Política Nacional

Seif destaca reconhecimento da ONU a Florianópolis como cidade Lixo Zero

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O senador Jorge Seif (PL-SC), em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (8), destacou o reconhecimento internacional concedido ao município de Florianópolis como cidade Lixo Zero pela Organização das Nações Unidas (ONU). O parlamentar afirmou que a premiação reflete políticas públicas voltadas à redução de resíduos, reciclagem e fortalecimento da economia circular.

— Tal reconhecimento projeta Florianópolis no cenário internacional como referência de sustentabilidade urbana no mundo, colocando-a ao lado de importantes centros globais e evidenciando o êxito de políticas públicas estruturantes desenvolvidas ao longo de décadas — afirmou.

No discurso, o senador também apresentou voto de pesar pelo falecimento do empresário catarinense Márcio Vaccaro, morto em um acidente de moto na Argentina no mês passado. Seif exaltou a atuação de Vaccaro em diversos segmentos, como agronegócio, suplementos alimentares e setor imobiliário. O parlamentar ressaltou a trajetória do empresário e sua contribuição, segundo ele, para o desenvolvimento econômico de Santa Catarina.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Wellington Fagundes homenageia padre Nazareno Lanciotti

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Em pronunciamento nesta segunda-feira (15), o senador Wellington Fagundes (PL-MT) destacou a celebração de beatificação do padre italiano Nazareno Lanciotti, realizada em 13 de junho na cidade de Jauru (MT). Wellington participou da cerimônia e afirmou que a vida e morte do padre Nazareno são um lembrete da verdadeira grandeza espiritual das pessoas. 

— Tive a graça e a honra de conhecer o Padre Nazareno, hoje o beato Padre Nazareno, um homem muito simples, humilde, dedicado aos mais pobres principalmente e, acima de tudo, um homem que transformou a vida de milhares de pessoas por meio da fé, da solidariedade e, acima de tudo, do amor ao próximo — declarou.

O padre Nazareno Lanciotti nasceu em Roma, em 1940, e mudou-se em 1971 para o Brasil, onde dedicou sua vida às atividades da igreja e prestou atendimento a pessoas em situação de vulnerabilidade. Em 2001, Lanciotti teve sua casa invadida e foi assassinado por dois homens, em retaliação ao trabalho pastoral prestado. A morte do beato por ódio à fé foi reconhecida em 2025 pela igreja católica.

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Por Bruno Augusto, sob supervisão de Dante Accioly 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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