Mato Grosso

Série de mutirões contempla eleitorado de Marcelândia durante mês de outubro

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Com o objetivo de ampliar o acesso da população aos serviços da Justiça Eleitoral, a 32ª Zona Eleitoral realizará, ao longo do mês de outubro, uma série de mutirões de atendimento no município de Marcelândia (642 km de Cuiabá). As ações contemplarão serviços como alistamento (confecção de 1º título), revisão, transferência de endereço, emissão de segunda via do título e cadastramento biométrico. 

 

Os mutirões serão realizados nas quatro maiores escolas da cidade, sempre no horário das 8h às 17h, conforme o cronograma: 

 

  • Dias 06, 07 e 08 de outubro – Escola Estadual Pedro Bianchini (Rua João Biondaro, n° 532, Centro) 
  • Dias 13, 14 e 15 de outubro – Escola Estadual Paulo Freire (Rua Três Poderes, n° 970, Centro) 
  • Dias 20, 21 e 22 de outubro – Escola Municipal Castro Alves (Rua Vanuza de Souza Barcelos, n° 30, Vila Esperança) 
  • Dias 27, 28 e 29 de outubro – Escola Estadual Etelvina Ferreira de Cerqueira (Rua Colíder, Vila Isabel) 
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O município possui atualmente 9.242 pessoas aptas ao voto, sendo que 1.616 ainda não possuem a biometria cadastrada, público que é prioridade nesta etapa do atendimento. Nestas quatro escolas, que funcionam como locais de votação, votam 92,16% do eleitorado sem biometria, o correspondente a 1.582 pessoas. 

 

De acordo com o chefe de cartório da 32ª Zona Eleitoral, Igor Antunes Costa, manter o título de eleitor regularizado é um ato fundamental de cidadania e condição essencial para o pleno exercício dos atos da vida civil.  

 

“Um título de eleitor irregular pode impedir o cidadão e a cidadã de receber benefícios sociais e previdenciários, de emitir passaporte e de ingressar no serviço público ou efetuar matrícula em instituições públicas de ensino. Pensando nisso, a Justiça Eleitoral convida os eleitores e eleitoras de Marcelândia a participarem dos mutirões que ocorrerão durante todo o mês de outubro. Convocamos a população para que não perca a oportunidade de regularizar a situação e realizar o cadastro da biometria”, convoca. 

 

Jornalista: Nara Assis 

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#PraTodosVerem: A imagem mostra o momento do cadastramento biométrico. Uma servidora da Justiça Eleitoral auxilia um eleitor a registrar sua digital em um equipamento próprio, enquanto um computador está conectado ao processo. Na mesa também há um celular e outros dispositivos de apoio. 

Fonte: TRE – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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