Agro News

Topigs Norsvin apresenta estudo sobre padrões de consumo de suínos em granjas comerciais

Publicado

A Topigs Norsvin apresentou os resultados de um estudo sobre o comportamento alimentar de suínos comerciais durante a Leman Conference, realizada entre 20 e 23 de setembro de 2025, em Saint Paul, Minnesota (EUA). Considerado um dos principais encontros globais de ciência aplicada à suinocultura, o evento destacou avanços em gestão nutricional e bem-estar animal.

Dinâmica de consumo: dois picos diários de alimentação

O estudo foi conduzido em uma granja comercial brasileira equipada com comedouros automáticos capazes de registrar o consumo individual de ração. A análise mostrou que os suínos em fase de crescimento e terminação apresentam dois picos principais de consumo ao longo do dia, às 8h e às 17h, confirmando um padrão diurno.

Segundo Marcos Lopes, diretor Técnico da Topigs Norsvin, “o consumo aumenta conforme a idade dos animais, mas o número de visitas aos comedouros não cresce na mesma proporção. Além disso, a duração de cada visita diminui com o tempo, indicando que os suínos passam a ingerir mais ração em menos tempo, tornando as visitas mais eficientes”.

Leia mais:  Tragédia em Minas Gerais: número de mortos por temporais em Juiz de Fora e Ubá chega a 36
Variações no consumo como indicativo de saúde

A pesquisa também evidenciou que desvios nos padrões de consumo podem sinalizar problemas de saúde antes do aparecimento de sinais clínicos. Lopes explica que “observar essas variações permite intervenções rápidas, garantindo bem-estar e mantendo a produtividade”. Estudos anteriores do grupo global da Topigs Norsvin reforçam que alterações no consumo diário de ração são indicativos importantes de possíveis enfermidades nos animais.

Compromisso com pesquisa aplicada e inovação

A participação da Topigs Norsvin na Leman Conference demonstra o compromisso da empresa com a pesquisa aplicada e o desenvolvimento de soluções práticas para produtores em escala global, contribuindo para maior eficiência produtiva e saúde animal.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook
publicidade

Agro News

Exportações de açúcar recuam quase 25% em receita no primeiro semestre de 2026 com queda nos preços internacionais

Publicado

As exportações brasileiras de açúcar registraram queda significativa no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o país embarcou 12,29 milhões de toneladas de açúcares e melaços entre janeiro e junho, retração de 4,39% em relação ao mesmo período de 2025.

O impacto mais expressivo, no entanto, ocorreu sobre o faturamento. A receita das exportações somou US$ 4,43 bilhões, valor 24,98% inferior aos US$ 5,90 bilhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O resultado reflete, principalmente, a forte desvalorização do açúcar no mercado internacional.

Exportações de açúcar caem em junho

Somente em junho, o Brasil exportou 3,13 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 7,16% menor que o registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques alcançaram 3,37 milhões de toneladas.

A receita obtida com as vendas externas caiu de US$ 1,44 bilhão para US$ 1,09 bilhão, representando retração de 24,26% na comparação anual.

Leia mais:  Tragédia em Minas Gerais: número de mortos por temporais em Juiz de Fora e Ubá chega a 36
Preço médio do açúcar despenca no mercado externo

O principal fator responsável pela redução do faturamento foi a queda no preço médio das exportações.

Em junho, a cotação média do açúcar exportado pelo Brasil ficou em US$ 349,59 por tonelada, uma redução de 18,42% frente aos US$ 428,54 por tonelada registrados em junho de 2025.

No acumulado do primeiro semestre, o preço médio também apresentou forte retração, passando de US$ 458,79 para US$ 360,01 por tonelada, o que evidencia a pressão exercida pelas cotações internacionais sobre a rentabilidade das exportações brasileiras.

Mercado acompanha oferta global e comportamento dos preços

Apesar de o Brasil manter a liderança mundial nas exportações de açúcar, o desempenho em 2026 demonstra um cenário mais desafiador para o setor. A combinação entre menor volume embarcado e preços internacionais mais baixos reduziu significativamente a receita cambial do segmento.

Os números divulgados pela Secex consideram 21 dias úteis em junho de 2026, ante 20 dias úteis em junho de 2025, e reforçam a influência do mercado global sobre o desempenho das exportações brasileiras de açúcar ao longo do ano.

Leia mais:  Agricultura espacial avança no Brasil e gera tecnologia para uso no campo

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana