Mato Grosso

Trânsito na MT-251 é liberado em duas pistas após vistoria e limpeza da área

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) informa que o trânsito na região do Portão do Inferno, na MT-251, está liberado nas duas pistas. A liberação ocorreu após vistoria realizada na manhã desta quarta-feira (24.12).

A liberação também foi possível porque equipes da Sinfra-MT realizaram a limpeza da pista ainda durante a noite da terça-feira (23), para permitir que o trânsito pudesse ser reestabelecido o mais rápido o possível.

O secretário de Infraestrutura, Marcelo de Oliveira, destacou a importância das ações desenvolvidas no Portão do Inferno, como o monitoramento 24 horas por dia e a instalação de telas e barreiras de proteção e remoção de blocos soltos.

Segundo o secretário, caso as telas não estivessem lá, o deslizamento registrado na noite desta terça-feira (23) poderia ter atingido toda a pista e provocado acidentes. A inspeção realizada no local mostrou uma grande quantidade de material que ficou preso nessas barreiras, que passarão por manutenção para continuar garantindo a segurança.

A Sinfra-MT também instalou uma série de equipamentos na região, como inclinômetro e sismógrafo, para monitorar se há movimentação do solo ou alguma ameaça maior à estabilidade do viaduto.

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O trânsito no Portão do Inferno também segue um protocolo de segurança, com a restrição de veículos pesados e interrupções em caso de chuvas mais fortes.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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