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Superfosfato simples assume liderança no mercado de fertilizantes em 2025, aponta especialista

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O mercado brasileiro de fertilizantes começa 2025 com mudanças significativas no comportamento dos produtores. Segundo Jeferson Souza, analista de inteligência de mercado, o superfosfato simples (SSP) é o destaque da temporada, enquanto o Cloreto de potássio (KCl), que dominou 2024, registra menor relevância.

No ano passado, os agricultores já compravam KCl para a safra 2025/26, aproveitando preços competitivos e uma relação de troca vantajosa. Atualmente, o cenário se inverteu: as operações com KCl diminuíram, enquanto o SSP apresenta volumes expressivos de negociação nas últimas quatro semanas, atraindo atenção do setor.

Preços de KCl permanecem estáveis, mas relação de troca se altera

Apesar da menor procura, os preços do KCl continuam estáveis, cerca de US$ 80 por tonelada acima do mesmo período de 2024. Esse aumento impacta diretamente a relação de troca, tornando menos vantajosa a compra antecipada e incentivando uma postura mais cautelosa dos produtores na gestão de insumos.

Produtores adotam estratégia conservadora

A mudança no padrão de compras evidencia que os agricultores estão buscando otimizar o manejo e garantir maior eficiência nas lavouras. Com o SSP assumindo a liderança, as negociações ganham destaque, consolidando o fertilizante como o mais relevante da temporada.

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Perspectivas para o mercado em 2025

A expectativa é que o superfosfato simples continue ditando o ritmo do mercado, enquanto o cloreto de potássio mantém demanda mais contida. A tendência reforça a necessidade de acompanhar de perto os preços e relações de troca, permitindo decisões estratégicas mais assertivas para a temporada agrícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Marrocos suspende tarifas de importação sobre ovinos vivos e carnes bovina, ovina, caprina e camelídea até dezembro de 2026

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informa que o Governo do Reino do Marrocos publicou, em 27 de julho de 2026, o Decreto nº 2.26.584 e a Circular nº 6762/211, da Administração das Alfândegas e Impostos Indiretos, suspendendo a cobrança do direito de importação sobre:

  • ovinos domésticos vivos (posição tarifária 0104.10.90.10); e
  • carnes das espécies bovina, ovina, caprina e camelídea (posições tarifárias 02.01, 02.02, 02.04 e 0208.60).

A medida está em vigor desde 27 de julho e permanecerá válida até 31 de dezembro de 2026. Ela se aplica às importações originárias de todos os países.

Para as miudezas de animais das espécies bovina, ovina, caprina e camelídea (posição tarifária Ex 02.06), permanece o direito de importação de 30%.

Segundo o governo marroquino, a decisão busca ampliar o abastecimento interno de carnes vermelhas. O censo pecuário de 2025 apontou uma redução de aproximadamente 30% do rebanho bovino do país, cenário atribuído aos períodos de seca e ao aumento dos custos com alimentação animal.

No comércio entre Brasil e Marrocos, as importações marroquinas de bovinos vivos destinados ao abate já são realizadas sob regime semelhante. Desde o fim de 2022, esses animais têm a cobrança do direito de importação suspensa quando importados dentro de contingentes tarifários anuais definidos pelo governo marroquino, fixados em 300 mil cabeças para 2026.

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Em 2025, as exportações brasileiras de bovinos vivos para o Marrocos somaram US$ 213,5 milhões, frente aos US$ 41 milhões registrados em 2024. No período, o Brasil respondeu por 46,7% das importações marroquinas desse produto. Já no primeiro quadrimestre de 2026, o Marrocos foi o segundo principal destino das exportações brasileiras de bovinos vivos.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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