Política Nacional

Subcomissão fará diligência à Comunidade Ianomâmi de Maturacá (AM)

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A Subcomissão Permanente dos Povos Indígenas Yanomami, da Comissão de Direitos Humanos (CDH), fará uma diligência em Manaus e na Terra Indígena Ianomâmi, na Comunidade Maturacá, em São Gabriel da Cachoeira (AM). A data da viagem ainda será definida. O requerimento (REQ 3/2026), apresentado pela presidente da subcomissão, senadora Damares Alves (Republicanos-DF), foi aprovado nesta quarta-feira (12).

A visita faz parte do plano de trabalho da subcomissão, aprovado em maio, e terá como objetivo acompanhar a situação das comunidades e verificar a execução das políticas públicas destinadas aos povos indígenas da região. A diligência também deverá contribuir para o aperfeiçoamento dessas ações.

Na justificativa do requerimento, Damares cita medidas adotadas pelo governo federal desde 2023 para enfrentar a emergência em saúde pública e combater o garimpo ilegal na Terra Indígena Ianomâmi. Entre elas estão a declaração de emergência em saúde pública de importância nacional e a criação do Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública (COE-Yanomami), além de medidas previstas no Decreto 11.405, de 2023.

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Segundo a senadora, apesar das ações adotadas pelo Poder Executivo, a situação de vulnerabilidade dos povos ianomâmis permanece “grave e desafiadora”. Para ela, a presença dos senadores nas comunidades permitirá acompanhar de perto a execução das políticas públicas e identificar medidas que possam contribuir para a garantia dos direitos dos indígenas.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Centros de educação tecnológica de MG e do RJ viram universidades

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Os Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets) de Minas Gerais e do Rio de Janeiro foram transformados em universidades federais. É o que determina lei sancionada sem vetos na quinta-feira (24) e publicada no Diário Oficial da União desta sexta (25). As instituições passam a se chamar Universidade Federal de Ciência e Inovação de Minas Gerais e Universidade Federal de Ciência e Inovação do Rio de Janeiro.

A Lei 15.521, de 2026, já em vigor, tem origem no Projeto de Lei (PL) 4.952/2026, aprovado no Plenário no início de setembro, com relatoria do senador Camilo Santana (PT-CE). Segundo o relatório, a transformação dará às instituições autonomia universitária e permitirá ampliar atividades de pesquisa e unidades de ensino. O texto também prevê a manutenção da oferta de educação profissional técnica de nível médio.

“Ao longo das últimas décadas, ambos ampliaram significativamente sua atuação na educação superior, na pós-graduação e na pesquisa aplicada. A conversão representa medida compatível com sua evolução institucional”, afirma o relatório. O Cefet-RJ tem oito campi e o Cefet-MG, 11, segundo o texto.

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A implantação das novas universidades fica condicionada à previsão de recursos no Orçamento federal. De acordo com o relatório, a transformação não implicará aumento imediato de despesas com pessoal.

Pleito antigo

A transformação era reivindicada pelas instituições havia décadas. Os dois centros foram transformados em Cefets em 1978 e permaneceram como os únicos da categoria após a criação dos institutos federais, em 2008. As instituições oferecem educação profissional técnica e cursos de nível superior, além de atividades de pesquisa e extensão.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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