Mato Grosso

Traficante que atuava com distribuição de entorpecentes é presa em Cocalinho

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Uma integrante de organização criminosa que atuava com a distribuição e o comércio de entorpecentes em Cocalinho foi presa em flagrante, na noite de terça-feira (15.10), em ação conjunta realizada pelas equipes da Polícia Civil e Polícia Militar do município.

A suspeita de 25 anos foi flagrada em posse de porções de entorpecentes e petrechos relacionados ao comércio ilícito. Ela foi autuada em flagrante por tráfico de drogas.

As diligências iniciaram após a equipe da Polícia Civil receber denúncias anônimas sobre uma mulher que estava fazendo a guarda de drogas em sua residência e que seria responsável por repassar porções menores de entorpecentes para comparsas, que atuavam como “lojistas”, comercializando porções fracionadas para os usuários.

Diante das informações, as equipes policiais foram até o local, onde flagraram a suspeita em uma motocicleta em frente a residência. Ao avistar a viatura, ela jogou fora uma sacola e tentou correr para dentro da casa.

Dentro da sacola, os policiais encontraram porções de maconha, 10 comprimidos de ecstasy, R$ 406 em dinheiro trocado e um aparelho celular. No interior da residência foi apreendida uma balança de precisão e um caderno de anotações referentes ao tráfico de drogas e membros da organização criminosa.

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Diante dos fatos, a suspeita foi conduzida à Delegacia de Cocalinho, onde, após ser interrogada, foi autuada em flagrante por tráfico de drogas.

As investigações seguem em andamento para desarticular a atuação da organização criminosa no município.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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