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Tecnologia de aplicação de defensivos garante produtividade, segurança e sustentabilidade no campo

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A correta aplicação de defensivos agrícolas é decisiva para a eficiência produtiva, a segurança no campo e a sustentabilidade ambiental. Esse é o foco do mais recente episódio da série Conversando com o Especialista, iniciativa do Sindiveg, disponível nas redes sociais da entidade.

Eficiência na aplicação de defensivos é essencial

O professor da Universidade de Passo Fundo, Walter Boller, destaca que nenhum produto entrega bons resultados se for mal aplicado. Segundo ele, seguir procedimentos adequados, seguros e responsáveis é fundamental para alcançar alto desempenho nas lavouras sem prejudicar pessoas ou o meio ambiente.

“Nenhum produto entrega bons resultados se for mal aplicado. É fundamental seguir procedimentos de aplicação adequados, seguros e responsáveis para alcançar bons resultados nas culturas, sem prejuízos às pessoas e ao ambiente”, afirma Boller.

Cuidados com equipamentos de aplicação

O especialista ressalta a importância da manutenção e da limpeza correta dos equipamentos, principalmente dos pulverizadores, amplamente utilizados em diferentes culturas e condições. A prática evita contaminação cruzada e protege plantas sensíveis dentro da propriedade.

“O uso adequado dos equipamentos de aplicação faz com que os produtos atinjam o alvo correto, evitando impactos em áreas indesejadas. O objetivo é orientar os usuários de defensivos agrícolas sobre como aprimorar o manejo no campo”, explica Boller.

Conteúdo acessível e orientações práticas

O episódio tem formato ágil e linguagem acessível, sendo disponibilizado gratuitamente na plataforma de cursos do Sindiveg. O material aborda cuidados com os equipamentos, boas práticas em todas as etapas do processo e estratégias para que o produto atinja o alvo correto, reforçando seu papel como apoio técnico para profissionais da agricultura.

“Estamos sempre aprendendo algo novo e, com essa ferramenta, conseguimos consolidar conhecimentos já existentes e adquirir novos aprendizados”, conclui Boller.

Acesso ao conteúdo

O módulo completo pode ser acessado gratuitamente pelo link: https://sindiveg.org.br/cursos/

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A iniciativa evidencia como a tecnologia de aplicação de defensivos, aliada a boas práticas, contribui para aumentar a produtividade, proteger o trabalhador rural e reduzir impactos ambientais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cota de arrasto de praia da tainha é ampliada para 430 toneladas em Santa Catarina

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Foi publicado hoje (11), em edição extra do Diário Oficial da União, a portaria que amplia as cotas da tainha na modalidade de arrasto de praia em Santa Catarina para 430 toneladas. Essas cotas foram ampliadas após um processo de escuta da sociedade, por meio do Grupo de Trabalho de Acompanhamento da Safra, e com base em dados científicos.

Após o relato dos pescadores do estado de que, apesar do peixe ter sido abundante em algumas regiões, em outras a tainha não havia chegado devido às condições oceanográficas, o MPA realizou uma análise comparando a produção de tainha, neste ano, com dados históricos de produção.

Nessa avaliação, observou-se que dos 25 municípios costeiros, apenas três haviam atingido a produção de anos anteriores. Ou seja, os dados mostraram o que a população de Santa Catarina trazia nos relatos: muitos pescadores não conseguiram pescar.

Neste contexto, o Litoral Norte do estado foi o mais prejudicado, sem qualquer registro de produção de pescado em 12 municípios, dos 14 da região neste ano.

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Por conta disso, a partir da média entre as diferenças de produção atuais e dos dados históricos e, além disso, considerando o Rendimento Máximo Sustentável estabelecido na avaliação de estoque, foi estipulado o valor de cota adicional de:

230 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Araquari, Balneário Barra do Sul, Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Barra Velha, Bombinhas, Governador Celso Ramos, Itajaí, Itapema, Itapoá, Joinville, Navegantes, Penha, Porto Belo e São Francisco do Sul.

200 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Biguaçu, Florianópolis, Palhoça, Paulo Lopes, Garopaba, Imbituba, Laguna, Jaguaruna, Balneário Rincão, Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota e Passo de Torres.

Essa medida estabelece uma cota compartimentada para a região centro-norte e centro-sul de Santa Catarina, com o objetivo que garantir uma distribuição justa do recurso, com cotas maiores para aqueles que não pescaram, além de cotas para aqueles que ainda não atingiram uma produção suficiente neste ano.

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“Devido às condições climáticas, a tainha não chegou à mesa de muitos catarinenses. O Governo do presidente Lula tem compromisso com a participação social, com a escuta. Por isso, o governo tomou a decisão de ampliar as cotas. Vale reforçar que não se trata de uma medida politica. A nova cota foi baseada em informações técnicas.
Agora, para termos uma pesca sustentável, precisamos da colaboração de todos”, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo.

Este ano, a quantidade pescada em algumas regiões foi tão grande que o mercado sentiu os impactos: os preços caíram e houve relatos de desperdício.

Por conta disso é importante a sensibilização dos pescadores e pescadoras para que pesquem com responsabilidade e que aqueles que já capturaram permitam que a safra também seja farta para os outros profissionais.

O Ministério da Pesca e Aquicultura segue trabalhando para garantir a sustentabilidade da pescaria, a justiça social e o respeito a tradição da pesca da tainha no estado.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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