Mato Grosso

Sefaz apresenta técnica de programação financeira do Estado em evento do Tesouro Nacional

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A Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) realizou uma palestra sobre a programação financeira do Estado de Mato Grosso em seminário promovido pelo Tesouro Nacional, em Brasília, entre terça-feira (29.10) e quarta-feira (30.10), com a finalidade de trocar experiências sobre gestão financeira e tesouraria entre entes da federação e especialistas.

A secretária-adjunta do Tesouro Estadual, Luciana Rosa, participou do Seminário de Programação Financeira e Tesouraria no painel “Experiência da Programação Financeira do Governo Federal”.

A programação financeira, de acordo com a secretária-adjunta, trata da distribuição mensal dos recursos financeiros previstos para a unidade orçamentária em função da expectativa de realização da receita mensal.

“Em outras palavras, ela compreende um conjunto de atividades que buscam ajustar o ritmo de execução do orçamento ao fluxo provável de recursos financeiros, assegurando a execução dos programas anuais de trabalho, com base nas diretrizes e regras estabelecidas pela legislação vigente”, explicou.

Na abertura do evento, Luciana apresentou o processo da programação financeira do Estado, que contempla desde a etapas de elaboração do orçamento até sua execução.

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Também apresentou dados do orçamento do Estado, da disponibilidade financeira do Poder Executivo e de receita de rendimentos de aplicação financeira com o objetivo de exemplificar a importância da programação financeira na gestão fiscal.

Para Luciana Rosa, a participação de Mato Grosso foi importante para compartilhar a forma de atuação do Estado, associando a programação financeira a sustentabilidade fiscal.

“Compartilhamos, com os demais Estados do país, a forma de atuação da equipe do tesouro estadual quanto a programação financeira associada as metas fiscais e a sustentabilidade fiscal do Estado, contribuindo para o aprimoramento da Gestão Fiscal no País no âmbito dos processos e normas financeiras mais adequadas para o alcance e manutenção da solidez fiscal”, afirmou a secretária-adjunta.

A Sefaz foi uma das três Secretarias de Fazenda a palestrar no seminário juntamente com as pastas da área dos Estados de São Paulo e da Bahia.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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