Mato Grosso

SES realiza oficina sobre cuidados com populações expostas a agrotóxicos

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES), em parceria com o Ministério da Saúde, promove até esta quinta-feira (12.6), oficina de implantação da Vigilância em Saúde de Populações Expostas a Agrotóxicos (VSPEA), no auditório da Superintendência de Vigilância em Saúde, em Cuiabá. O evento teve inicio na segunda-feira (10).

Participam da oficina, gestores da rede estadual e representantes dos 11 municípios tidos como prioritários para essas ações, conforme indicador do Plano Nacional de Saúde 2024-2027. São eles, Campo Novo do Parecis, Campo Verde, Diamantino, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Nova Ubiratã, Pedra Preta, Primavera do Leste, Sapezal, Sorriso e Tabaporã.

Segundo a superintendente de Vigilância em Saúde da SES, Alessandra Moraes, a iniciativa visa fomentar o diálogo para subsidiar a construção de planos de ação adaptados às realidades das regiões para proteger populações vulneráveis aos riscos associados ao uso de agrotóxicos.

“É um momento ímpar de articulação entre gestores da rede estadual e profissionais de saúde das prefeituras. Além disso, a oficina reafirma o compromisso do Estado com a promoção da saúde, a equidade no acesso a serviços e a construção de ambientes saudáveis, em consonância com os princípios do Sistema Único de Saúde”, destacou.

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A oficina também estimula o protagonismo dos territórios na implementação de políticas públicas de saúde ambiental, respeitando as especificidades culturais, socioeconômicas e ecológicas de cada região.

Os consultores do Ministério da Saúde Denise Veiga, Gabriela Marques, Ágata Cristina Dias e Felipe da Silva estão ministrando a oficina com uma dinâmica baseada nos princípios de metodologia participativa, que favorece o diálogo horizontal e a escuta ativa. A programação combina dinâmica de grupo e momentos expositivos, articulando teoria e prática.

A VSPEA busca promover ações concretas de prevenção, monitoramento e mitigação dos efeitos nocivos causados pela exposição aos agrotóxicos.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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