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The Drake: como é se hospedar no hotel clássico de Chicago

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The Drake: como é se hospedar no hotel clássico de Chicago
Bárbara Ligero

The Drake: como é se hospedar no hotel clássico de Chicago

Mencionado logo na primeira cena de O Casamento do Meu Melhor Amigo (1997) , o hotel The Drake em Chicago é onde Julianne (Julia Roberts) e Michael (Dermot Mulroney) estão hospedados durante os principais acontecimentos da comédia romântica. Outros filmes que tiveram cenas gravadas ali incluem Missão Impossível (1996), O que as Mulheres Querem (2000) e Carol (2015).

A recorrência do The Drake na cultura pop não é à toa: trata-se de um dos hotéis mais icônicos de Chicago , que abriu as portas com grande pompa em 1920. Desde então, seus quartos já receberam muitos hóspedes ilustres, como Winston Churchill, Eleanor Roosevelt, Elizabeth Taylor, Grace Kelly, Walt Disney, Frank Sinatra e a Princesa Diana.

Administrado pela rede Hilton desde a década de 1980, o prédio em estilo renascentista italiano preserva a ambientação glamurosa da época de sua inauguração, com direito a lustres de cristal, largas colunas, cortinas de veludo e tetos, paredes revestidos de madeira e, para a minha surpresa, até um banco para se sentar dentro de um dos elevadores.

The Drake, Chicago, Estados Unidos
O lobby do The Drake é um luxo só //Divulgação

Os mais de 500 quartos seguem a mesma decoração clássica, com a vantagem de serem bem espaçosos: mesmo na categoria Deluxe Guest Room, que é a menor, havia espaço de sobra. Os banheiros passaram por uma bem-vinda modernização e agora são todos de mármore. Algumas acomodações ainda vêm com uma bela vista para o Lago Michigan de brinde.

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The Drake, Chicago, Estados Unidos
Espaço de sobra na minha acomodação, que tinha vista para o lago Bárbara Ligero/Viagem e Turismo
The Drake, Chicago, Estados Unidos
Banheiros estão novinhos em folha, sem fugir do estilo clássico //Divulgação

Além de salões que podem ser reservados para eventos – houve um casamento e uma festa de formatura durante a minha estadia -, o edifício abriga quatro restaurantes abertos a não hóspedes.

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O Coq d’Or é cheio de história: foi inaugurado em dezembro de 1933, logo após a revogação da Lei Seca, como o segundo estabelecimento de Chicago a obter a licença para comercializar bebidas alcoolicas. Até hoje, serve coquetéis clássicos e destilados puros.

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O Palm Court , um dos mais bonitos salões do hotel, realiza um tradicional chá da tarde de sexta-feira a domingo, das 12h às 16h30. É preciso reservar com antecedência pelo OpenTable e custa US$ 71 por pessoa.

The Drake, Chicago, Estados Unidos
Palm Court é cenário para um tradicional chá da tarde //Divulgação

Para o café da manhã (não incluído na estadia), há duas opções. O Cafe on Oak serve pratos a la carte como omelete e ovos fritos com bacon. Quando estiver por lá, repare em um bar de madeira, onde Marilyn Monroe e Joe DiMaggio gravaram as suas iniciais pouco depois do seu casamento.

Já o Lavazza Espression , mais informal, tem cafés e croissaints para levar para a viagem.

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The Drake, Chicago, Estados Unidos
Achou o “MM” e o “JD”? //Viagem e Turismo

O hotel não possui comodidades como piscina ou spa e a academia existente está um pouco datada. Mas em uma cidade tão cheia de atividades como Chicago , isso não chega a fazer falta no The Drake , cujo grande diferencial está mesmo na localização.

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O edifício fica bem em frente à Oak Street Beach , uma agradável praia à beira do Lago Michigan que é ladeada por um calçadão com bancos para se sentar sob as árvores e pistas para caminhar, correr e pedalar.

A uma quadra está o 360 Chicago , famoso mirante que tem a melhor vista para o lago e para os arranha-céus da metrópole. De quebra, o hotel está em plena Magnificent Mile , famosa rua de compras de Chicago .

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E, como a cidade é bastante plana e aprazível, não foi nenhum sacrifício para mim caminhar vinte minutos até outros pontos turísticos mais distantes, como o Riverwalk e o Navy Pier.

The Drake, Chicago, Estados Unidos
Oak Street Beach vista de um dos quartos do The Drake //Divulgação

Serviço

The Drake fica na 140 East Walton Place. As diárias partem de R$ 709. Reserve sua hospedagem aqui.

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Fonte: Turismo

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Turismo

Em entrevista à CNN, ministro do Turismo destaca que setor pode ser a ‘força motriz da inclusão social’

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Em entrevista à CNN nesta quarta-feira (27), o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, destacou que o setor pode ser a “força motriz” para promover a inclusão social no país, uma prioridade do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O ministro está em Xangai cumprindo compromissos com investidores, operadores e empresários do setor para buscar parcerias que promovam o turismo brasileiro e atraiam mais turistas chineses ao Brasil.

Para Gustavo Feliciano, o fortalecimento do turismo tem impacto direto na economia e na inclusão social dos brasileiros. “Somos a sexta cadeia produtiva que mais emprega no Brasil. Geramos mais de 2,7 milhões de postos de trabalho e precisamos permanecer nesse crescimento”, afirmou.

Em sua missão oficial ao país asiático, ele iniciou negociações com a China Eastern, uma das três maiores companhias aéreas estatais do país, para a abertura de rotas entre os dois países, e avançou nas tratativas com a CTrip, uma das maiores plataformas digitais de viagem do mundo, para divulgar os destinos brasileiros. 

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“Os encontros foram importantes para promovermos ações com foco em trazermos o turista chinês, que pertence a um mercado muito promissor. De 2024 a 2025, já crescemos 35% no recebimento de turistas chineses”, destacou. 

Questionado sobre a isenção de vistos para chineses e o resultado dessa medida para o mercado turístico brasileiro, o ministro ressaltou que a política vai contribuir para atrair mais viajantes do país asiático ao Brasil. “O turista chinês tem uma atração pelo Brasil, pelas nossas belezas naturais, pela nossa cultura. Essa política de isenção vai se transformar em frutos positivos para o turismo no nosso país”, disse. 

Entre as ações do Ministério, Gustavo Feliciano citou ainda os lançamentos do Guia para Mulheres que Viajam Sozinhas, do Guia Para Atender Bem Turistas Neurodivergentes e a qualificação para turistas quilombolas e indígenas.

Sobre a alta do querosene da aviação com a crise em torno do Estreito de Ormuz, Gustavo Feliciano afirmou que o governo tem trabalhado para que os reflexos no Brasil sejam mínimos. “Observamos com bastante cuidado essa movimentação, mas não deixamos de trabalhar as oportunidades para que possamos atrair turistas estrangeiros. Graças a um trabalho incessante do Governo Federal, o número de turistas nos primeiros quatro meses de 2026 tem se mantido como em 2025”.

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Por Isadora Lionço
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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