Mato Grosso

TRE-MT realiza mutirão em escola de Novo Santo Antônio nos dias 06 e 07/10

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O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) realizará, nos dias 06 e 07 de outubro, um mutirão de atendimento destinado a estudantes e profissionais que atuam na Escola Estadual 29 de Setembro, localizada no município de Novo Santo Antônio (937 km de Cuiabá). A ação ocorrerá na própria unidade escolar, situada na Avenida Santo Antônio, nº 68, Centro, no período noturno, das 19h às 22h.  

 

O objetivo é facilitar o acesso da comunidade escolar aos serviços da Justiça Eleitoral. Atualmente, estudam na unidade 64 jovens, que cursam o Ensino Médio regular. São estudantes que têm entre 15 e 17 anos de idade. Pessoas que completarem 16 anos até maio do próximo ano podem realizar o alistamento eleitoral e exercer o direito ao voto. 

 

Durante o mutirão, serão oferecidos os seguintes atendimentos: alistamento eleitoral (primeira via do título de eleitor); revisão de dados cadastrais; transferência de domicílio eleitoral; expedição de segunda via do título; emissão de certidões e guias para pagamento de multas eleitorais; consulta da situação eleitoral e coleta biométrica. 

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De acordo com o edital assinado pelo juiz eleitoral em substituição da 15ª Zona Eleitoral, Caio Almeida Neves Martins, a medida segue as determinações do Provimento nº 5/2021/CRE-MT e busca garantir que alunos e servidores da instituição tenham acesso aos serviços da Justiça Eleitoral de forma prática e organizada. 

 

A partir dos 16 anos, o jovem já pode votar. Embora o voto seja facultativo até os 18 anos, o exercício estimula a participação ativa na democracia. Para usufruir da maioria dos serviços eleitorais, é preciso levar o documento oficial com foto. Para realizar o primeiro título, transferência e regularização, também é necessário apresentar o comprovante de residência atualizado. Em caso de alistamento eleitoral, homens maiores de 18 anos também devem mostrar o comprovante de quitação militar. 

 

Jornalista: Nara Assis  

 

#PraTodosVerem: A imagem mostra um grupo de jovens em uma sala. Em destaque, duas garotas interagem com uma urna eletrônica: uma delas está apertando os botões enquanto a outra observa atenta. Ao fundo, outros jovens acompanham a atividade, que é uma demonstração sobre o processo de votação. 

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Fonte: TRE – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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