Mato Grosso

Seduc lança programa de recomposição da aprendizagem para estudantes do Ensino Médio em Mato Grosso

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) lançou, nesta semana, o Programa de Recomposição da Aprendizagem para o Ensino Médio (PRA MT), uma iniciativa pioneira que visa garantir a permanência escolar, a equidade e a conclusão qualificada do Ensino Médio para estudantes da rede pública estadual. Alinhado à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e ao Plano Nacional de Educação, o programa busca suprir lacunas no aprendizado e preparar os jovens para os desafios acadêmicos e profissionais futuros.

O PRA MT atua principalmente em duas frentes: para os alunos do 3º ano com defasagem escolar, oferece um suporte estruturado para recomposição das aprendizagens essenciais; já para estudantes do 1º e 2º ano que apresentam distorção idade-série, o programa prevê um processo de reclassificação, possibilitando avanço na trajetória educacional mediante avaliação.

“Queremos dar oportunidade real para que os estudantes recuperem seu ritmo escolar sem perder o vínculo com o turno em que já estão matriculados, facilitando a continuidade e a adesão ao programa”, explica Paulo Santana, superintendente da Educação Básica da Seduc.

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As aulas do programa terão início no dia 2 de junho, integrando atividades com o uso de recursos tecnológicos como smart TVs, Chromebooks e kits de robótica, articulados aos materiais pedagógicos da coleção Acelere o Saber.

“O foco está no desenvolvimento de competências por área do conhecimento, respeitando o ritmo individual do aluno, com metodologias participativas e avaliações diagnósticas contínuas para monitorar o progresso,” detalha o coordenador.

O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, reforça a importância do programa para o cenário educacional de Mato Grosso: “Mais do que corrigir defasagens, o PRA MT é uma chance concreta de sucesso para nossos jovens. Ele estimula o protagonismo estudantil e prepara os alunos para o ingresso no ensino superior e o mercado de trabalho, com uma visão cidadã e inclusiva.”

Para garantir a efetividade da proposta, o programa prevê formação continuada para os professores, acompanhamento pedagógico por coordenadores e suporte das Diretorias Regionais de Educação.

“A integração entre todos os envolvidos, professores, coordenadores, gestores e comunidade, é fundamental para transformar esse projeto em um marco da educação estadual,” destaca Paulo Santana.

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Além disso, o PRA MT contempla avaliações processuais e formativas, portfólios de aprendizagem, redações com correção automatizada por inteligência artificial e autoavaliação dos estudantes. Essas ferramentas possibilitam intervenções pedagógicas contínuas e individualizadas, garantindo que o ensino seja adaptado às necessidades específicas de cada aluno.

O secretário Alan Porto finaliza ressaltando que o programa reafirma o compromisso da Seduc com uma educação de qualidade e equitativa. “Estamos investindo para que nenhum jovem fique para trás e todos tenham condições reais de alcançar um futuro promissor, contribuindo para o desenvolvimento social e econômico do nosso estado, concluiu.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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