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Subcomitês do Comitê Interministerial sobre Mudança do Clima iniciam ações para fortalecer implementação e monitoramento da ação climática no Brasil

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O Comitê Interministerial sobre Mudança do Clima (CIM), principal instância de governança climática do país, realizou, nesta quinta-feira (16/4), a reunião inaugural dos Subcomitês de Adaptação, Mitigação e de Monitoramento e Avaliação do CIM. O encontro ocorreu na sede do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), em Brasília (DF), e marca o início de uma nova etapa na implementação das políticas públicas voltadas ao enfrentamento da mudança do clima no Brasil. 

Acesse a página do Comitê Interministerial sobre Mudança do Clima aqui 

As novas instâncias foram criadas para fortalecer o assessoramento técnico ao Subcomitê-Executivo (SUBEX) e aprimorar o acompanhamento da execução do Plano Clima. Com caráter permanente, os subcomitês terão papel estratégico na coordenação interinstitucional, no monitoramento contínuo e na avaliação sistemática das ações climáticas. 

Os colegiados foram instituídos pela Resolução CIM nº 11, aprovada durante a 5ª Reunião Ordinária do Comitê, em 16 de março de 2026. Na oportunidade, foi destacada a necessidade de consolidar mecanismos mais robustos de governança para garantir maior efetividade às políticas de adaptação e mitigação. 

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A reunião inaugural também teve como objetivo alinhar entendimentos e orientar a atuação dos membros nas novas instâncias. Foram apresentados os principais aspectos da governança do CIM e o funcionamento dos Subcomitês recém-instituídos, além de um panorama dos processos de monitoramento do Plano Clima, com destaque para os instrumentos e fluxos que orientarão o acompanhamento de sua implementação. 

A secretária nacional de Mudança do Clima substituta do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), Ana Paula Prates, ressaltou que o momento representa a transição do planejamento para a implementação das ações. Agora é o momento de implementar, acompanhar e monitorar. É hora de colocar a mão na massa e mostrar à sociedade brasileira a importância de tirar o Plano Clima do papel”, destacou.  

A importância dos subcomitês para assegurar continuidade e robustez à governança climática foi ressaltada pelo secretário adjunto de Articulação e Monitoramento da Casa Civil da Presidência da República, Adriano Santhiago. “Esses subcomitês terão continuidade nos próximos anos. Após um processo consistente de evolução, chegamos ao estabelecimento de uma estrutura que agora permite a implementação dos planos”, enfatizou.  

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“No cenário internacional, encerramos uma fase de negociação e planejamento e iniciamos um novo ciclo voltado à implementação. O mesmo ocorre no Brasil: com o Plano Clima, avançamos para uma etapa centrada na execução e na transparência das ações”, lembrou coordenador-geral de Ciência do Clima do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Márcio Rojas.  

Entre as atribuições dos subcomitês está o acompanhamento da implementação do Plano Clima, além do fortalecimento dos processos de monitoramento, avaliação e atualização previstos na Estratégia Transversal para Ação Climática. A atuação integrada busca ampliar a consistência técnica das políticas públicas e promover maior alinhamento entre os órgãos federais envolvidos. 

A instalação dos subcomitês representa um avanço na estrutura de governança climática brasileira, ao consolidar espaços permanentes de articulação técnica e coordenação entre diferentes áreas do governo federal.

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051

Acesse o Flickr do MMA 

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Pecuária brasileira bate recordes no 1º trimestre de 2026 com alta no abate de bovinos, suínos e frangos

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A pecuária brasileira iniciou 2026 em ritmo forte. Dados do primeiro trimestre apontam crescimento nos abates de bovinos, suínos e frangos em comparação ao mesmo período do ano passado, consolidando novos recordes para a produção animal nacional. O avanço também foi acompanhado pela maior captação de leite já registrada para um primeiro trimestre, reforçando a relevância do setor para o agronegócio brasileiro.

Os números mostram um cenário de expansão da oferta de proteínas animais, impulsionado pela demanda interna e pelo desempenho das exportações, especialmente nos segmentos de carne bovina, suína e de frango.

Abate de bovinos alcança recorde histórico

O Brasil registrou o abate de 10,29 milhões de cabeças de bovinos sob inspeção sanitária no primeiro trimestre de 2026, o maior volume já apurado para o período desde o início da série histórica, em 1997.

O resultado representa crescimento de 3,3% em relação ao primeiro trimestre de 2025. Na comparação com os três últimos meses do ano passado, houve retração de 6,9%, comportamento considerado sazonal para o setor.

A produção de carcaças bovinas somou 2,63 milhões de toneladas, volume 5,1% superior ao registrado um ano antes.

Entre os estados, o destaque continua sendo Mato Grosso, responsável por 17,5% do total nacional. Na sequência aparecem São Paulo (11,6%), Goiás (9,2%) e Pará (9,1%).

Suinocultura registra melhor primeiro trimestre da história

O abate de suínos atingiu 15,27 milhões de cabeças entre janeiro e março de 2026, estabelecendo um novo recorde para um primeiro trimestre.

O volume foi 5,5% superior ao observado no mesmo período de 2025, enquanto permaneceu praticamente estável frente ao quarto trimestre do ano passado.

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A produção de carcaças alcançou 1,43 milhão de toneladas, avanço de 6,9% na comparação anual e de 1,0% sobre o trimestre imediatamente anterior.

Santa Catarina manteve a liderança nacional na atividade, concentrando 28,1% dos abates. Paraná e Rio Grande do Sul aparecem logo atrás, com participações de 20,9% e 17,8%, respectivamente.

Abate de frangos segue próximo de níveis recordes

A avicultura brasileira também apresentou desempenho positivo. No primeiro trimestre foram abatidos 1,71 bilhão de frangos, aumento de 3,6% em relação ao mesmo período de 2025.

Apesar da pequena queda de 0,5% frente ao quarto trimestre do ano passado, o resultado representa o segundo maior volume trimestral da série histórica, ficando atrás apenas do recorde registrado no período imediatamente anterior.

A produção de carne de frango alcançou 3,73 milhões de toneladas de carcaças, crescimento de 6,9% na comparação anual e de 2,2% frente ao trimestre anterior.

O Paraná permanece como líder absoluto do setor, respondendo por 35% do abate nacional. Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo completam o grupo dos principais estados produtores.

Captação de leite atinge maior volume da série histórica para o período

A aquisição formal de leite cru totalizou 6,78 bilhões de litros nos três primeiros meses de 2026, representando crescimento de 2,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O volume é o maior já registrado para um primeiro trimestre desde o início do levantamento.

Em relação ao quarto trimestre de 2025, houve redução de 8%, reflexo da sazonalidade da produção leiteira em diversas regiões do país.

Minas Gerais manteve a liderança nacional na captação, com participação de 23,5%, seguido por Paraná (15,6%) e Rio Grande do Sul (13,5%).

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O preço médio pago ao produtor ficou em R$ 2,24 por litro, valor 18,8% inferior ao registrado um ano antes. Na comparação com o trimestre anterior, houve leve alta de 1,4%.

Mercado de couro permanece estável

Os curtumes brasileiros receberam 10,75 milhões de peças inteiras de couro cru bovino durante o primeiro trimestre.

O volume permaneceu praticamente estável em relação ao mesmo período de 2025, embora tenha apresentado retração de 3,3% frente ao trimestre anterior.

Goiás liderou a recepção de couro para processamento, com participação de 19% do total nacional. Mato Grosso e Mato Grosso do Sul aparecem na sequência, com 16,8% e 12,1%, respectivamente.

Produção de ovos mantém crescimento moderado

A produção brasileira de ovos de galinha alcançou 1,21 bilhão de dúzias no primeiro trimestre de 2026.

O resultado representa crescimento de 0,4% em comparação ao mesmo período do ano passado. Em relação ao quarto trimestre de 2025, houve recuo de 3,5%.

São Paulo segue como principal produtor nacional, concentrando 24,6% da produção. Minas Gerais, Paraná e Espírito Santo completam o grupo dos maiores estados produtores.

Setor pecuário inicia 2026 com indicadores positivos

Os resultados do primeiro trimestre reforçam a força da pecuária brasileira, com recordes nos segmentos bovino e suíno, desempenho robusto da avicultura e crescimento da produção leiteira.

O cenário evidencia a capacidade do setor em manter elevados níveis de produção mesmo diante dos desafios de mercado, consolidando o Brasil como um dos principais fornecedores globais de proteínas animais e produtos pecuários.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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