Cuiabá

Semob adia interdição na Av. Mato Grosso após diálogo com comerciantes

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A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) informa que a interdição na Avenida Mato Grosso, prevista para começar nesta quarta-feira (06), foi adiada para a próxima segunda-feira (11). A decisão de estender a data de início das obras, que serão executadas pela Concessionária Águas Cuiabá, atende a pedidos dos comerciantes da região, em virtude da data comemorativa do Dia dos Pais. Além disso, o cronograma também foi reprogramado, e a previsão é que a interdição dure mais de 10 dias, até a finalização do serviço.

Os comerciantes temem que as obras no local prejudiquem o período das vendas que antecedem o Dia dos Pais, tendo em vista que a meia pista de ambos os lados da Av. Mato Grosso será interditada para execução do serviço.

“A concessionária e o município chegaram a esse entendimento com o objetivo de não prejudicar o comércio nessa importante data comemorativa. Então, para que não haja nenhuma intervenção nas vias neste período em que o comércio está aquecido, previamente ao Dia dos Pais, estabeleceu-se que as obras terão início apenas na segunda-feira”, explicou o presidente do Cuiabá Regula, Alexandre Lucas.

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Segue a orientação para que motoristas redobrem a atenção e busquem caminhos alternativos para melhor fluidez do trânsito, a partir de segunda-feira (11), especialmente no horário das 8h às 16h30, período em que meia pista de cada lado da avenida estará bloqueada, no trecho entre a Avenida Barão de Melgaço e a Av. Prainha, nos dois sentidos.

#PraCegoVer

A foto mostra o acesso da Avenida Mato Grosso, visto da Avenida do CPA. No momento registrado, uma das vias da Avenida Mato Grosso está com vários veículos aguardando no semáforo.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Secretário esclarece aplicação de 26% na Educação e explica diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal

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O secretário de economia da Prefeitura de Cuiabá, Marcelo Bussiki, esclareceu que cumpriu e superou o percentual mínimo constitucional de investimentos em Educação no exercício de 2025, alcançando aplicação de 26,1% da receita vinculada ao setor, índice acima dos 25% exigidos pela Constituição Federal. Só em 2026, já foram pagos R$ 36,5 milhões de restos à pagar.

Os dados já haviam sido apresentados oficialmente à Comissão de Educação da Câmara Municipal pelo secretário de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo contador-geral do Município, Éder Galiciani, durante reunião realizada neste ano, quando foram detalhados os números da execução orçamentária da Educação.

A manifestação ocorre após declarações do ex-secretário municipal de Educação, Amauri Monge, que voltou a questionar os resultados apresentados pela atual gestão e sugeriu a existência de irregularidades relacionadas aos investimentos da pasta.

A Prefeitura esclarece que os valores citados pelo ex-secretário referem-se a restos a pagar, instrumento legal previsto na administração pública e regulamentado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Os restos a pagar correspondem a despesas que foram empenhadas e registradas dentro do exercício financeiro, mas cujo pagamento pode ocorrer no ano seguinte.

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A administração municipal destaca que essa situação é comum na gestão pública e não configura qualquer irregularidade. Todas as despesas da Educação foram devidamente registradas nos sistemas contábeis do município e constam dos demonstrativos oficiais encaminhados aos órgãos de controle.

A Prefeitura também esclarece a diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal. Pedalada fiscal ocorre quando despesas ou obrigações financeiras deixam de ser registradas oficialmente na contabilidade pública, ocultando a real situação das contas do ente público. Já os restos a pagar são despesas reconhecidas, empenhadas e contabilizadas regularmente, permanecendo registradas até sua quitação.

Dessa forma, não houve qualquer ocultação de despesas na Educação. Os valores pendentes estavam devidamente lançados na contabilidade municipal, em conformidade com a legislação vigente.

A própria aplicação dos recursos da Educação foi defendida pelo então secretário Amauri Monge quando ainda comandava a pasta. Em prestação de contas realizada na Câmara Municipal, ele afirmou que o município havia investido 26,1% em Educação durante 2025, acima do percentual mínimo exigido pela Constituição Federal.

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Na ocasião, Monge declarou que os valores empenhados estavam corretamente registrados e que os restos a pagar encontravam-se dentro da legalidade, afastando qualquer irregularidade na execução orçamentária da pasta.

Além do cumprimento do índice constitucional, a Prefeitura ressalta que despesas importantes para o funcionamento da rede municipal, como parte da alimentação escolar, são custeadas com recursos próprios e não integram o cálculo do percentual mínimo exigido pela Constituição.

A administração municipal reforça que todos os dados permanecem à disposição dos órgãos de controle, da Câmara Municipal e da sociedade, reafirmando o compromisso com a transparência, a responsabilidade fiscal e a correta aplicação dos recursos destinados à Educação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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