Ministério Público MT

Siscalc Ambiental do MPMT recebe Selo de Excelência do CNMP

Publicado

O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) conquistou reconhecimento nacional com o projeto Siscalc Ambiental, agraciado com o Selo de Excelência Ambiental, concedido pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). A certificação foi atribuída ao projeto em razão de sua inovação, efetividade e relevante contribuição para a preservação do meio ambiente e promoção de práticas sustentáveis.Desenvolvido no âmbito do MPMT, o Siscalc Ambiental é uma ferramenta estratégica voltada ao fortalecimento da atuação institucional na área ambiental. O sistema permite a sistematização de dados, cálculo de danos ambientais e apoio técnico na tomada de decisões, contribuindo para maior eficiência na responsabilização de infratores e na reparação de danos causados ao meio ambiente. O reconhecimento, concedido pelo CNMP, destaca o compromisso institucional com a sustentabilidade e evidencia a importância de soluções tecnológicas aplicadas à atuação ministerial. O selo reforça, ainda, a relevância de iniciativas que colaboram para a construção de um futuro mais verde, justo e responsável. O projeto é coordenado pelo procurador de Justiça Gerson Barbosa, que tem atuado na consolidação de práticas inovadoras no âmbito do MPMT, especialmente na defesa do meio ambiente. Para o procurador, o Siscalc Ambiental representa um avanço significativo na forma como o Ministério Público enfrenta os desafios relacionados aos danos ambientais, promovendo maior rigor técnico e eficiência nos processos. “Esse projeto ainda está em desenvolvimento, porquanto se pretende incluir outros danos ambientais no Siscalc, que foi concebido, inicialmente, para dar maior eficácia nas ações do Ministério Público contra o desmatamento, em subsídio ao Grupo de Atuação contra o Desmatamento Ilegal e Queimadas – GAEDIQ. Não se pode olvidar que estudos científicos demonstram que estamos perto de atingir um ponto de não retorno nas mudanças climáticas, com alterações deletérias no sistema ambiental que se tornarão irreversíveis, de modo que não mais atingiremos um meio ambiente ecologicamente equilibrado. Os principais fatores para isso são desmatamentos e queimadas, em nosso Estado, que possui três biomas, o mais atingido sem dúvida a Floresta Amazônica. Mato Grosso, assim, com as estratégias adotadas, busca, de forma pioneira, uma mudança de rumos sobre um tema que já preocupava a Organização das Nações Unidas – ONU desde 2008”, concluiu.

Leia mais:  MP cobra fiscalização para evitar aterramento e limpeza irregular em VG

Fonte: Ministério Público MT – MT

Comentários Facebook
publicidade

Ministério Público MT

VG se compromete a regularizar contratações na Saúde e na Educação

Publicado

A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande firmou, nesta terça-feira (14), dois Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) com o Município para garantir o respeito à ordem de classificação dos processos seletivos simplificados das secretarias municipais de Educação, Cultura, Esporte e Lazer e de Saúde, além de promover a regularização de contratações temporárias realizadas em desacordo com os critérios dos certames. Os acordos foram assinados pela promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, pela prefeita Flávia Petersen Moretti, pelas secretárias Maria Fernanda Figueiredo e Valéria Aparecida Nogueira, e pelo procurador-geral do Município, Maurício Magalhães Faria Neto.Os acordos foram celebrados no âmbito de inquéritos civis instaurados pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) após a identificação de indícios de contratações temporárias sem observância da ordem classificatória dos processos seletivos, bem como da manutenção de vínculos considerados irregulares. As medidas buscam corrigir as inconsistências apuradas, assegurar a convocação dos candidatos aprovados conforme a classificação obtida nos certames e fortalecer os princípios da legalidade, impessoalidade e moralidade na administração pública.Na área da Educação, a investigação apontou possível preterição de candidatos aprovados em processo seletivo, além da contratação de servidores sem submissão ao certame e falhas na transparência das informações relacionadas ao seletivo. Já na Saúde, o inquérito apurou a existência de contratações de servidores sem prévia participação em processo seletivo, bem como a atuação de profissionais com classificação posterior à última convocação, em possível desrespeito à ordem classificatória e aos direitos dos candidatos aprovados. Conforme os TACs, o município e as secretarias assumiram o compromisso de observar rigorosamente a ordem de classificação dos candidatos aprovados, abstendo-se de realizar contratações, admissões, prorrogações ou manutenção de vínculos temporários em desacordo com os resultados homologados dos seletivos. Também deverão promover o levantamento dos contratos temporários existentes, rescindir aqueles considerados irregulares e substituir os contratados por candidatos regularmente classificados. Os compromissários terão prazo de até 180 dias para cumprir as principais obrigações previstas nos acordos e apresentar a comprovação documental ao Ministério Público. Entre as medidas estabelecidas está ainda a ampliação da transparência, com a divulgação permanente e atualizada de informações sobre convocações, admissões, desistências, eliminações e reclassificações decorrentes dos processos seletivos. Segundo a promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, os acordos têm como objetivo garantir o respeito aos princípios constitucionais da administração pública, especialmente a legalidade, a impessoalidade e a moralidade, assegurando que as vagas sejam preenchidas conforme a classificação obtida pelos candidatos nos processos seletivos. Os acordos também visam pôr fim às contratações irregulares identificadas durante as investigações e garantir igualdade de oportunidades aos participantes dos certames. Conforme os acordos, o descumprimento das obrigações resultará na aplicação de multa diária de R$ 5 mil, além da adoção de medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis.

Leia mais:  Força-tarefa recupera R$ 2,5 milhões em créditos tributários

Fonte: Ministério Público MT – MT

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana