Pleno, Acórdãos e Resoluções (COARE), Isaqueu Maia do Nascimento, e para o dia 23 de outubro, com a coordenadora de Gestão da Informação (CGI), Marcela Alves Lopes Mendes de Oliveira.

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Jornalista: Anderson Pinho

#PraTodosVerem – A imagem mostra quatro pessoas reunidas em uma sala de trabalho, sentadas ao redor de uma mesa com notebooks, celulares, papéis e canetas. São elas: o secretário Judiciário, a coordenadora da CPRO e os assessores da Secretaria Judiciária. Ao fundo, há janelas amplas que permitem a entrada de luz natural.

Fonte: TRE – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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