Mato Grosso

SES promove curso de prevenção à tuberculose para profissionais do SUS

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A Escola de Saúde Pública (ESP), vinculada à Secretaria de Estado de Saúde (SES), realizou, entre quarta-feira (8.4) e sexta-feira (10.4), o curso de formação para profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) com a temática “Elaboração de Planos de Comunicação para Enfrentamento da Tuberculose no Estado”.

Estão sendo capacitados, na sede da ESP, 30 profissionais do SUS da Atenção Primária, Vigilância Epidemiológica, Comunicação e Gestão de sete municípios prioritários para a tuberculose em Mato Grosso: Barra do Garças, Cáceres, Campinápolis, Cuiabá, Rondonópolis, Sinop e Várzea Grande.

Segundo a superintendente da Escola de Saúde Pública, Silvia Tomaz, o primeiro dia teve um foco mais conceitual e de integração, com roda de conversa sobre estratégias educacionais em saúde e discussão sobre como a comunicação pode ajudar na prevenção da tuberculose.

“O curso é importante, pois mapeará fluxos de comunicação, envolvendo como a informação circula no território, definindo públicos prioritários, como populações vulneráveis e profissionais de saúde, com ênfase nas redes sociais”, explicou.

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Os profissionais estão aprendendo a fazer uma comunicação comunitária, adaptando o conteúdo à realidade do território, por meio de campanhas locais, vídeos e mídias sociais e educação em unidades de saúde.

O curso abordou a situação da tuberculose em Mato Grosso, com incidência e desafios, a problematização e o consenso sobre a noção de abandono do tratamento, a desinformação e os mitos sobre a doença a serem combatidos, estratégias de Tratamento Diretamente Observado (TDO), foco em populações vulneráveis, como pessoas em situação de rua e privadas de liberdade.

A qualificação também tratou da importância da compreensão da noção de “Saúde Digital”, da desmistificação do estigma relacionado à doença, da educação terapêutica e do risco de multirresistência, do alinhamento da rede de saúde na comunicação com o paciente e da gamificação no combate às fake news.

Nesta sexta-feira, haverá a elaboração do cronograma oficial da campanha municipal, e a atividade final será a entrega do plano de comunicação completo para o município, com matriz estratégica, cronograma e indicadores de monitoramento.

O curso tem carga horária de 30 horas, sendo 24 horas presenciais e 6 horas de acompanhamento. Após esta formação presencial, os alunos ainda terão atividades orientadas pelo docente Bruno Olivatto, em formato de Educação a Distância (EaD), para revisão, avaliação e proposição de ajustes finos dos planos de comunicação elaborados.

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Corpo de Bombeiros combate quatro incêndios florestais nesta terça-feira (13)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, nesta terça-feira (13.10), quatro incêndios florestais registrados nos municípios de Água Boa, Nova Xavantina, Nossa Senhora do Livramento e Juruena.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 59 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 39 focos foram registrados na Amazônia, 18 focos no Cerrado, e dois focos no Pantanal.

Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo quatro focos na Terra Indigena Parque do Xingu, em Querência, e dois focos na Terra Indigena Parabubure, em Campinápolis.

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É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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