Mato Grosso

Sejus e Justiça Eleitoral levam emissão de título de eleitor a adolescentes do Centro Socioeducativo de Barra do Garças

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A Secretaria de Estado de Justiça (Sejus) realizou, nesta terça-feira (14.4), uma ação voltada à promoção da cidadania e da inclusão social de adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa no Centro de Atendimento Socioeducativo (CASE) de Barra do Garças. A iniciativa contou com a parceria do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), por meio do Cartório da 9ª Zona Eleitoral.

Durante a atividade, 32 adolescentes tiveram seus títulos de eleitor emitidos, assegurando o acesso à documentação civil e ao exercício pleno da cidadania. Como parte da programação, os jovens também participaram de uma simulação de votação em urna eletrônica, oportunidade em que puderam conhecer, na prática, o funcionamento do processo eleitoral e refletir sobre a importância do voto consciente.

De acordo com o secretário de Estado de Justiça, Valter Furtado Filho, a ação reforça o compromisso da Sejus com a garantia de direitos, a inclusão social e a formação cidadã dos socioeducandos, promovendo o acesso a políticas públicas e incentivando a participação ativa na sociedade.

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“Essa iniciativa reforça o compromisso da Sejus com a ressocialização e a cidadania dos adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa. Garantir o acesso ao título de eleitor é mais do que emitir um documento, é oferecer pertencimento, responsabilidade social e a oportunidade de participação ativa na democracia. A parceria com a Justiça Eleitoral é fundamental nesse processo de formação cidadã”, declarou.

A iniciativa está alinhada à “Semana do Alistamento Jovem”, promovida pelo TRE, que tem como objetivo ampliar a participação da juventude nas eleições de 2026, fortalecendo a democracia e o protagonismo juvenil.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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