Cidades

Sinop é premiada pelo Ministério da Educação com Selo Petronilha para relações étnico-raciais

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A Secretaria de Educação Sinop foi selecionada pelo Ministério da Educação (MEC), para receber o prêmio Selo Petronilha de Educação para as relações Étnico-Raciais. O selo será entregue ao município, em cerimônia marcada para o dia 18 de agosto, em Brasília, na Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do ministério.

O projeto “Conhecendo Melhor a Cultura Afrodescendente”, desenvolvido pela Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Armando Dias, localizada no bairro Jardim Boa Esperança, foi considerado destaque pelo Ministério da Educação (MEC) para receber o prêmio.

“Escolhemos investir, valorizar e transformar a educação. Receber o Selo Petronilha do MEC é o reconhecimento desse compromisso, uma conquista que reforça que estamos no caminho certo. Isso só é possível graças à força de um time comprometido com uma educação pública mais inclusiva, antirracista e de transformação”, comemorou o prefeito Roberto Dorner.

O projeto desenvolvido na unidade escolar de Sinop, desde 2008, e coordenado pela Professora Maria Salete Pereira da Silva, tem como objetivo abordar o processo de Ensino da História da África e da Cultura Afro-Brasileira, dando ênfase a importância dessa cultura na sociedade sinopense, bem como difundir o respeito aos negros e sua rica cultura, conforme preconiza a Lei Federal 11.645 de 2008.

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“Dentro do projeto são elaboradas atividades que visam combater o racismo, desmitificando preconceitos nos espaços escolares e valorizando as diferenças raciais, permitindo com que os alunos percebam que a cultura afro-brasileira é o berço de muitas histórias e da importância da sua perpetuação”, disse ela.

A partir de 2024 a unidade incorporou, também, o Projeto de Formação Continuada pela Escola, que integra quatro encontros formativos em parceria com a Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), com a temática “O ensino da temática indígena na sala de aula e a percepção dos professores sobre a lei 11.645/08”.

“Num desses encontros foi oportunizado a presença do povo Ikpeng, no qual os convidados se apresentaram e contribuíram contando como é a vida nas aldeias e na cidade. Foi um momento de muito conhecimento em que se pôde aprender um pouco mais a respeito de um povo e que muitas vezes, é estereotipado, mas com saberes necessários de ter maior visibilidade”, comentou Maria.

O projeto receberá, além do selo, um incentivo financeiro no valor de R$ 200 mil por meio do Plano de Ações Articuladas (PAR). O valor deverá ser utilizado para continuidade e/ou aprimoramento das ações selecionadas, com ações de manutenção, fortalecimento, sistematização e disseminação das ações propostas.

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Selo

O Selo Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva de Educação para as Relações Étnico-Raciais tem como objetivo reconhecer e valorizar, por meio de um selo de reconhecimento, as secretarias de educação que se destacam por políticas, programas ou ações voltadas à formação de profissionais da educação para a implementação da Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. A iniciativa visa promover a equidade racial na educação, valorizando as redes de ensino que realizam ações para a promoção da equidade racial, da educação para as relações étnico-raciais e da educação escolar quilombola.

A iniciativa faz parte da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e premia ações relacionadas à Educação para as Relações Étnicos-Raciais (Erer). Só entram para essa disputa coordenada pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), projetos que promovam uma educação comprometida com a equidade racial, a valorização das histórias e das culturas afro-brasileiras e quilombolas, bem como a construção de práticas pedagógicas antirracistas em seus territórios.

Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Roneir Corrêa

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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Várzea Grande

Várzea Grande realizada mais uma etapa do mutirão e 800 pacientes sairão da fila de espera

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A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, iniciou hoje (25) e segue até o dia 29 de maio com mais uma etapa do mutirão de cirurgias oftalmológicas, voltado especialmente para casos de pterígio e catarata (faco). Cerca de 800 pacientes deverão ser atendidos e retirados da fila de espera pelos procedimentos.

Conforme levantamento da Superintendência de Avaliação, Controle e Regulação, nesta etapa do programa Fila Zero serão realizadas 177 cirurgias de catarata e 642 de pterígio.

Como explica a secretária municipal de Saúde, Valéria Nogueira, os pacientes já estão regulados pelo Município e aguardavam pelos procedimentos. “Eles passarão por consulta médica de avaliação e já sairão com a cirurgia agendada. Há pacientes que inclusive já estão realizando as cirurgias. Todos os atendimentos serão feitos na rede privada credenciada ao Sistema Único de Saúde de Várzea Grande e ao programa Fila Zero”, afirmou.

Os parceiros credenciados da rede privada estão entrando em contato com os pacientes para agendar as datas dos procedimentos. Algumas unidades, inclusive, estão realizando cirurgias aos sábados. No último sábado (23), por exemplo, foram realizadas 62 cirurgias em pacientes que foram prontamente localizados pelas empresas.

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“É uma ação com o objetivo de ampliar o acesso da população a procedimentos específicos, reduzindo a fila e as demandas reprimidas”, reforçou Valéria. A maior parte dos 800 pacientes está na fila de espera há menos de um ano, sendo pacientes cadastrados entre 2025 e 2026.

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), destacou que a adesão ao programa estadual Fila Zero foi uma das primeiras medidas adotadas por sua gestão, há pouco mais de um ano, e ressaltou os resultados positivos da iniciativa.

“Foi a primeira vez que Várzea Grande aderiu ao Fila Zero, e esse programa ajudou muito no atendimento de pacientes que até o ano passado aguardavam há dois, três, cinco e até dez anos por cirurgias. No caso desta ação específica, voltada à saúde ocular da população, estamos ofertando procedimentos relativamente simples, mas que trazem enorme qualidade de vida para quem precisa. Poder enxergar de forma nítida não tem preço. Nossa meta é garantir dignidade, independência e qualidade de vida aos várzea-grandenses. A cirurgia de catarata é simples, mas transforma vidas”, declarou a prefeita.

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CATARATA E PTERÍGIO – A principal diferença entre as duas condições está na localização do problema no olho.

O pterígio é o crescimento de uma membrana, conhecida popularmente como “carninha”, na parte branca do olho, avançando em direção à córnea. Trata-se de uma alteração na superfície externa do olho.

Já a catarata é uma alteração interna. Ela ocorre quando o cristalino, lente natural do olho, torna-se opaco, deixando a visão embaçada, como se a pessoa estivesse olhando através de um vidro sujo.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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