Mato Grosso

Seduc abre licitação para contratação de verificação independente em projeto de educação digital inclusiva e sustentável

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) publicou o aviso de licitação para a contratação de uma empresa especializada que atuará como Agência de Verificação Externa (AVE) no âmbito do Projeto Aprendizado Digital, Inclusivo e Sustentável (PADIS-MT), iniciativa financiada pelo Banco Mundial para fortalecer e modernizar a educação pública no Estado.

A empresa vencedora será responsável por auditar e validar o cumprimento de metas e resultados de três frentes consideradas estratégicas para a rede estadual de ensino: o Acompanhamento Personalizado da Aprendizagem (APA), o Sistema de Alerta Preventivo ao Abandono e Evasão Escolar (Sapaee) e o Programa Estadual de Prevenção da Violência no Ambiente Escolar (PPV).

A contratação será realizada por meio de licitação internacional, em conformidade com as normas de aquisições estabelecidas pelo Banco Mundial. Poderão participar empresas que atendam aos critérios de elegibilidade previstos no edital.

Os interessados em participar podem solicitar o edital completo, disponível em português, pelo e-mail oficial da comissão, no endereço: [email protected]. O documento também pode ser consultado presencialmente na sede da Seduc, em Cuiabá, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

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Firmado entre o Governo de Mato Grosso e o Banco Mundial, o PADIS-MT tem como objetivo impulsionar a transformação da educação pública estadual, com foco no fortalecimento das práticas pedagógicas, na inclusão digital de estudantes e professores e na construção de um ambiente escolar mais seguro, eficiente e preparado para os desafios do presente e do futuro.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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