Mato Grosso

Setasc e Prefeitura de Nobres firmam parceria para levar novos cursos do SER Família Capacita

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A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) firmou uma parceria com a Prefeitura Municipal de Nobres para ofertar, através do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de Mato Grosso (Senai-MT), novos cursos do SER Família Capacita, programa idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes.

A ação busca qualificar a população local para as vagas nas novas indústrias de calcário em resposta à necessidade identificada pela Assistência Social de Nobres.

A secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Grasielle Paes, enfatizou o impacto positivo do programa na vida dos cidadãos mato-grossenses.

“O SER Família Capacita tem mudado vidas em Mato Grosso. Cada vez mais pessoas estão se profissionalizando e conseguindo entrar no mercado de trabalho. O Governo do Estado garante a gratuidade do serviço como forma de incentivar a população a buscar novas oportunidades de crescimento”, disse a secretária.

A Superintendente de Promoção do Trabalhador da Setasc, Danielli Denise Santos, apontou que a ação representa um importante passo para a pasta na promoção da qualificação profissional através do SER Família Capacita.

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“O município de Nobres tem demonstrado um crescimento notável, impulsionado, em grande parte, pela expansão do setor industrial. Para acompanhar este desenvolvimento e garantir que a população local possa se beneficiar das novas oportunidades, firmamos a parceria, que representa um importante pilar da missão da Setasc em promover a qualificação profissional em todo o Mato Grosso. Este programa tem se destacado como um agente transformador na vida de milhares de mato-grossenses, oferecendo cursos em diferentes áreas e modalidades, para atender às necessidades específicas de cada município e de cada cidadão que busca aprimorar suas habilidades e conquistar novas oportunidades”, explicou.

A secretária de Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social de Nobres, Rosemari Camilo Hoepers, destacou a importância dos novos cursos ofertados pelo programa social.

“A abertura desses novos cursos do SER Família Capacita, especificamente voltados para a área de extração de calcário, representa um marco para o nosso município. Estamos vivenciando um momento de grande crescimento econômico e com a expansão desse setor. É fundamental que nossa população esteja preparada para aproveitar as oportunidades que surgirão”, pontuou Rosemari.

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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