Mato Grosso

Três são presos por formação de quadrilha e porte ilegal de armas de fogo em Sinop

Publicado

Três homens foram detidos na madrugada desta terça-feira (31.12), por policiais militares do 11º Batalhão, suspeitos de formação de quadrilha, porte ilegal de arma de fogo, tentativa de homicídio e direção perigosa, em Sinop. Um quarto integrante do grupo está internado, após confronto com os militares.

Na ação, as equipes apreenderam um veículo Fiat Pálio, dois revólveres, dois simulacros de arma de fogo, uma faca, um kit de joias, uma maquininha de cartão e R$ 170 em espécie.

Segundo informações do boletim de ocorrência, por volta das 2 horas, durante patrulhamento tático em razão da Operação Tolerância Zero, os policiais militares receberam denúncia de que o grupo, em um veículo Fiat Pálio, planejava o roubo de uma caminhonete Hilux. Os suspeitos, inclusive, estariam envolvidos em vários roubos no município de Sinop.

Diante das informações, as equipes intensificaram o policiamento na região e flagraram o veículo com as mesmas características apresentadas na denúncia.

Leia mais:  Projetos de etnoturismo de Mato Grosso ganham destaque no Abeta Summit 2024

Durante a tentativa de abordagem da PM, o condutor do carro saiu em alta velocidade, dando início a uma perseguição policial por diversas ruas e avenidas.

No trajeto, os suspeitos tentaram atropelar os policiais militares que realizavam uma barreira para conter a fuga, e dispararam contra os militares, que revidaram à injusta agressão.

Na ação, três suspeitos ficaram feridos. Eles foram socorridos por uma equipe do Corpo de Bombeiros até o Hospital Regional, receberam alta e foram conduzidos à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

Comentários Facebook
publicidade

Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Publicado

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia mais:  PM conduz quatro faccionados e apreende 89 porções de drogas em Nova Mutum

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia mais:  Ager fiscalizou 168 ônibus intermunicipais durante a operação Embarque Seguro

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana